Avalon High

Meg Cabot




Captulo 1
E sob o luar o ceifeiro cansado empilhando maos sobre a montanha area escutando os suspiros 'Esta  a delicada Dama de Shalott.'
"Voc tem tanta sorte."
Espera que minha amiga Nancy para ver as coisas desse jeito. Nancy  o que voc poderia chamar de otimista.
No que eu seja pessimista, ou coisa assim. eu sou apenas... realista. Ao menos de acordo com Nancy. Aparentemente, eu tambm tenho sorte.
"Sorte?" eu ecoei no telefone. "De que jeito eu tenho sorte?"
"Oh, voc sabe," Nancy disse. "Voc pode comear tudo de novo. Em uma nova escola. Onde ningum realmente te conhece. Voc pode ser o que voc quiser. Voc pode
se transformar totalmente e no vai Ter ningum em volta para ficar 'Quem voc pensa que est enganado, Ellie Harrison? Eu me lembro quando voc comeu paste na primeira
srie."
"Eu nunca pensei na coisa desse modo," eu disse. Porque eu no tinha mesmo.
"De qualquer jeito, foi voc quem comeu paste."
"Voc entendeu o que eu quis dizer." Nancy suspirou. "Bem. Boa sorte. Com a escola e tudo mais."
"Yeah," eu disse, sentindo mesmo sobre as mil milhas de distncia entre ns, que era hora de desligar. "Tchau."
"Tchau," Nancy disse. Ento acrescentou, "Voc tem tanta sorte."Realmente, at Nancy dizer isso, eu no tinha pensando que tinha qualquer sinal de sorte sobre a
minha situao. Exceto talvez o fato de que h uma piscina nos fundos da minha nova casa. Ns nunca tivemos uma piscina. Antes, se Nancy e eu queramos ir para a
piscina, ns precisvamos subir nas nossas bicicletas e dirigir cinco milhas - a maior parte subida- at o parque Como.
Eu tenho que dizer, quando meus pais soltaram a bomba sobre o sabtico, o fato de que eles acrescentaram rapidamente "E ns vamos alugar uma casa com piscina!" foi
a nica coisa que me impediu o vmito que comeou a subir pela minha garganta.
Se voc  filho de professores, sabtico  provavelmente a palavra mais suja de seu vocabulrio pessoa. A cada sete anos, a maioria dos professores arranjam um -
basicamente umas frias que dura por um ano, para que eles possam se recarregaram e publicar um livro.
Professores amam sabticos.
Seus filhos odeiam.
Porque quem gostaria de realmente de sair e deixar todos os seus amigos, fazer novos amigos em uma escola nova e s ficar pensando "Okay, isso no  to ruim," s
para Ter que sair novamente um ano depois e voltar para o lugar que voc saiu?
No. no se voc for s, de qualquer jeito.
Ao menos este sabtico no  to ruim quando o ltimo, que foi na Alemanha. No que h nada de errada com a Alemanha. Eu ainda troco e-mails com Anne-Katrin, a garota
com quem eu dividia uma mesa na estranha escola alem que eu fui.
Mas vamos l. Eu tive que aprender toda uma linguagem diferente! Ao menos este aqui ainda era na Amrica. E okay, ns estvamos fora de Washington, DC, o que no
 como resto da Amrica. Mas todo mundo aqui fala ingls. At agora. E tem uma piscina.
Ter sua prpria piscina acabou se tornando uma grande responsabilidade. Quer dizer, toda manh voc tem que checar os filtros e Ter certeza que eles no esto bloqueados
com folhas ou morto moles. Sempre tinha um sapo ou dois nela.
Normalmente, se eu chego l cedo o suficiente, eles ainda esto vivos. Ento eu tenho que conduzir uma operao de resgate ao sapo.
O nico jeito de resgatar os sapos  entrar na gua para tirar a cesta do filtro para fora, ento voc acaba tocando todo tipo de coisa nojenta que flutua ali, como
besouros mortos e newts e, algumas vezes, ratos afogados. Uma vez tinha uma cobra. Ainda estava viva. Eu realmente no toco nada que seja capaz de lanar veneno
que paralisa nas minhas veias, ento eu gritei para os meus pais que tinha uma cobra na cesta do filtro.
Meu pai foi aquele quem berrou de volta, "E da? O que voc quer que eu faa a respeito?"
 "Tira ela da," eu disse.
"De jeito nenhum," meu pai disse. "Eu no vou tocar em cobra nenhuma." Meus pais no so como os outros pais. Por uma coisa, os pais das outras pessoas deixam a
casa para ir trabalhar. Algumas esto fora quarenta e cinco horas em uma semana, eu ouvi.
No os meus. Os meus esto em casa o tempo todo. Eles nunca saem! Eles esto sempre em seus escritrios-em-casa, escrevendo ou lendo. Praticamente o nico horrio
que eles saem de seus escritrios  para assistir Jeopardy! (programa de perguntas e repostas) e ento eles gritam as respostas um para o outro. Os pais de mais
ningum que eu conhea sabe todas as respostas de Jeopardy! Ou as gritam se eles sabem. Eu sei, u estive na casa de Nancy e vi a vi a evidncia por mim mesma. Seus
pais assistem Entertainment Tonight depois do jantar, como pessoas normais.
Eu no sei nenhuma das resposta de Jeopardy! Este  porque eu meio que odeio esse programa.
Meu pai cresceu no Bronx, onde no h nenhuma cobra. Ele odeia completamente a natureza. Ele totalmente ignora nosso gato, Tig. O que  claro significa que Tig o
adora.
E se o meu pai v uma aranha, ele grita como uma garota. Ento minha me, que cresceu numa fazenda em Montana e no tem pacincia nenhuma por aranha ou pelos gritos
do meu pai, vai entrar e matar a aranha, a despeito de todas as vezes que eu disse que aranhas so extremamente beneficiais para o meio ambiente.
 claro, eu sou esperta o suficiente para no contar a minha me sobre a cobra no filtro da piscina, porque ela teria simplesmente ido e arrancado sua cabea na
minha frente, no final, eu achei um galho solto, e a puxei para fora desse jeito. Eu a deixei ir na pequeno bosque que fica atrs da casa que estamos alugando. Mesmo
que a cobra no tenha sido uma daquelas assustadoras quando eu criei coragem de salv-la, eu espero que ela no volte.
Tem outras coisas que voc tem que fazer se voc tem a sua prpria piscina, alm de limpar a cesta do filtro. Voc tem que vacuum o cho da piscina - isto  meio
que divertido- e voc tem que estar a gua o tempo todo, por cloro e pH. Eu gosto de estar a gua. Eu fao algumas vezes ao dia. voc pe a gua nesses pequenos
tubos para teste e ento acrescenta algumas gotas dessa coisa, ento se a gua no tubo teste se tornar da cor errada, voc derruba algum powder na cesta do filtro.
 parecido com qumica, s que melhor, porque quando voc termina, ao invs de uma baguna com um cheiro ruim como eu sempre terminava na aula de qumica do ano
passado, voc consegue uma gua linda azul e transparente.
Eu passei a maior parte do vero que ns mudamos para Annapolis mexendo com a piscina. Eu digo "mexendo". Meu irmo Geoff - ele foi embora para o primeiro ano de
faculdade na segunda semana de agosto - diz de uma maneira diferente. Ele fala que eu estava "agindo como uma luntica sobre."
"Ellie," ele disse para mim mais vezes do que eu posso contar, "relaxa. Voc no precisa ficar fazendo essas coisas. Ns temos um contrato com uma companhia de piscina.
Ele vem toda semana. Deixe eles fazerem isso."Mas o cara da piscina no se importa realmente com a piscina. Quer dizer, ele est fazendo isso s pelo dinheiro.
Ele no v a beleza da coisa, eu tenho certeza.Mas eu acho que entendo de onde Geoff tirou aquilo.
Quer dizer, a piscina meio que comeou a ocupar uma grande quantidade do meu tempo. Quando eu no estava limpando, eu estava flutuando no topo da gua, em um desses
botes inflveis que eu fiz minha me e pai comprarem para ns na Wawa. Este  o nome do estao de gs aqui em Maryland. Wawas. Eles no tem nenhum Wawas na minha
casa em Minnesota. S tem coisas como Mobils ou Exxons. De qualquer jeito, ns enchemos o bote no Wawas mesmo, com aquele ar que as pessoas deveriam usar para encher
os pneus, mesmo que voc no devesse us-lo para encher botes. Diz isso no prprio bote.
Mas quando Geoff apontou essa informao para o nosso pai, ele s disse "Quem se importa?" e os encheu do mesmo jeito.
E nada de ruim aconteceu.
Eu tentei manter a mesma rotina durante todo o vero. Todo dia eu acordava e colocava meu biquni. Ento eu agarrava uma barra de cereal e ia para a piscina para
checar as cestas dos filtros por sapos ou o que seja. Ento quando a piscina estava limpa, eu pegava um dos botes com um livro e comeava a flutuar. Na poca que
Geoff foi para a escola, eu estava to boa em flutuar que eu podia fazer sem nem mesmo
molhar meu cabelo ou coisa assim. eu podia ir por toda a manh sem parar,
at que minha me ou pai vir para o deck e dizer: "Almoo."Ento eu entrava e me e pai e eu comeramos sanduche de creme de amendoim e gelia, se fosse o meu
dia de cozinhar, ou carne de Red Hot and Blue que ficava mais para baixo da rua, se fosse a vez dos meus pais, em conta dos dois estarem muito ocupados escrevendo
livros para cozinhar.
Ento eu voltava para a piscina at que minha me ou pai saa e dizia "Jantar."Eu no acho que esse seja um jeito to ruim de passar as ltimas semanas de vero.Mas
minha me achou.
Eu no sei porque ela tem que fazer seu assunto o jeito como eu passo o meu tempo. Quer dizer, ela  a pessoa que deixou meu pai nos arrastar para c em primeiro
lugar, por causa do livro que ele est pesquisando. Ela poderia Ter escrito o seu prprio livro - na minha xar, Elaine de Astolat, a Dama de Shalott - em nossa
casa em St. Paul.
Oh, yeah. Esta  outra coisa sobre Ter professores como pais: eles te nomeiam sobre autores totalmente aleatrios - como pobre Geoff, esse nome por causa de Geoffrey
Chaucer - os personagens de literatura, como a Dama de Shalott, ou Lady Elaine, que se matou porque Sir Lancelot gostava mais da Rainha Guinevere- voc sabe, aquela
que Keira Knightley interpretou no filme do Rei Arthur- do que gostava dela. Eu no me importo como o poema sobre ela  bonito. No  exatamente legal Ter um nome
por causa de algum que se matou por causa de um garoto. Eu mencionei isso vrias vezes para os meus pais, mas eles ainda no entenderam.A coisa do nome no  a
nica coisa que eles no entende, tambm.
"Voc no quer ir ao shopping?" minha me comeou a me perguntar todos os dias, antes que eu conseguisse escapar para a piscina. "No quer ir no cinema?" Mas agora
que Geoff tinha ido para a faculdade, eu no tinha ningum para ir no shopping ou no cinema comigo- ningum com exceo dos meus pais. E de jeito nenhum eu iria
com eles. J estive l, j fiz isso.
Nada como ir ao cinema com duas pessoas que precisavam dissecar cada detalhe do filme em relao a vida. Quer dizer,  um filme do Vin Diesel, okay? O que eles esperavam?
"A escola vai comear logo," eu disse para a minha me. "Porque eu no posso flutuar at l?"
"Porque no  normal," minha me respondeu, quando eu perguntei isto para ela.para o que eu retruquei, "Oh, e voc sabe o que  ser normal," porque, vamos encarar,
ela e meu pai so dois estranhos .
Mas ela nem mesmo ficou irritada. Ela s balanou a cabea e disse, "Eu sei qual  o comportamento normal para adolescentes. O flutuar naquela piscina sozinha no
."
Eu pensei que isso fosse desnecessariamente severo. No tem nada errado em flutuar. , na verdade, muito divertido. Voc pode deitar l e ler, ou, se o seu livro
fica montono ou voc o termina e est com muita preguia para buscar ou novo ou o que seja, voc pode observar a maneira que a luz do sol reflete na gua e nas
costas das folhas e rvores sobre voc. e voc pode ouvir os pssaros a distncia, o barulho da prtica de tiros na Academia Naval.
Ns os vemos algumas vezes. Os aspirantes, quer dizer, os "aspirantes da marinha" como eles preferem ser chamados, os estudantes. Em seus uniformes brancos sem nenhuma
mancha, caminhos em pares para a cidade, sempre que meus pais e eu vamos comprar um novo livro para eu ler ou caf para eles na Hard Gean Coffe e Booksellers. Meu
pai aponta e diz, "Olha, Ellie. Marinheiros."
O que no  to estranho, realmente. Eu acho que ele estava tentando algum tipo de conversa de menina. Voc sabe, porque eu no consigo nada disso da minha me,
a matadora de aranhas.
Eu acho que eu devo pensar que os marinheiros so fofos, ou algo assim. mas eu no ia falar com o meu pai sobre garotos. Quer dizer, eu aprecio o esforo, e tudo,
mas de um jeito que era quase to ruim quanto a coisa da minha me 'Porque voc no me deixa te levar para o shopping?"
E no  como se meu pai passasse seus dias fazendo algo to excitante. O livro que ele est escrevendo  ainda pior do que o da me, no termmetro do tdio. Porque
o dele  sobre uma espada. Uma espada! E nem mesmo  uma espada bonita, com jias ou ouro ou coisas assim.  toda velha e tem e tem esses pedaos rust e no vale
nada. Eu sei porque a National Gallery em D.C deixou meu pai traz-la para casa para que ele pudesse estud-la mais de perto.
Este  o porqu de nossa mudana para c... para que ele pudesse olhar de mais perto para sua espada. Est guardada em seu escritrio - ou melhor, o escritrio da
casa do professor que ns estamos alugando enquanto ele est na Inglaterra em seu prprio sabtico, provavelmente estudando algo ainda mais intil do que a espada
do meu pai.
Museus deixam voc emprestar coisas e as trazerem para casa se  de interesse acadmico (em outras palavras, no vale nada) e se voc  um professor. Eu no sei
porque meus pais tiveram que escolher idade mdia como seu campo de estudo.  a era mais chata de todas, com a possvel exceo da pr-histria. eu sei que sou a
minoria em pensar isto, mas isto  porque a maior parte das pessoas tem essa idia toda confusa de como as coisas eram na idade mdia. A maior parte das pessoas
pensam que  igual ao que vem em filmes ou TV. Voc sabe, mulheres flutuando em chapus pontudos e vestidos lindos dizendo "vs" e "tu" e cavalheiros correndo para
salvar o dia.
Mas quando os seus pais so estudantes da era medieval, voc aprende desde cedo que as coisas no so bem assim. A verdade  que todo mundo na Idade Mdia tinha
um horrvel B.O (?) e no tinham dentes e morriam de velhice na idade de, digamos, vinte anos, e as mulheres eram oprimidas e tinham que casar com pessoas que no
gostavam e todo mundo colocava a culpa nelas por cada coisinha que saia errada.
Quer dizer, olhe para Guinevere. Todo mundo pensa que  sua culpa que Camelot no existe mais.
Eu no tenho tanta certeza.
Exceto que eu descobre quando era mais nova de que compartilhar esse tipo de informao pode fazer voc meio que impopular nas festas de aniversrio da Bela Adormecida.
Ou no restaurante Medieval Times. Os durante os jogos de Dungeons e Dragons.
Mas o que eu deveria fazer, permanecer em silncio? Eu realmente no consigo fazer isso. como se eu fosse mesmo ficar l e dizer, "Oh yeah, as coisas eram realmente
timas naquele tempo eu gostaria de encontrar um portal do tempo e voltar para o ano 900 e visitar e pegar piolho e ficar com o meu cabelo todo embaraado, j que
no tinha condicionador, e oh, falando nisso, se voc pegar infeco de garganta ou bronquite, voc morre porque no tinha nenhum antibitico."
Um, no. Como conseqncia, eu no estou no topo da lista de ningum quando  tempo de mandar convites para uma Feira Renascentista.
Mas que seja. Eu acabei entrando em um acordo com a minha me no final. No sobre o shopping. Sobre correr com o meu pai.
Eu no queria ir ou nada assim.
Mas  uma coisa diferente do que ir para o shopping ou para o cinema. Quer dizer, exerccio  algo que supostamente  muito bom para homens de meia idade, e meu
pai no faz nenhum exerccio h muito tempo. Eu tinha ganhado a corrida de duzentos
metros entre as mulheres do distrito em casa no ltimo maio, mas meu pai no tinha
feito nenhum exerccio desde sua avaliao fsica anual, que foi no ano passado, quando o mdico disse para ele que ele deveria perder cinco quilos. Ento ele foi
na academia com a minha me duas vezes, ento desistiu, porque ele disse que toda a testosterona na academia faz com que ele fique louco.
Minha me foi aquela que ficou toda, "Se voc fizer ele corre, Ellie, eu saio de cima de voc sobre a coisa de flutuar."
O que fez com que eu decidisse. Bom, isso e o fato de que daria ao meu pai uma chance de melhorar seu corao- algo que eu sei pelo que eles sempre dizem no jornal
que as pessoas velhas precisam.
Como uma boa acadmica, minha me fez sua pesquisa. Ela nos mandou para um parque h cerca de duas milhas da casa que estamos alugando.
Era um parque muito chique que tinha tudo: quadra de tnis, quadra de beisebol, lacrosse campo, banheiros pblicos e limpos, duas pistas para cachorro - uma para
grandes e outras para pequenos - e,  claro, uma pista de corrida. Nenhuma piscina, como l em casa em Parque Como, mas eu acho que as pessoas em nossa nova vizinhana
no precisam de uma piscina comunitria. Cada uma tem sua prpria piscina nos fundos.
Eu sa do carro e fez um pouco de alongamento enquanto eu assistia meu pai a se preparar para a sua corrida. Ele tinha tirado seus culos- ele  cego como um morcego
sem eles. Na verdade, na idade mdia, ele provavelmente teria morrido na idade de trs ou quatro por despencar de um poo ou qualquer coisa assim. Eu herdei a viso
perfeita da minha me, ento provavelmente teria vivido um pouco mais -e colocado um desses culos de aros grossos de plstico que tem uma tira de elstico que ele
pode pressionar atrs de sua cabea para impedir que saia do lugar enquanto ele corre. Minha me chama isso de Correia Pateta.
"Esta  uma boa pista de corrida," meu pai estava dizendo enquanto ajustava seu Correia Pateta. Diferente de mim, que passei horas na piscina, pai no era nem um
pouco bronzeado. Suas pernas so da cor de papel. S que com cabelo. " exatamente uma milha por volta. Passa por algumas rvores - um tipo de bosque - por ali.
Est vendo? Ento  todo sobre o calor do sol. Tem alguma sombra."Eu coloquei os meus fones de ouvido. Eu no consigo correr sem msica, exceto durante competies,
quando eles no te deixam fazer isso. eu acho que rap  ideal para corridas. Quanto mais irritado o rapper, melhor. Eminem  ideal para se ouvir enquanto corre porque
ele est to irritado com todo mundo. Exceto com sua filha."Duas voltas?" eu perguntei para o meu pai.
"Claro," ele disse.
Ento eu liguei o meu iPod - eu o deixo em um elstico no brao enquanto eu corri, o que  diferente de uma Correia Pateta- e comecei a correr. Foi difcil no comeo.
 bem mais mido em Maryland do que  l em casa, eu acho que por causa do mar. O ar  realmente mais pesado.  como correr por entre sopa. Mas depois de um tempo
minhas articulaes pareceram se soltar. Eu comecei a me lembrar quanto eu gostava de correr de volta em casa.  difcil e tudo. No me entenda mal. Ma eu gosto
de como as minhas pernas parecem fortes e poderosas enquanto eu corro... como se eu pudesse fazer qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo. No tinha quase ningum
na trilha - s velhas senhoras, na maioria, caminhando com seus cachorros- mas eu passei direto por elas, as deixando em meu curso. Eu no sorri enquanto passei
correndo. De volta para a casa, todo mundo sorria para estranhos. Aqui, o nico jeito das pessoas sorrirem para voc  se voc sorrir primeiro. no demorou muito
tempo para os meus pais perceberem isso. agora eles me fazer sorrir - e at mesmo acenar- para todo mundo que passa por ns. Especialmente nossos novos vizinhos,
quando eles esto em seus jardins cortando suas gramas ou o que seja. Imagem, minha me chama isso.  importante manter uma boa imagem, ela diz. Ento as pessoas
no vo pensar que ns somos esnobes.
Exceto que eu no tenho tanta certeza que realmente me importo o que as pessoas por aqui pensam sobre mim.
A pista de corrida comeou como uma trajetria normal, com grama curta dos lados dela, avanando entre a quadra de beisebol e o campo de lacrosse, ento virando
pelas pistas de cachorro e em volta do estacionamento.
Ento ela deixava a grama para trs e desaparecia em uma floresta densa. Yeah, uma floresta de verdade, bem no meio de lugar nenhum, com uma placa marrom discreta
que dizia BEM VINDOS AO ARVOREDO ANNE ARUNDEL COUNTY do lado do caminho.
Eu estava um pouco espantada, enquanto corria pela placa, sobre a altura que a grama dos lados da trilha alcanou. Entrando na escurido profunda do arvoredo, eu
notei que as folhas das rvores eram to densas que dificilmente alguma luz do sol conseguia passar.
Eu coloquei meus fones de ouvido de volta e continuei indo. Eu estava com muitas dificuldades de respirar agora, mas eu ainda me sentia bem. Eu no podia ouvir os
meus ps na trilha - eu s podia ouvir a msica em meus ouvidos - mas me pareceu por um momento que eu era a nica pessoa nesse bosque... talvez a nica pessoa em
todo o mundo...
O que era ridculo j que eu sabia que o meu pai no estava to atrs de mim assim - provavelmente no andando muito mais rpido que as senhoras fazendo caminhada,
mas mesmo assim atrs de mim.
Ainda assim, eu tinha visto muitos filmes na TV em que a herona estava correndo inocentemente e por alguma razo um psicopata aparecia de repente atrs de um arbusto,
assim como aqueles de cada um dos meus lados, e a atacava. Eu no a correr nenhum risco. Quem sabe com que tipo de loucos ns estamos lidando? Quero dizer, era
Annapolis, lar da Academia Naval Norte-Americana, e tudo - dificilmente uma rea conhecida por criminosos violentos que se escondem em arbustos.
Mas nunca se sabe.
Era uma boa coisa que as minhas pernas fossem to fortes. Se algum realmente pulasse em cima de mim vindo de trs das rvores, eu estava bastante confiante de que
eu poderia lhe dar um belo chute na cara. E continuar correndo dele at que a ajuda chegasse.
E foi bem quando eu estava pensando nisso que eu o vi.
Captulo 2
Salgueiros alvejam, faias estremecem,
Brisas leves, crepsculo e arrepio
Atravs das ondas que deslizam para sempre
Pela ilha no rio
Fluindo tristemente para Camelot.
Ou talvez eu s tenha pensado que vi.
Ainda assim. Eu tinha bastante certeza de que eu tinha visto algo atravs das rvores que no era verde ou marrom ou de qualquer outra cor encontrada na natureza.
E quando eu olhei atentamente entre as folhas ao meu redor, eu vi que havia algum parado abaixo de um desfiladeiro profundo de um lado da trilha, perto de vrios
penedos. Eu no podia imaginar como ele poderia ter passado por toda aquela vegetao sem um machado. Talvez houvesse uma trilha que eu no tinha visto.
Mas ele estava l. Fazendo o que, eu passei rpido demais para saber.
E ento eu estava fora do bosque, sob o esplendor da luz do Sol, e passando rapidamente pelo estacionamento. Algumas mulheres estavam saindo de uma minivan e indo
em direo  trilha de ces com seus Border collies [ uma raa de ces]. Havia um parquinho prximo, onde algumas crianas estavam balanando e indo pelo escorregador,
seus pais assistindo cuidadosamente em caso de acidentes.
E eu pensei comigo mesmo: Eu realmente vi o que eu pensei que eu vi? Um cara em p no fundo daquele desfiladeiro?
Ou eu tinha simplesmente imaginado?
Havia um empregado do parque arrancando ervas daninhas perto da terceira base no campo de baseball. Eu no falei oi para ele. Eu tambm no sorri.
Eu tambm no mencionei o homem no fundo do desfiladeiro. Eu provavelmente deveria t-lo feito. E quanto quelas crianas no parquinho? E se ele fosse um molestador
de criancinhas?
Mas eu no disse nada para o cara arrancando as ervas daninhas. Eu passei por ele sem nem mesmo fazer contato visual.
E da para a Imagem.
Eu podia ver meu pai, com sua camisa amarela clara, do outro lado da trilha. Ele estava trs quartos de volta a trs de mim. Sem problemas. Ele  lento, mas  confivel.
Mame sempre diz que o papai nunca vai chegar l rpido, mas pelo menos ele vai sempre chegar l, no final.
Como se ela pudesse falar alguma coisa. Ela nem agenta correr. Ela gosta de fazer aerbica no Y.
O que, dado o susto que eu levei tendo passado por aquele cara na floresta, estava comeando a no parecer uma idia to ruim.
Desta vez, quando eu entrei pelo bosque, eu observei atentamente os lados da trilha por sinais de uma trilha, algo que o homem poderia ter usado para descer at
o fundo do penhasco sem ter ficado todo arranhado pelos galhos e espinhos[esse  o sentido geral]. Mas eu no vi nada.
E quando eu passei por onde eu o tinha visto antes, eu vi que a ravina [ o mesmo que penhasco] estava vazia. Ele no estava mais l. Na verdade, no havia nada
que indicasse que ele tinha estado l. Talvez eu realmente o tenha imaginado. Talvez mame estivesse certa, eu realmente deveria ter passado menos tempo
na piscina, e mais no shopping nesse vero. Fiquei preocupada que talvez eu estivesse enlouquecendo por falta de contato com pessoas da minha idade.
O que foi quando eu fiz uma curva, e quase esbarrei nele.
E percebi que eu no o tinha imaginado mesmo.
Ele estava com outras duas pessoas. A primeira coisa que eu notei sobre eles - as duas pessoas que estavam com ele,  o que quero dizer-foi que os dois eram loiros
e muito atraentes, um rapaz e uma moa, com mais ou menos a minha idade. Eles estavam um de cada lado do homem da ravina... que, eu notei depois de uma inspeo
mais de perto, no era de fato um homem, de verdade, mas um rapaz, tambm da minha idade, ou talvez um pouco mais velho. Ele era alto com os cabelos escuros, como
eu.
Mas diferentemente de mim, ele no estava coberto de suor ou se esforando para respirar.
Oh, ele era muito bonito, tambm.
Os trs olharam para cima, assustados, quando eu passei correndo. Eu vi o garoto loiro dizer algo, e a garota loira pareceu chateada... Talvez por que eu quase esbarrei
neles, apesar de eu ter desviando a tempo de evitar uma coliso.
S o garoto de cabelos escuros sorriu para mim. Ele olhou bem no meu rosto e disse alguma coisa.
Exceto que eu no sei o que foi j que eu estava com os meus fones de ouvido e no pude ouvi-lo.
Tudo o que eu sei  que por alguma razo-eu no sei por que-eu sorri de volta. No por causa de Imagem, ou qualquer coisa assim. Foi estranho. Foi como se meus
lbios sorrissem
automaticamente pra ele quando ele sorriu para mim - meu crebro no teve nada a ver com isso. No houve deciso consciente da minha parte para sorrir de volta.
Eu simplesmente fiz, como se fosse um hbito ou algo assim. Como se esse fosse um sorriso ao qual eu sempre sorria de volta.
Exceto que eu nunca tinha visto esse cara antes na minha vida. Ento como a minha boca poderia simplesmente saber disso.
Motivo pelo qual foi meio que um alvio passar correndo por eles. Voc sabe, para me afastar daquele sorriso que me fez sorrir de volta, mesmo quando eu no queria.
Necessariamente.
Meu alvio foi curto, no entanto. Por que eu os vi de novo enquanto eu estava encostada no carro, ofegando muito e esvaziando uma das garrafas de gua que minha
me tinha feito com que eu e meu pai trouxssemos. Eles saram do bosque - os dois garotos e a garota-e seguiram em direo aos seus prprios carros. O garoto e
a garota loiros estavam falando rapidamente com o garoto de cabelos escuros. Eu no estava perto o bastante para ouvir o que eles estavam dizendo, mas julgando pelas
expresses deles, no parecia que eles estavam muito felizes com ele. Mas uma coisa eu sabia com certeza: Ele no estava mais sorrindo.
Finalmente, ele disse algo que pareceu ter acalmado o casal loiro, j que eles pararam de parecer to chateados.
Ento o garoto loiro entrou em um jipe, enquanto o garoto de cabelos escuros sentava-se atrs do volante de um Land Cruiser branco... E a garota loira sentou-se
no banco do passageiro ao lado dele. O que me assustou, j que eu tinha pensado que ela e o garoto loiro e bonitinho, e no o de cabelos escuros, eram o casal.Mas
tendo tido pouca experincia no departamento de namorados, eu no sou uma especialista.
Eu estava sentada na capota do nosso carro refletindo sobre o que eu tinha acabado de presenciar uma disputa de amor? Uma negociao de drogas de algum tipo?-quando
meu pai finalmente veio meio vacilante.
"gua," ele disse, e eu dei a ele a outra garrafa.
S quando ns j estvamos dentro do carro, o ar condicionado soprando sobre ns  toda fora, que meu pai perguntou, "Ento. Teve uma boa corrida?"
"Sim," eu disse, meio surpresa pela pergunta.
"Quer vir de novo amanh?" Meu pai queria saber."Claro," eu disse, olhando para o lugar onde as trs pessoas que eu tinha visto-os dois loiros e o garoto de cabelos
escuros - tinham estado pela ltima vez. Eles j tinham ido embora h muito tempo.
"timo," me pai disse, em uma voz sem um pingo de entusiasmo.
Voc poderia dizer que ele estava esperando que eu dissesse no. Mas eu no poderia fazer isso. No por que eu tinha finalmente me lembrado do quanto eu gosto de
correr. Nem por que eu tinha tido um tempo bom com meu pai.Ma por que-timo, eu vou admitir - eu estava esperando que eu fosse ver aquele cara bonitinho-e seu sorriso
- de novo.
Captulo 03
Quatro paredes cinzentas, e quatro torres cinzentas,
V de cima um espao de flores,
E a ilha embalada em silencio
A Dama de Shalott.
Eu no vi. Pelo menos, no no parque. No na semana seguinte, de qualquer forma. Papai e eu fomos correr todos os dias-mais ou menos na mesma hora que naquele primeiro
dia - mas eu no vi mais ningum na ravina.
E eu procurei. Acredite em mim. Eu procurei bastante.
Eu pensei muito sobre eles - as trs pessoas que eu tinha visto. Por que eles foram as primeiras pessoas da minha idade que eu tinha visto em Annapolis - sem contar
aqueles que trabalhavam no Graul's, o mercadinho local onde eu comprava sacos de lixo e po, e aqueles que eu vi esperando uma mesa no Red Hot and Blue.
Era aquela ravina, eu imaginei, algum tipo de ponto local para se agarrar [sabe como  n, make out, dar uns amassos... ah... vocs entenderam]?
Mas o garoto de cabelos escuros no estava com ningum que eu tenha visto.Era l que os adolescentes iam para se drogar?
Mas o cara no tinha parecido drogado. E ele e seus amigos no tinham parecido cabeas-ocas. Eles estavam usando roupas normais, shorts cqui e camisetas. Eu no
tinha notado uma nica tatuagem ou piercing em nenhum deles.
No parecia que eu iria ter respostas para nenhuma dessa perguntas to cedo.
Nossos dias de corrida no Parque Anne Arundel - e meus dias de flutuao na piscina - estavam se encaminhando para um fim, de qualquer forma: a Escola estava comeando.
Sempre tinha sido o meu sonho,  claro, comear meu primeiro ano no segundo grau em uma nova escola, em um estado distante, onde eu no conhecia ningum.
Hum. No.
O primeiro dia na Avalon High School no era realmente um primeiro dia. Era uma orientao. Basicamente voc s era encaminhada para aulas e armrios. Nada que envolvesse
o crebro, eu acho que para nos ajudar na volta  rotina escolar.
A AHS [Avalon High School] era menor do que a minha antiga escola, mas tinha melhores instalaes e mais dinheiro, ento eu no estava exatamente reclamando. Eles
tinham at um guia de estudantes que eles distribuam no nosso primeiro dia oficial (de no orientao), com pequenas foto e biografia de cada aluno. Eu tive que
posar para a minha foto no primeiro dia de orientao, eu e duzentos calouros risonhos. Eba - e depois tive que preencher um formulrio que me perguntava sobre os
meus dados gerais: nome, endereo de e-mail (se eu quisesse compartilh-lo), e interesse, para que eles pudessem colocar no guia de estudantes. Para que ns pudssemos
todos conhecer uns aos outros. Mais ou menos Imagem para a populao estudantil.
Meus pais estavam muito animados no meu primeiro dia de verdade na escola. Eles levantaram cedo,
prepararam caf da manh e um pacote com o almoo. O caf da manh
estava bom - waffles apenas com algumas queimaduras de frio - mas o almoo era realmente triste: um sanduche de pasta de amendoim e gelia com um pouco de salada
de batatas do Red Hot and Blue separada. Eu no tive a coragem de dizer pra eles que a salada de batatas iria esquentar no meu armrio antes mesmo que eu tivesse
uma chance de com-la. Meus pais, sendo estudiosos da Idade Mdia, simplesmente no pensam sobre refrigerao com tanta freqncia.
Eu peguei o pacote que eles me ofereceram o orgulhosamente e disse simplesmente, "Obrigada, mame e papai."
Eles me levaram de carro at a escola por que eu disse que estava muito fraca emocionalmente para pegar o nibus. Todos ns sabamos que isso no era verdade, mas
eu realmente no podia lidar com o estigma de no ter ningum com quem sentar, e as pessoas no gostam de partilhar seus bancos de nibus com totais estranho, etc.
Eu disse pra eles irem com calma com os outros professores, e eles me disseram pra ir com calma com os outros alunos.
Ento eu entrei na escola.
Foi um primeiro dia tpico - ou pelo menos a primeira metade foi. Ningum falou comigo e eu no falei com ningum. Alguns professores agiram como se fosse uma grande
coisa eu ser nova, e vinda da extica terra de Minnesota, e me fizeram falar um pouco sobre mim e meu estado.
Eu falei.Ningum ouviu. Ou, se ouviram, no pareceram se importar.O que estava bem, j que na verdade, eu tambm no me importava muito.
O almoo  sempre a parte mais assustadora do primeiro dia de toda criana numa nova escola. Mas eu estou meio acostumada com isso, por causa de prvios sabticos.
Por exemplo, eu sabia suficientemente da minha experincia na Alemanha que pegar o meu saco de papel e ir me sentar sozinha na biblioteca ia me garantir o ttulo
de perdedora pelo resto do ano.
Assim em vez de ir para a biblioteca tomei coragem e olhei ao redor em busca de uma mesa onde pudesse me sentar, onde garotas como eu estivessem sentadas. Depois
que eu encontrei uma, eu comecei a me "enturmar". Porque, basicamente,  isso o que voc tem que fazer. Sentindo-me uma completa e total estranha, eu disse que era
nova e perguntei se podia sentar com eles. Agradeo a Deus por eles terem se ajeitado na mesa e arranjado lugar pra mim. Isso , afinal de contas, faz parte do cdigo
de conduta aceito para meninas altas de "geeky- looking" em toda parte.
Permitiram, podiam ter me deixado ficar perdida, mas no o fizeram. O Avalon High, eu comeava pensar, talvez no seja to mau afinal de contas.Convenceram-me disso
aps o lanche, que foi quando eu finalmente o vi, o rapaz da ravina, quero dizer.
Procurava em meu horrio, tentando me lembrar onde ficava o armrio 209 na minha excurso de orientao, quando veio arremessado do corredor do canto, e praticamente
me bateu. Reconheci-o imediatamente - no s porque era to alto, e no h muitos rapazes que so mais alto que eu, mas tambm porque tinha rosto to distinto.
No bonito, realmente. Mas atraente. E amvel. E um olhar intenso.A parte mais era que ele pareceu reconhecer-me, demais, mesmo que ele s podia ter me visto durante
cinco segundos no dia do parque."Hey," disse, sorrindo, no s com os seus lbios, mas com seus olhos azul-celeste, tambm. S Hey. Isso  tudo um Hey.
Mas foi um "Hey" que fez meu fraco corao pular dentro do meu peito. E, tudo bem, o que. Talvez fossem os olhos, e no tanto o "Hey". Ou talvez fosse s, sabe
o fato de encontrar um rosto familiar neste mar de pessoas eu nunca tinha visto antes.
Exceto... Bem, tinha visto a menina que estava ao lado dele - era uma menina loira, a mesmo que eu tinha visto no parque com ele - antes o meu corao no tinha
visto
ela.
Mas talvez que  porque arrancava na sua luva e ia, "Mas contei  Lance que ns o encontraramos no DQ depois de prtica".
A que ele respondeu pondo seu brao ao redor de ela e indo, "Seguro, isso soa bem".
Ento os dois passaram por mim, e foram engolidos pelas hordas de pessoas que inundavam o corredor.
A coisa inteira tinha levado talvez dois segundos. T bom, trs.Mas quando ele saiu foi como se algum tivesse chutado meu peito. Que justamente - bem, no sou
eu. Eu no sou desse jeito. Sabe, Oh meu Deus, ele me olhou, eu mal posso respirar tipo. Nancy a otimista romntica. Sou prtica.
O que no fez absolutamente nenhum sentido, e que no minuto em que eu achei minha prxima sala, eu amassava minha cpia do guia de estudante e folheava-o freneticamente
at que eu o encontrei, desprezando o plano de ensino de leitura meu novo professor de Acesso Mundial tentava de repassar conosco.
Era um ano em frente de mim, um veterano. Seu nome era A. William Wagner.
Mas foi sbio como apenas um grosseiro era.
No que sei como ele deveria olhar, realmente. Mas o que?
De acordo com o livro, A. William Wagner era uma estrela. Estava na equipe de futebol de escola, assim como era um Finalista Nacional de Mrito e presidente da classe
snior. Seus interesses incluram leitura e navegar.
No dizia nada sobre o estado civil Will, mas eu o tinha visto duas vezes, com essa, agora, ambas s vezes estava com a mesma bela garota loira. E na segunda vez
ele passou o seu brao ao redor de ela, e ela tinha conversado com ele sobre a reunio com algum na "Rainha de Leiteria" depois de prtica. Tem que ser sua namorada.
Os rapazes como A. William Wagner sempre tem namoradas. Voc no tem que ser o tipo prtico, como eu sou s para saber disso.
Desde que tive nada para melhor fazer - Sr. Morton, meu instrutor de Acesso Mundial, tentava fazer nos interessar na lenda galica, que eu provavelmente teria achado
interessante se eu no comesse, bebesse, e respirasse lenda Galica sempre que eu estava no presena de meu pais - olhei para a namorada tambm em cima no guia.
Achei sua foto - em minha classe - e via que seu nome era Jenniffer Gold, e que em seus interesses incluam compras e, oh uma surpresa, A. William Wagner.
Seu extracurricular (currculo fora da escola) era lotado.
To figurado.
Folheei o guia de estudante, procura o rapaz loiro eu tinha visto ir com A. William Wagner e Jennifer no dia no parque, eu achei-o, eventualmente. Lance Reynolds.
Estava em classe de Will, um veterano.
Foi alistado como um defesa - que era - na equipe de futebol, assim como tinha um interesse em navegar.
Como primeiros dias de escola foram, este no tinha sido de todo mau. Eu mesma tinha feito alguns novos amigos. Algumas meninas eu tinha se sentava perto de mim
no almoo saiu para estar na equipe de pista. Uma deles - Liz - vivia na mesma estrada que eu. Disse que me veria no nibus de manh.
Quando sai da escola e vi Mame e Papai sentados em nosso carro, eu no me derreti de alvio nem algo assim. Acabo de entrar no carro e digo, "Lar, Jeeves," num
meio divertido estilo jokey. Na rua de trs de nossa casa, eles perguntaram- me sobre meu dia, e eu os contei que tinha sido bom. Ento perguntei sobre o seu. A
mame falou sobre algum novo texto que ela tinha achado isso realmente menciona Elaine - no eu, Elaine - na lenda do rei Arthur, relacionado ao poema famoso de
Tennyson sobre ela.
Qual, voc sabe,  ento emocionante. No.
E Papai falando sobre sua espada at que os meus olhos comearam a se fechar.
Mas escutei gentilmente, porque isso  o que voc faz.
Ento, quando chegamos em casa, eu fui at meu quarto, vesti meu biquni, voltei para baixo, e recebi minha balsa. (?)
Minha mame saiu sobre uma plataforma pequena enquanto posterior e olhou para mim enquanto flutuei.
"Est me provocando com isto"? Ela disse. "Pensei que ns falamos sobre isso, agora sua escola comeou".
"Vem Me" disse. "Vero ser curto, e teremos que fechar a piscina. Eu no posso aproveitar o tempo curto que eu perdi?"
Minha me voltou para dentro, sacudindo a sua cabea.Recostei-me contra minha jangada e fechei meus olhos protegendo- os do sol.Tambm era quente. Tive dever de
casa - dever de casa, no primeiro dia! Era certo que o Sr. Morton, o professor de Acesso Mundial...era um orador pblico mau e tirano com as designaes de ensaio
- mas isso pode esperar at que depois de jantar. Havia e-mails demais, de meus amigos do meu antigo lar, que precisaram ser respondidos. Nancy implorava vir visitar.
Ela nunca tinha ido ao Litoral de Leste, numa casa com piscina prpria antes. Mas tem que vir logo, ou frio demais para nadar.
Tinha estabelecido um regime flutuante muito estrito. Flutuei nas minhas costas, no centro da piscina. A jangada foi levada pela correnteza para qualquer dos lados
da piscina de em forma de rim, eu empurrei com o meu p. O rapaz que possui a casa tinha posto todas estas pedras grandes ao redor das bordas da piscina, fazer olhar
mais como um tanque fluindo naturalmente, ou algo assim (exceto se voc no v tantos tanques com cloro e filtros neles. Mas o que).
De qualquer jeito, voc tem que ter cuidado como empurra para fora das pedras, porque havia numa pedra realmente grande que tinha uma enorme - to grande quanto
o meu punho - aranha que pulou nele. Um par de vezes quando eu no tinha olhado onde ponho o meu p, eu ria quase escorreguei na aranha. Eu no quis perturbar o
ecossistema da delicada piscina, ento, como com a cobra, eu fiz bastante esforo para no matar esta aranha. Tambm, naturalmente, eu exatamente no quis fazer
com que ele me mordesse e me enviasse ao quarto de emergncia.
Ento eu sempre abria os meus olhos quando minha jangada flutua para borda da piscina, somente para assegurar-me de que eu no pisei a aranha quando empurrei para
fora outra vez.
Essa tarde - no primeiro dia oficial de escola - quando minha jangada deu com o lado da piscina, e eu abri os meus olhos antes de empurrar para fora, eu recebi o
choque de minha vida. Porque A. William Wagner estava no topo da Pedra de Aranha, olhando para mim.
Capitulo 4
Sua testa abundante em brilho do sol brilha;
Os cascos brilham, seu cavalo de guerra trota;
De baixo do seu capacete flui
Seus cachos carvo-preto como ele, cavalgam
Enquanto ele se dirige para Camelot...
Gritei e quase ca da jangada.
"Oh, desculpe" Will disse. Tinha sorrido. Depois que gritei, parou. "Eu no quis espant-la.".
"O... o que voc faz aqui?" Gaguejei, levantando minha cabea e olhando para ele.
Eu no posso acreditar que ele estava apenas... bem, ficando a. Ao lado de minha piscina. No meu terreno. Na Pedra da Aranha.
"Uh," Will disse, comeando a olhar um pouco inseguro. "Bati. Seu pai disse que voc estava aqui fora, e me deixou entrar. Estou atrapalhando? Posso voltar se quiser."
Olhei para ele, completamente emudecida. Eu no posso acreditar que isto acontecia. Tinha vivido por dezesseis anos sem que qualquer cara jamais tendo o mais leve
tipo de ateno por mim, e ento um dia, sem qualquer aviso absolutamente, o cara mais gracioso que eu jamais tinha visto - e quero dizer jamais - aparece na minha
casa. Tendo vindo, aparentemente, me ver.
Quero dizer, por que mais ia est aqui? "Como - como pode saber onde vivo?" Perguntei a ele. "Voc sabe ao menos quem eu sou?"
"Guia de estudante," disse. Ento, parecendo compreender que era mais que um pouco louco, ele acrescentou, "Olha, eu sento muito se eu a assustei. Eu no quis assust-la.
Acabo de pensar... bem, nunca mente. Sabe o que? Estava errado".
"Errado sobre o que?" Perguntei. O meu corao ainda batia muito forte dentro de meu biquni. Tinha me assustado muito mais que essa aranha que viveu na Pedra da
Aranha jamais me assustou.
Mas era no s sua apario repentina que tinha me assustado que fazia meu corao martelar. Tenho que admitir, muito era por causa de como belo ele estava, a em
cima dessa pedra, com o sol brilhando em sua cabeleira escura."Nada," disse. "Eu s - quero dizer, o jeito que voc sorriu para mim no dia no parque como...".
"Como o que?" Soei casual, mas internamente, louca por vrios motivos: um que ele se lembrou de mim - ele realmente se lembrou de mim! - desse dia no parque, e dois,
que no s tinha ele me elogiou. A coisa de sorriso, eu quero dizer. Tinha sentido, demais!
Ou talvez no.
"Olhar, nunca mente," Will disse. " estpido. Quando eu a vi - primeiro no parque, e ento outra vez hoje, acaba por parecer como...eu no sei. Que tinha encontrado
antes de, ou algo. Mas ns no nos encontramos, obviamente. Quero dizer, posso ver isso agora. Sou Will,  propsito . Will Wagner".
Eu no deixei que ele soubesse que eu j sabia, de ter olhado para ele do mesmo jeito que ele tinha me olhado. Porque eu no o quis pensar que estou apaixonada por
ele, nem em algo assim. Porque como podia estar apaixonada por ele? Eu s tinha visto ele duas vezes antes dessa. Com esta se faz trs vezes. Voc no pode estar
apaixonada por algum que voc s viu trs vezes. Quero dizer, se voc  Nancy, voc pode. Mas no se so prticas, como eu.
"Sou Ellie," disse. "Ellie Harrison. Mas ento... eu tenho um palpite sobre isso." O seu olhar azul estava sobre o meu, mas desta vez, no pareceu como intenso.
O
fator positivo, Will sorria. "Muito bonito" disse.
Ele realmente era muito bonito. No era freqentemente que rapazes to bonitos como ele me
olhasse meio intensamente, quanto mais aparecessem em minha casa para me ver.
Eu no sou feia, nem algo, mas eu no sou nenhuma Jenniffer Golf. Quero dizer, no sou do tipo: "Oh, sou to pequena e desamparada, por favor salve-me, voc tipos
de homens grandes fortes que ajudam meninas". Sabe o tipo que todos os rapazes graciosos tm queda na escola? Sou mais o tipo de garota que velhinhas que vo a mercearias
e pedem, "Pode abaixar a comida de gato que est numa prateleira muito alta para mim, querida?".
O que basicamente traduz  Invisvel para Garotos.
"Acabo de chegar aqui," disse. "De St. Paul. Eu nunca fui ao Litoral de Leste antes disso aqui. Ento eu no sei como podamos ter encontrado antes de.... A menos
que" - eu olhei para ele hesitante - "foi a St. Paul?"
O que era loucura, porque se tivesse ido, teria lembrado.
Voc acredita mais do que eu que recordaria.
"No," disse, sorrindo. "Nunca estive l. Olha, realmente, esquea que eu disse algo. As coisas foram realmente bizarras ultimamente, eu suponho eu s...".
Sua expresso escureceu s para uma frao de um segundo, quase como se uma sombra tivesse passado atravs dele.
Exceto que isso era impossvel, desde que no havia nada entre ele e o sol.Ento pareceu desconsiderar qualquer pensamento obscuro que tivesse ocorrido a ele, e
disse sorrindo, "Srio, no se preocupe com isso. Eu a vejo na escola.".
Virou-se ele ia pular fora Pedra de Aranha e ir embora. Eu quase posso ouvir minha melhor amiga Nancy gritar na minha cabea, No o deixe escapar, sua idiota! Est
quente! Faa-o permanecer!
"Espere," eu disse.
Ento, quando virou expectantemente, achei-me freneticamente tentando de pensar em algo gracioso e brilhante de dizer... algo que o faria querer permanecer.Mas antes
de eu pode pensar em algo, eu ouvi a porta mvel de vidro ser aberta atrs de mim. Um segundo mais tarde, minha me chamou para baixo da plataforma, "Ellie, seu
amigo e voc gostariam de dar uma nadada longa? Estou segura de que Geoff o agradeceria". Oh meu deus. Meu amigo. Eu era certo que eu segura que ia morrer de vergonha.
Alm de que, v para uma nadada? Comigo? No teve nenhuma idia que falava a um dos garotos os mais populares em Avalon High, ou que namorava uma das meninas as
mais bonitas l.
Mas ainda. Isso no  nenhuma desculpa.
Mas ainda. Aquela no  nenhuma desculpa.
"No mame" eu falei para ela, dei a Will um monte de desculpas com o olho que ele sorriu e disse "Ns estamos bem".
Porque rapazes como Will no se divertem com meninas como eu. Isto somente no acontece. Claramente, Will tinha pensado que eu era alguma outra menina - talvez algum
ele tivesse encontrado no acampamento e esteve apaixonado quando tinha oito anos, ou o que - e agora que tinha compreendido seu erro, e estava indo. "Realmente",
Will disse, olhando para cima de minha me. Tenho que ir agora.Isso  o que eu pensei que ele ia dizer. Tenho que ir agora, ou cometi um erro enorme, ou casa errada
mesmo, Pesarosa.
Porque assim  como as coisas funcionam em um universo requisitado.Mas adivinhem o universo tinha inclinado em seu eixo sem que qualquer um tenha falado para mim,
ou para algum, porque Will disse, "Uma nadada talvez seja legal.".E trs minutos mais tarde, contra todas leis de probabilidade, Will estava num par de calo
de banho largos do Geoff na minha casa, com uma toalha ao redor do seu pescoo. Ele tambm estava de culos e bebendo limonada que minha me tinha arranjado em algum
lugar, ele se ajoelhou ao meu lado na beira da piscina."Entrega rpida livre," disse, piscando, como tomei o copo dele. Se sentiu, como fiz, uma sacudida de corrida
de eletricidade para cima de seu brao como os nossos dedos acidentalmente escovados, ele no deixou.
"Oh meu Deus," disse, segurando o vidro e olhando ele. Teve, me surpreendi ao ver, um corpo impressionante. A sua pele era bronzeada - de navegar, sem dvida nenhuma
- e era deslumbrantemente muito musculoso, - mas no num estilo louco.
E ele estava na minha piscina.
E ele estava na minha piscina.
"Ela fez - " estava em choque demais pensar em mais alguma coisa. "Conversou com voc?".
"Quem?" Will perguntou, se sentando sobre jangada do Geoff. "Sua me? Sim.  amvel. O que  ela, escritora ou algo assim?"
-Professora,- eu disse, meus lbios tinham ficado dormentes. Mas no por causa dos cubos de gelo na minha bebida. E sim por causa da idia de Will Wagner, sozinho
na minha casa com meus pais, enquanto eu, to paralisada pelo horror para me mover, tinha ficado na piscina, sem fazer nada para tentar resgat-lo. "Os dois."
- Oh, bem, isso explica,- Will disse calmamente.
Meu sangue ficou to frio quanto o gelo na minha bebida. O que eles tinham feito? O que eles tinham dito para ele? Era muito cedo para Jeopardy! Ento no poderia
ter sido isso.
- Explica o que?
- Sua me declamou algum poema depois que eu me apresentei,- Will disse, inclinando a sua cabea para trs novamente e olhando para o cu azul atravs das lentes
de seus Ray-Bans. -Algo sobre uma ampla, clara fronte.
Meu estmago se embrulhou.
- 'Sua ampla fronte clara brilhou a luz do sol'?- Eu perguntei nervosamente.
- , - Will disse. - Isso mesmo. Sobre o que  isso?
- Nada,- eu disse, prometendo silenciosamente matar a minha me no futuro. - um verso de um poema do qual ela gosta-A Dama de Shalott. Tennynson. -Ela est tirando
um ano sem lecionar para escrever um livro sobre Elaine de Astolat. Isso a est deixando um pouco mais louca do que o normal.
-Deve ser legal,- Will disse, sua bia perigosamente prxima da Pedra da Aranha, embora ele no estivesse realmente consciente do perigo relativo  aranhas no qual
ele estava se metendo. -Ter pais que falam sobre livros e poesia e coisas assim.
-Oh, voc no tem idia,- eu disse, na voz mais lisonjeada que pude.
-Como  o resto?- Will queria saber.
-O resto do que?
-Do poema.
Ela estava to, to morta. "'Sua ampla fronte clara brilhou a luz do sol'," eu disse de cabea. No  como se eu no tivesse ouvido isso umas setenta vezes s nessa
semana. "'Em cascos polidos trotava seu cavalo-de-guerra;/E de baixo dos seu elmo flutuavam/Seus cabelos negros como carvo enquanto ele corria,/Enquanto ele corria
em direo  Camelot.'  um poema muito chato. Ela morre no final, flutuando em um barco.
-Voc no deveria encontrar algum no Dairy Queen hoje depois do treino?
Will olhou na minha direo, como se a pergunta o tivesse assustado. Eu no o culpei. Tinha me assustado tambm. Eu no tinha idia de onde tinha vindo.Ainda assim.
Precisava ser perguntado.
-Eu acho que sim,-Will disse. -Como voc sabia disso?
-Por que eu ouvi Jennifer te perguntar sobre isso quando eu te vi hoje no corredor da escola,- eu disse. Nancy, eu sabia, teria ficado louca se tivesse me ouvido
dizer isso. Ela ficaria toda, Oh meu Deus! No deixe to na cara que voc sabe sobre Jennifer! Por que a ele vai saber que voc teve o trabalho de procurar por
ela, e ento ele vai achar que voc gosta dele!
Mas no mencionar Jennifer simplesmente no parecia muito prtico para mim.Nancy tambm no teria gostado das prximas palavras que saram da minha boca.
-Ela  sua namorada, certo?- Eu perguntei, olhando para ele enquanto ele passava flutuando por mim.
Ele no olhou para mim. Ele levantou a cabea para tomar um gole de limonada, e depois se encostou de novo no encosto da sua bia.
-,-ele disse. - H dois anos.
Eu abri a minha boca para perguntar o que parecia ser naturalmente a prxima pergunta a ser feita-a que Nancy definitivamente teria me proibido de perguntar. Mas
antes que eu pudesse dizer uma palavra, Will levantou sua cabea, olhou direto para mim e disse, "No."
Eu pisquei para ele por trs das lentes dos meu culos de sol. "No o que?" Eu perguntei, por que como eu deveria saber - naquela hora-que ele podia ler a minha
mente?
-No me pergunte o que eu estou fazendo na sua piscina em vez da dela,-ele disse.- Por que eu honestamente no sei. Vamos falar sobre outra coisa, okay?
Eu nem podia acreditar no que tinha acontecido. O que esse cara absolutamente lindo estava fazendo na minha piscina? Sem mencionar, lendo minha mente?No fazia
nenhum sentido.
Mas afinal, eu no sabia se fazia algum sentido para ele tambm.
Ento em vez de perguntar sobre isso, eu perguntei sobre outra coisa que estava me incomodando: simplesmente o que, exatamente, ele estava fazendo na ravina naquele
primeiro dia que eu o tinha visto.
"Oh," Will disse, soando bastante surpreso de que eu tivesse sequer perguntado. "Eu no sei, eu simplesmente acabo indo l algumas vezes."
O que basicamente respondia a minha pergunta sobre o que ele estava fazendo na minha piscina ao invs de estar na piscina da namorada dele: ele era claramente mentalmente
instvel.
Exceto que - deixando de lado a parte do 'estar-na-minha-piscina-em-vez-da-piscina-da-Jennifer'-ele parecia totalmente normal. Ele era capaz de conversar de forma
totalmente lcida. Ele me perguntou por que ns tnhamos nos mudado de St. Paul, e quando eu lhe contei sobre a licena ele disse que sabia como isso era-ter que
se mudar muito  o que eu quero dizer. O pai dele, ele disse, era da marinha, e tinha sido transferido para muitos lugares - forando Will a se mudar mais ou menos
todo ano quando ele era mais novo-antes de finalmente aceitar uma posio como professor da Academia Naval.
Conversou sobre Avalon High, e os professores ele que gosta, e os que eu devo tentar manter distncia - Sr. Morton ele falou, para a minha surpresa, um bom cara.
Conversou sobre Lance - descreveu o ms em que ele e Lance saram navegando juntos.
A nica coisa que Will no falou foi Jennifer. Nem sequer uma vez. No que contasse.
Eu no tive qualquer problema compreendendo o que Nancy teria feito. Claramente esse namoro no era s felicidade e alegria. Por que mais estava flutuando na minha
piscina, e no na dela?
No, naturalmente, que eu imaginei seu interesse em mim era absolutamente romntico. Porque quem quereria hamburger quando podem ter fil mignon? Que isto - apesar
dele que Nancy diria - acabo de me tocar. Acabo de ser realista.
Os garotos como Will so para garotas como Jennifer: loiras, petulantes, animadas que parecem saber instintivamente que o que os garotos esto admirando-as, no
para garotas como eu - violentamente desengonadas e que no tm medo de tirar cobras do filtro da piscina.
O sol comeava deslizar atrs da casa, e havia mais sombra que luz na superfcie da gua quando minha me voltou para a plataforma e anunciou que comprou comida
tailandesa, e perguntou se Will queria ficar para jantar.
A que Will disse que adoraria.
Will era o convidado perfeito, me ajudou a pr a mesa, e limpa-la depois. Comeu tudo em seu prato. E quando meus pais e eu falamos que estvamos cheios, comeu tudo
que estava nas caixas - para admirao do meu pai.
Foi legal com a Tig, demais, quando ela veio sobre e cheirou um dos seus sapatos. Abaixou-se e ps o dedo para fora ento ela pde cheirar, ento decidiu acarici-la.
As nicas pessoas que realmente gastam tempo com gatos sabem que isto  aceito na etiqueta de gato.
Ele no riu quando eu contei sobre o nome do Tig, qualquer um riria.  tipo de embaraar ter um animal que voc nomeou quando tinham oito anos. Apie ento, que
quando voc tinha oito anos pensou que Tigger era um nome criativo e bem original para um gato.
Mas quando mencionei isto para Will, sorriu e disse que Tigger no era to mau quanto o nome que ele tinha dado seu Border Collie quando tinha doze anos - Cavalier.
Que  um nome bizarro e bonito para um co, se pensarem sobre ele. Especialmente para um co que tm uma famlia naval.
Durante o jantar, Will contou histrias engraadas sobre Cavalier e sobre as travessuras, assim como sobre seus instrutores. Ele no olhou entediado quando meu papai
contou sobre a espada, nem quando minha me citou mais alguns versos Dama de Shalott, como estava por fazer depois de um copo de vinho no jantar.Ele mesmo riu de
minhas impresses dos garotos bolsistas do Graul, e tambm do meu relato do Grande Salvamento de Cobra.
Nancy sempre franze as sombrancelhas quando brinco com garotos. Diz que rapazes no desenvolvem sentimentos romnticos por meninas que so muito brincalhonas. Como
pode cair de amor por voc, Nancy sempre quis saber, se voc se ocupa demais rindo?
E enquanto pode ter um ponto - certamente nenhum garoto caiu de amor por mim, com a exceo de Tommy Meadows na quinta srie, mas a sua famlia se mudou para Milwaukee
depois que ele declarou sua devoo eterna... um fato que pode, agora que eu pensei direito, o que estimulou a declarao em primeiro lugar - meu pai diz que ele
caiu
de amor  primeira vista pela minha me. Quando eles se encontraram, tinha escrito 'Oi Demoiselle d'Astolat Chamo-me...etiqueta de lapela.'
A que todos tinham dado uma grande gargalhada.  realmente uma piada horrvel, mas o que os professores de histria medieval sabem?
No que estivesse tentando fazer A.William Wagner cair de amores por mim, naturalmente. Porque estou perfeitamente ciente que  impossvel. s que, me lembrei
do modo como uma sombra tinha parecido passar atravs do seu rosto na piscina, eu pensei talvez que ele pode dar uma risada. Isso  tudo.Will saiu depois do jantar.
Agradeceu para meus pais, chamando minha me de 'senhora' e meu pai de 'senhor' - que fez me deixou louca - e ento disse, "Vejo voc amanh, Elle," para mim.
Ento partiu, desaparecendo no crepsculo exatamente como ele tinha aparecido no lado de minha piscina. Como se do nada..
Que, quando pensei sobre isso, era bonito e bizarro.
Mas a parte mais bizarra de tudo era que enquanto tinha durado - uma vez eu tinha ficado usado  idia, eu quero dizer deste garoto 'hot' esperando por mim - realmente
no tinha parecido totalmente bizarro. Era como esse sorriso que Will tinha me dado tinha no dia do parque, eu tinha sido capaz de retornar. Acabou por parecer totalmente
natural sorrir de volta, assim como tinha sido totalmente natural - natural e, sim, correto - ter Will a, flutuando na piscina, quando pomos a mesa, rindo de minha
imitao dos garotos bolsistas do Graul.
Isso era o que era estranho. Que realmente no foi estranho.
Ainda, quando Nancy ligou mais tarde essa noite, e meu pai respondeu primeiro, e disse, "Ah, Nancy. Tem muito para contar," eu tentei no menosprezar a coisa inteira
tanto como devo ter feito. Porque soube que Nancy contaria a todo mundo no meu antigo lar. Sobre meu encontro com um rapaz que jantou comigo no meu primeiro dia
em minha nova escola. Assegurei-me de que mencionar que estava na equipe de futebol, navegava, e era presidente da classe snior, tambm.
Ah, e que me viu flutuando na piscina.
Nancy praticamente me deu um curso de garotos pelo fone."Oh meu Deus, ele  mais alto que voc?" ela quis saber. Isto sempre tinha sido um problema, na maior parte
da minha vida, porque eu era mais alta que a maioria dos garotos da nossa escola, com a exceo de Tommy Meadows.
"Tem dezesseis anos," disse.
Nancy gostou. Se comessemos a sair eu no precisaria usar salto, ela disse."Espera at que eu contar para Shelley," Nancy disse. "Oh meu Deus, Ellie. Voc fez.
Uma nova escola foi capaz de remodelar sua personalidade. Ser tudo diferente para voc agora. Tudo! E tudo que voc fez foi se mudar para um estado totalmente novo
e freqentar uma escola completamente nova."
Sim.
As coisas definitivamente comeavam a melhorar.
Isso foi realmente o que eu pensei.
Ento.
Capitulo 5
Um arco-disparado de sua resistncia - beira;
Percorre entre os maos de cevada;
O sol veio deslumbrando as suas sadas;
E inflama em cima do lato gravado;
Do Audaz Sir Lancelot...
Peguei o nibus escolar no outro dia. No era to mau quanto eu pensou que ele fosse. A Liz, a menina da pista que vive perto de mim, me esperava na parada, ento
comeamos conversar, ento acabamos sentando uma do lado da outra.
A Liz vestia um grande suter. Percebi imediatamente que ela no tinha um namorado nem uma carteira de motorista ainda. Soube que nossa amizade baseou-se nos dois
ltimos fatos.
Eu no mencionei a Liz sobre A. William Wagner ter me visitado depois da escola no dia anterior, ento permaneceu para jantar. S para no parecer que estava me
vangloriando. E para outro, bem, Liz pareceu realmente gostar de conversa sobre as pessoas da escola, e eu me convenci que no seria bom sair espalhando isso por
a. Que Will tinha ido  minha casa, eu quero dizer.
Recebi uma idia muito boa, alis, que era uma coisa ruim quando fechei meu armrio alguns tempos mais tarde e vi Jenniffer Gold ao lado dele, no parecendo muito
feliz.
"Ouvi dizer que Will foi  sua casa para jantar ontem  noite," Jennifer disse, numa voz distintamente fria.
Desde que eu no tinha contado qualquer um que Will tinha ido l, soube que a visita era cortesia dele. A menos que Jennifer tenha espies na minha vizinhana, ou
algo assim, o que me pareceu improvvel.
Ento acabo de dizer, perguntando-se por que garotas baixas como Jennifer sempre ficam os namorados mais altos, ao posto que para girafas como eu sempre ficam com
os mais baixos, "Sim. Foi."
Mas Jennifer no disse o que eu esperei que fosse dizer. Ela no disse, "Bem, ele  meu namorado, ento caia fora," nem "Se voc olhar para ele outra vez, voc 
uma mulher morta.".
Em vez disto ela fez uma pergunta: "Ele disse algo sobre mim?".
Olhei para Jennifer, queria perguntar se ela, como seu namorado, tambm sofria de algum tipo leve de psicose - s que em seu caso, no por gostar de mim.Pareceu
suficientemente s em seu conjunto rosa claro de malha de algodo e capris. Mas  difcil julgar algum pelo jeito como se vestem. As lderes de torcidas na minha
antiga escola vestiram-se totalmente normal, mas algumas delas eram meio loucas.
"Hum," disse. "No
"Ou Lance"? Os olhos perfeitamente maquiados de Jenniffer estreitaram-se.
Disse algo sobre Lance"?
"S," disse, "que os dois navegaram no litoral neste vero. Por que"? Mas Jennifer no respondeu minha pergunta. Apenas saiu "Bom," disse parecendo aliviada. Ento
foi embora. Mas Jenniffer Gold no era a nica pessoa que me perguntou sobre Will nesse dia.
Sr. Morton, meu professor de Acesso Mundial, anunciou que para nosso primeiro projeto de nona-semana, ele designava-nos cada um de ns estudar um poema e ento entregar
um relatrio oral sobre ele. Na frente da classe inteira. O relatrio equivaleria a vinte por cento da nossa nota nota do semestre, e tem que incluir materiais secundrios
crticos da fonte.
Como se isso no fosse suficientemente ruim, ele tambm designava-nos a trabalhar em duplas.
O Gee agradece Sr. Morton.
Ele nos dividiu em duplas.
Quando eu recebi o nome do meu par, levantei as minhas sobrancelhas. Porque meu nome do meu par era Lance Reynolds.
O que no pareceu possvel, desde que ontem eu no tive qualquer aula com ele.
Quero dizer, afinal de contas, ele era um ano mais velho que eu, como Will.
Mas suficientemente seguro, quando virei, estava no fundo da sala. Olhava o erro no papel distribudo pelo Sr. Morton, sua testa loura se franziu como se tentando
compreender quem era Elaine Harrison.
Quando dei uma olhada para cima e ficava olhando ele, eu levantei o papel e pensei "Sortudo voc".
Ele no reagiu como eu esperava que um jockey que tenha sido designado  fazer um trabalho com uma menina novata e alta demais.
Em vez de rir com dissimulao ou mesmo somente assentir, virou uma sombra profunda e marrom.
Era espcie de interesse em me observar, realmente. Ento Sr. Morton deu-nos cada nosso poema. O nosso era Beowulf.
O meu corao afundou quando eu vi. Odeio Beowulf quase to muito quanto eu odeio Jeopardy!
"Certo, pessoal," Sr. Morton disse, com acento no seu sotaque britnico. "Conversem com seu par e cheguem a deciso de como gostariam de aprofundar-se em seu tema.
Quero seus esboos na minha escrivaninha sexta-feira".
Levantei-me e fui onde Lance estava sentado, desde que no parecia possvel ele vir at mim. Fingia que ele no me via, desarrumou os livros ao seu redor quando
deslizei na escrivaninha vazia em frente a sua.
"Ol," disse, numa voz falsa, como num comercial. "Sou Ellie, e eu serei sua dupla no projeto este semestre". Desarrumou, embora. Tinha tentado de fingir como ele
no sabia quem eu era. Mas de qualquer maneira, "Sei," escorregou dentre os seus lbios, e ele ficou vermelho.
Isto era fofo e interessante. Eu no posso me lembrar de ter feito um garoto ficar rubro antes. Perguntei ao que Lance tinha ouvido sobre mim, fiz reagir meio envergonhado.
""Eu... a vi naquele dia," gaguejou, no meio da explicao. Ele no parece o tipo de garoto que gagueja freqentemente. "No dia do parque.".
"Oh sim," disse, como eu s tinha me lembrado do incidente agora. "Certo."
"Will jantou na sua casa ontem  noite," Lance disse. Cuidadosamente.
Cuidadosamente demais, pensei. Como se ele pescasse para informar (?). "Sim," disse. Perguntei-me se ele como Jennifer, ia perguntar se Will tinha falado sobre ele.
Mas ele no perguntou.
"Ento," Lance disse. "Beowulf, hum?"
"Sim," eu disse. "Odeio Beowulf".
Lance me olhou surpreso. "Voc j leu algo dele?".
Compreendi que devo ter soado como uma ignorante. Quero dizer, era suficientemente ruim eu mesma no gostar de Literatura Mundial.
 um eletivo, abre a qualquer um em qualquer nvel que  interessado - ou que necessita um crdito extra de humanidades, como Lance evidentemente fez. Era mesmo
pior que eu j leria a maioria dos livros do plano de ensino. Por conta prpria. Porque so todos os mesmos livros que esto nas estantes de livros dos meus pais,
e como eu no tenho vida social, ento...
No querendo admitir isto, no entanto, eu acabo de dizer apressadamente, "Bem, sim. Meus pais so professores. Estudos medievais. O Beowulf  espcie de coisa.".
Estava falando ento vi uma criana magrinha de colarinho com culos, sentando-se em uma escrivaninha com livros, olhando-os com muita inteno. Quando ele me viu
parar dar me deu uma olhada meio, ele foi "Triste, mas... ouo dizer que garotos, como voc, gostam de Beowulf?"
"Sim," disse, dei uma olhada sobre em Lance, que fitava a criana com estreitar olhos. Reconheci o olhar. Era a espcie de olhar o popular meio impopular - como
Lance no pode acreditar que Pescoo Magrinho tinha tido o trabalho de falar a ele.
"Ento o que?" Pescoo magrinho deu uma olhada nervosamente no seu par, igual criana de nerd - olha.
Ns amamos Beowlf" ele disse, sua voz aumentou um pouco mais na oitava slaba.
"Sim," seu par concordou "Grendel tem razo".
Supus que Grendel governaria um grupo de rapazes que, na Idade Mdia, provavelmente no teriam passado de cinco anos de idade por que inaladores no tinham sido
inventados ainda, nem coisa parecida.
"O que voc recebeu?" Perguntei  Pescoo Magrinho, me referindo ao poema que ele recebeu.
"Tennyson," Pescoo Magrinho disse, no fazendo nenhum esforo esconder seu descontentamento.
Recuei. "No A Senhora de Shalott," disse, com horror."Sim," Pescoo Magrinho disse. Ao ver minha expresso, ele acrescentou, " curto mais Beowulf.".
"Triste," disse, vendo onde isso foi parar. "No poder fazer nada."
"Esperem um minuto." Lance interrompeu. "O que h de errado com 'A Dama de Charlote'? S  muito curto - ".
"Minha me est escrevendo um livro sobre ele," interrompi, no mencionando a parte de eu ter esse nome por causa dela.
"Ento o poema est certo," Lance disse, iluminado. "Somente pergunte  sua me o que dizer!".
Olhei para ele. Eu no podia acreditar que isto acontecia. E ainda, ao mesmo tempo, eu tipo acreditava. Como pareceu que seria minha vida em Avalon High. Bizarro,
mas estranhamente no bizarro ao mesmo tempo.
"Ao contrrio de como voc talvez faa seu dever de casa," disse, num esforo desesperado poupar-me de cavar meu prprio poo sem fundo do qual no teria volta,
"fao meu dever de casa, sem a ajuda dos meus pais.".
"Este mais curto," Lance disse, tomando o pedao de papel dentre os dedos de Pescoo Magrinho. "Vamos ficar com ele.".
Estava bvio a no ia ser qualquer conversa, muito menos argumentando, sobre a edio. Lance tinha falado. E o que Lance diz - estava perfeitamente claro, mesmo
uma crianinha, saberia - .
"Bom," disse, agarrando o papel de tema para fora das suas mos. "Eu o escreverei. Mas tem que l-lo na frente da classe toda."
A expresso afetada desapareceu de rosto de Lance. "Mas - ".
"Tudo Bem," disse, combinando exatamente o tom que ele tinha usado comigo.
"Ou podemos apenas ser reprovados, como tudo que eu cuido.".
Olhou afetado. "Eu no posso receber um F. o treinador no me deixar jogar."
"Ento apresente o relatrio," eu disse.
Afundou um pouco mais embaixo da sua escrivaninha, Lance disse, "o que voc quiser," para mim - e os Nerds, que viraram em seus assentos, triunfante concordaram.
Quando o sino tocou, esperei at que Lance tivesse limpado o armrio antes de segui-lo, ento ns no teramos que conversar desajeitadamente fora do corredor.
Acabei sentando na sala atrs dos Nerds...
Ento tive de sentar na fileira em frente a que eles sentaram-se depois.
E isso era que algum de amigos equipe de futebol de Lance encontraram-no na porta da sala de aula. Ento um deles - qualquer um porque estava entediado, ou dizendo,
ou talvez uma combinao de ambos - passou pela porta na minha frente atravessou a entrada, agarrou a agenda da criana.
"Rick," Pescoo Magrinho disse, numa voz repugnada. "Me devolva."
"Rick," um de amigos de Lance ecoou falsamente."Me devolva.".
"Receba sua vida," Pescoo Magrinho disse, em seguida agarrando a agenda.
A criana nerd pareceu que estava prestes a chorar. At que uma mo pertencendo a algum mais alto que todo o outro jockeys alcanou e arrancou a agenda dos dedos
de Rick.
"Aqui, Ted," Will disse a Pescoo Magrinho, dando a ele sua agenda. Ted pegou-a com os dedos trmulos, seu olhar, como olhou para Will, adorvel.
"Obrigada Will," ele disse.
"Nenhum problema," Will disse ao 'geek'. Ele no um tinha um sorriso amarelo, tampouco agora, qualquer um. A Rick, ele disse, "Desculpe-se.".
"Vamos Will," Lance disse, numa maneira Estvamos - Apenas- Brincando. "Rick somente mechia nas coisas da criana. Ele - ".
A voz de Will estava fria. "Conversaremos sobre isto," disse. "Desculpe-se com Ted, Rick."
Eu no tive uma surpresa quando Rick virou para Pescoo Magrinho e disse, soando genuinamente arrependido, "Desculpe.".
Porque havia um tom de ao ma voz de Will que deixou claro ningum - nem sequer uns dois - mdios (posio de jogador entre os atacantes e zagueiros) - cem -libra
(medida) - tentava bagunar com ele. Ou desafiar desobedecer a um de seus comandos.
Talvez fosse somente uma coisa de zagueiro.
Ou talvez fosse algo mais.
"Est tudo bem," Ted disse. Ento ele e seu amigo correram para longe, desaparecendo na multido apertada do corredor.
Segui-os, mais lentamente. Will no me tinha notado na multido, e eu estava alegre. Eu provavelmente no teria saberia o que dizer a ele se tivesse me dito ol
nem o que. A viso dele mandando a esse jogador o que fazer - e o jogador realmente fazendo - teve o efeito de me enlouquecer por fora.
Se puder me compreender voc est com cabea sobre calcanhares de amor com algum que te enlouquece por fora.
Isto era ruim. Realmente ruim. Quero dizer, eu no preciso estar caindo de amor com algum garoto - mesmo um garoto que casualmente apareceu em minha casa para jantar
e era campeo de navegao - que j foi alvo das perguntas de uma das meninas mais bonitas da escola. Isto, ento, no me deixar acabada de otimismo. Nem mesmo Nancy,
a otimista romntica, seria capaz de ver qualquer possvel cabimento deu estar caindo de amores por A. William Wagner.
Ento gastei o resto do dia tentando no pensar nele. Will quero dizer.No era como eu se eu no tivesse muitas outras coisas com me preocupar. Havia o relatrio
para o Sr. Morton, naturalmente. E tinha descoberto atravs de Liz durante almoo que havia mais de algumas duzentas calouras correndo atrs da equipe de animadoras
- meu acontecimento - em vez da universidade. A menos que eu os posso bater, havia uma possibilidade deu talvez no fizer parte da equipe de animadoras de Avalon
High, devia era considerar sair disso.
Eu no quis falar do problema de fazer o teste para equipe, s no faria porque algum calouro de muco - ranho tinha gasto seu vero treinando e no flutuando numa
piscina, como eu.
Ento quando cheguei em casa da escola esse dia, eu vesti minhas roupas de correr. Numerei que a corrida faria um dever duplo - ajudaria a me preparar em forma para
pista de teste, e tambm manteria minha mente longe de certo zagueiro."Oh, Ellie," disse. "Ol. Eu no a ouvi entrando em casa." Ento notou o que eu usava, e fez
seu queixo cair.
"Oh," disse, numa voz diferente. "No hoje, Ellie. Eu realmente estou cansado agora. Penso que eu fiz um avano. Veja este filigrana, aqui?  isso-".
"Voc no tem que vir comigo," interrompi, no querendo outra conferncia sobre a espada louca do meu pai. "S preciso de uma carona ao parque. Onde Mame est?".
"Deixe-a na estao de trem. Tinha alguma pesquisa para fazer na cidade hoje.".
"Bom," disse. "Me d as chaves do carro, ento, e eu dirijo sozinha.".
Ele pareceu amedrontado.
"No, Ellie," disse. "Voc s tem uma licena do aprendiz. Necessita de algum com uma carteira de motorista vlida com voc.".
"Papai," disse. "Eu vou apenas ao parque". So duas milhas longe daqui. H uma parada por um quarto do caminho e um semforo antes deu chegar l. "Ficarei bem.".
Meu pai deixou. Mas com ele no assento de passageiro.
Quando chegamos l, havia um jogo de T-BOLA e um jogo de lacrosse rolando.
O estacionamento estava lotado com minivans e Volvos. Meu pai disse que  porque a maioria das pessoas em Annapolis so ex-militares, e todos querem guiar o carro
mais seguro que eles conseguirem.
Perguntei-me se o pai de Will dirigia um Volvo. Sabe desde que Will tinha dito que ele estava na marinha.
Oops. Eu disse que no pensaria em Will.
Meu pai me disse para cham-lo do telefone pblico ao lado das casas de banho quando acabar com minha corrida - Deus probe meus pais de me dar um telefone celular
- ento voltar e me buscara. Eu disse que faria, ento peguei meu iPod e a gua e sai do carro. Havia s algumas pessoas no caminho da corrida, principalmente caminhando
com seus Jack Russell terriers ou Border Collies (um co bem popular no lugar em que eu morava era the black lab . Aqui, so os Border collies. Meu pai diz que 
porque os ex-militares querem o animal mais esperto que eles podem achar, e ele  o Border collie).
O co de Will, Cavalier,  um Border Collier. S falando.
Esta tarde, estava quente. Como interrompi um jogging, eu em um instante fui coberto por um brilho fino de suor.
Mas me senti bem por trabalhar os meus msculos depois de um dia longo de ficar atrs de vrias escrivaninhas.
Andei passando por pessoas que caminham com cachorros, cuidadosa para no fazer contato visual (meu pai estaria amedrontado), dedicava - me a batida da msica que
eu escutava. Fui ao redor do caminho da corrida mais uma vez - evadindo uma T-BOLA e quase correndo com uma criana num triciclo. No era at que meu segundo e tempo
final ao redor de que me lembrei de dar uma olhada para baixo na ravina - por hbito, realmente, mais que esperei ver qualquer pessoa  - e praticamente tropecei
sobre os meu prprios ps e cai sobre meu rosto.
Porque Will estava l.
Ao menos, eu pensei que era Will. Minha olhada nele, como lgrima, desaparecia.(?)
Ainda, depois que fiz minha segunda volta, eu voltei, somente para assegurar-me de que. No porque quis descer l e conversar com ele, nem por eles. Quero dizer
o garoto claramente j tem dona. Eu no vou depois tomar namorados de outras pessoas. No isso, voc sabem, se tentasse, iria com ele, nem algo assim. A verdade
, eu no vou com todos os garotos. Qual  o ponto? Eu no sou o tipo de menina em que eles jamais pensam, de qualquer jeito.
Mas que era esse o problema, ou algo? Qual a razo dele estar no fundo da ravina era porque tinha tropeado e tinha cado? Ei pode acontecer. E talvez estivesse
desmaiado l, sangrando e inconsciente, necessitando de um beijo de vida? Executado por mim?
Est bem, o que. Ento queria conversar com ele mais algum tempo. Ento pode me processar.
Achei-me na parte do caminho que cortava a ravina, e a, para baixo embaixo, estava algum que me pareceu muito com Will. Como tinha chegado l embaixo sem ser despedaada
por espinhos ou caindo para os lados baixos e abruptos da ravina, eu no soube.
Mas garanti que lhe daria eu mesma. Garanti que ele estava bem, me lembrava.Sim. Era isso. Assegurar-me de que estava tudo bem com ele. Tudo.
Capitulo 06
Tudo no azul sereno exposto ao vento
Jia-grossa brilhou a sela-couro,
O capacete e o capacete-pena
Queimou como uma chama ardente junta,
Como ele cavalga para Camelot.
Realmente no era que mau, uma vez que eu tinha chegado a passar a parede inicial de arbustos. Era mesmo frio na parte funda da floresta que estava no caminho percorrido.
E uma vez voc estava entre as rvores e encabeado embaixo da ravina, voc no pode ver o totalmente o caminho percorrido, muito menos ouve os carros da rodovia.
Era como uma floresta primitiva, onde as rvores todas cresceram realmente fechadas e praticamente nenhuma luz do sol alcanava o cho de floresta, fazendo-o uma
desordem mida de rodeada de arbustos embaixo dos seus ps.
Era o tipo de lugar que voc esperaria encontrar um monstro como Grendel.
Ou talvez o Unabomber.
Era Will, eu via, quando as rvores diminuram suficientemente para me permitir ver o fundo da ravina. Ele no estava inconsciente, embora. Sentava-se em um das
pedras grandes que estava em cima do leito de riacho embaixo. Ele no apareceu estar fazendo algo. Acabava de se sentar, olhava para baixo a gua borbulhante no
riacho.
Provavelmente algum que tinha escolhido tal um para fora - de - meio e quente - para - receber - eu tive arranhes dos arbustos sobretudo sobre os meus tornozelos
- Will apenas queria sentar-se e pensar e realmente quis ficar s.
Provavelmente eu deveria sair sem perturb-lo.
Provavelmente devia ter virado e voltado pelo caminho que vim.
Mas eu no fiz. Porque sou uma completa masoquista.
Tive que escolher meu caminho ao longo das pedras que se colava ao burburinho riacho em que estava a pedra que Will se sentava. A gua no era funda, mas eu no
quis colocar meus tnis de corrida para molhar. Chamei seu nome quando estava nicos alguns metros longe dele e ele ainda no pareceu me notar.
Ento notei por que. Tinha fones de ouvido ligados.
No at que eu cutuquei um de seus ps, pendente acima da minha cabea, que ele virou e deu uma olhada intensa para mim. Mas quando ele me viu, ele sorriu e desligou
seu iPod. "Oh," disse. "Ei, Elle. Como estava sua corrida?" Elle. Tinha me chamado de Elle. Outra vez.
Era errado que o meu corao tivesse pulado de novo dentro do meu peito?
Eu examinei a pedra em que ele estava sentado, vi como ele tinha escalado, e me juntei a ele. Eu no perguntei se tinha problema antes, tambm. Eu sabia que no
tinha problema pelo seu sorriso.
O sorriso que estava fazendo o meu corao meio que doer. Mas de um jeito bom.
"Minha corrida foi boa," eu disse, sentando ao lado dele. Mas no muito perto, voc sabe, por que eu imaginei que eu estivesse cheirando um pouco mal por causa da
minha corrida. Sem mencionar o fato de que eu tinha passado um quilo e meio de spray anti-insetos antes de sair de casa, j que o mosquitos da costa leste parecem
me amar muito. e spray anti-insetos no  exatamente eau d'amour [isso  francs, algo como 'o perfume do amor'], se  que voc sabe o que eu quero dizer.
No entanto, Will no pareceu notar.
"Escute," ele disse, levantando uma nica mo como um sinal para que eu parasse de falar.
Eu escutei. Por um minuto eu pensei que ele queria que eu ficasse quieta para que ele pudesse dizer alguma coisa. Tipo, voc sabe, o quanto ele me amava. Mesmo que
ele s tivesse me visto algumas vezes. E tivesse jantado comigo uma vez.
Ei, coisas mais estranhas j aconteceram. Tudo que Tommy Meadows e eu tnhamos em comum era uma profunda apreciao dos gibis do Homem-Aranha.
Mas acabou que Will no queria que eu ficasse quieto para que ele pudesse declarar seu amor por mim. Ele realmente queria que eu ouvisse.
Ento eu ouvi. Tudo que eu podia ouvir, sem contar o borbulhar da gua, era o cantar dos pssaros e os zum-zuns das cigarras nas rvores. Nada de carros. Nada de
avies. Voc no podia nem mesmo ouvir os gritos de encorajamento que eu sabia que os pais dos jogadores estavam gritando.
Era como se ns estivssemos em um mundo diferente, um osis cheio de sol longe de tudo aquilo. Mesmo que, na verdade, ns estivssemos apenas a duzentos ou trezentos
metros de distncia do Dairy Queen da auto-estrada.
Depois de um minuto assim, me sentido idiota, eu disse, "Ah, Will? eu no escuto nada."
Ele olhou na minha direo com o menor dos sorrisos
"Eu sei," ele disse. "No  timo? Ele  um dos poucos lugares perto daqui que as pessoas deixaram em paz. Voc sabe? Sem cabos de fora. Sem Gap. Sem Starbucks."
Ele tinha, eu notei, olhos que eram do mesmo azul da minha piscina, quando eu coloco o cloro e o PH perfeitamente balanceados. Exceto que a minha piscina tem apenas
dois metros de profundidade no lado mais fundo, e os olhos do Will pareciam sem fundo... como se, se eu mergulhasse neles, eu nunca chegaria ao fundo.
" bonito," eu disse, falando da ravina, olhando para longe dele. Por que no  uma boa idia pensar sobre o quo azul so os olhos de um cara, se ele j tem dona,
como Will tem.
"Voc acha?" Will disse, olhando ao redor da ravina. Claramente, ele nunca tinha pensando nela desse jeito. Como bonita,  o que eu quero dizer. "Eu suponho que
sim. Mas principalmente...  quieto."
Exceto que... ele no tinha ficado l aproveitando o silncio.
"Ento o que voc estava ouvindo?" Eu perguntei, pegando o iPod que ele tinha desligado e colocado de lado quando eu me juntei a ele.
"Anh," ele disse, parecendo distintamente preocupado enquando eu ligava o iPod de novo. "Nada, verdade."
"Por favor," eu disse provocando. "Eu tenho Eminem no meu. O seu no pode ser to ruim assim..."
Exceto que era. Por que acabou que era uma coleo de baladas romnticas de trovadores. Dos tempos medievais.
"Oh Meu Deus," eu no pude evitar de dizer em horror, enquanto eu olhava para as palavras na
tela.
E ento imediatamente eu desejei que eu pudesse morrer.
Mas, em vez de ficar ofendido, Will simplesmente riu. Realmente riu. Tipo jogou a cabea pra trs e riu.
"Eu sinto muito," eu disse, mortificada. "Eu no tive a inteno... T legal. Quero dizer, muitas pessoas gostam de coisas... clssicas."
Mas quando ele finalmente recuperou o flego, ao invs de me dizer para cair fora por ter ficado to horrorizada pelo seu gosto musical, ele disse, sacudindo a cabea,
"Oh, Deus. Se voc pudesse ter visto a sua cara. Eu aposto que foi exatamente assim que voc ficou quando voc abriu aquele filtro e achou aquela cobra..."
Me sentindo um pouco irritada-principalmente por que a risada dele me lembrou do aviso de Nancy, sobre ser muito engraada perto dos garotos-eu disse, "Sinto muito.
Voc simplesmente no me parece o tipo que senta sozinho na floresta ouvindo" - eu olhei para a tela do iPod - "Cortezes, Reis, e Trovadores."
"Sim, bem," Will disse, ficando repentinamente srio e tirando com um puxo suave seu iPod das minhas mos, "eu nunca pensei que eu fosse, qualquer um".
Como ele disse, via a sombra eu tinha notado no dia na piscina passar atravs de seu rosto outra vez. E soube imediatamente que tinha dito coisas erradas.
Mas desde que eu no estava segura qual era a coisa certa para dizer - exceto que ele era bonito, ele no apreciaria se eu falasse como todo o mundo na Idade Mdia
tiveram piolhos e eram desdentadas - eu s fiquei sentada l.
Alm do mais, eu tive uma idia boa porque haviam brigado com Will, sobre o negcio de se sentar nas rvores e ouvir msica medieval, Lance e Jennifer haviam descoberto
naquele dia que eu os vi na floresta com ele.
Ainda, recebi o sentimento essa expresso lgubre de Will no ter muito fazer com ficar sentado e ouvindo msica medieval. Quero dizer, soube sobre ocasio para
rachar para fora minha coleo do Bee Gees do papai quando me sentia completamente deprimida ou o que. Mas quando meu irmo Geoff me importunava e me fazia ver as
coisas como... bem, sem esperana como Will estava fazendo.
Que fez me compreender: Will no estava gastando seu tempo sobre como pensar com sua msica chata. Era sobre algo muito, muito pior.
Perguntar o que pode ser - e esperando no seria algo que talvez acabe me convidado ao baile estudantil, ou para que ele e Jenniffer terminasse - inspirei profundamente
e perguntei. "Olha. Isto no  meu negcio. Mas voc est bem?" Perguntei.
A sombra tinha desaparecido de seu rosto. Pareceu surpreso com a pergunta.
"Sim," disse. "Por que?".
Uh. Deixe-me ver." Marquei fatos nos meus dedos. "Presidente da classe snior.
O Zagueiro da equipe de futebol. Orador Oficial?".
"Provavelmente." Ele sorriu. O meu corao pulou outra vez.
"Orador Oficial," adicionei a minha lista. "Sair com a menina mais popular e mais bonita da escola. Gosta de se sentar sozinho na floresta escutando baladas romnticas
medievais. V a parte inteira de esta- coisa - no -  - como - a - outra - parte?"
Seu sorriso aumentou.
"Voc no fala indiretamente, no ?" ele perguntou, seus olhos azuis cintilando numa maneira que no ajudava muito o meu sentimento. " que uma coisa de Minnesota,
ou uma coisa apenas de Elle Harrison?".
Eu no sei o que respondi. Sei que eu devo ter dito algo, mas no tenho qualquer idia do que poderia ter sido. O que importa, de qualquer jeito? Tinha falado outra
vez. Elle. Elle.
Senti-me tranqilizada pela sua resposta petulante a minha pergunta. No, ele realmente no tinha respondido. Mas se pode brincar com ele obviamente no pensava
sobre mal sobre tudo, nem o que. Talvez esse olhar no seu rosto no quisesse dizer nada.
Talvez fosse somente um rapaz que gosta de se sentar s, escuta msica medieval.
Talvez ele no tivesse uma piscina, e de modo que ele tem que flutuar... sabe, mentalmente.
E aqui vim logo aqui onde no precisaria vir. Ou no era requerida.
Sentimento estpido, eu tentei sair depressa dessa situao.
"Ok," disse, comeando a me levantar. "Bem, vejo voc na escola.".
Mas fui impedida por dedos fortes que agarraram meu pulso."Espera um segundo." Will olhou para mim curiosamente. "Aonde vai?".
"Um," disse, tentando parecer casual sobre pelo fato dele me tocar. Me tocar.
Nenhum garoto - alm do meu irmo e Tommy Meadows, que me pediu para andar de patim durante uma viagem de classe a Western Skateland - jamais tinha me tocado. "Casa.".
"Porque a pressa?" ele quis saber.
"Uh," disse. Talvez eu no o tinha ouvido direito. Ele realmente quis que eu ficasse? "Nenhuma pressa. Acabo de entender que voc quer ficar s. E vou chamar meu
pai para me dar uma carona.".
"Eu lhe darei uma carona para casa," Will disse, levantando-se, e me puxando para
perto dele... to inesperadamente que eu comecei a perder meu equilbrio, e cambaleei um
pouco no topo da pedra.
Meu corao pulou uma vez ou duas, a sua mo ao redor da minha cintura, e a outra segurando meu pulso, nossos rostos longe s alguns centmetros. Se algum nos tivesse
visto, eles provavelmente teriam pensado que ns estvamos danando. Dois jovens loucos, danando em cima de uma pedra.
Me Pergunto se teriam suspeitado que aquele dois jovens - s para saber - queriam permanecer nesta posio eternamente, memorizar cada linha desse rosto ento fechar
os olhos, afagar esse cabelo escuro macio, beijar esses lbios que pairavam apenas centmetros longe dos meus. Will pensava as mesmas coisas? Eu no sabia, e olhava
diretamente nesses olhos azuis. Pensei que eu senti algo - algo indescritvel - passando entre ns.Mas devo estar errada, porque um segundo mais tarde, Will dizia
"Voc est bem agora?" e soltou sua mo da minha."Seguramente," disse, rindo nervosa. "Desculpe.".Exceto que eu no estava arrependida. Especialmente desde que
ambos os lugares em que ele tinha me tocado como eles tivessem queimado... s que de um jeito bom.Comeamos a subir a ravina, Will andava meio, gentilmente contendo
os arbustos mais abruptos, afastando-os de mim, por causa dos meus tnis de corrida eu no podia fazer isso. Se notou como, de vez em quando seus dedos encontravam
os meus, fascas pareceram tirar de cima o meu brao, ele no deixou l. Em vez disso, ele falou sobre meus pais.
"Vocs trs so engraados juntos," foi o que Will disse.
"Somos?"
Isto era novo para mim. Quero dizer, sei que meu pai parece engraado, com sua Tira de Dork e tudo. Mas ele sequer nem tinha usado que quando Will foi l em casa.
E minha me no  particularmente humorstica.  realmente bonita e atraente. At que ela abre a boca e fala sobre testas claras, brilhantes e tudo isso.
"Sim,"Will disse. "O modo como eles importunaram voc sobre manter os filtros de piscina limpos ento limpam. E meio que voc fala que os apiam sobre a cobra. Isso
 engraado. Eu nunca posso brincar com meu papai como isso. Tudo ele jamais quer falar comigo sobre onde estudarei no ano que vem".
"Oh," disse, aliviada, estvamos fora do assunto sobre meus pais. "Tem razo.
Voc se gradua na primavera".
"Sim. E meu papai quer que eu v para a Academia".
Que era abreviao local, eu tinha aprendido, sobre a Academia Naval. S que ningum jamais a chama pelo seu nome por aqui.  s "a Academia".
Perguntei-me como seria ter um papai que estava no exrcito, e, voc sabe, organizado. Aposto que o pai de Will nunca faria um lanche que inclusse salada de batata.
Por outro lado, eu aposto que o pai de Will no teria s ignorado o aviso de mangueira de ar nas jangadas inflveis.
"Bem," disse, perguntando-me como o veria com um uniforme branco espremido num corredor lotado. Bastante bem, adivinhei. Realmente bom, realmente. " uma escola
excelente. Onde h muito que se fazer pelo pas e tudo.".
"Sei," Will disse, encolhendo-se para eu poder passar sob um ramo realmente espinhoso. "E recebi as classes e os testes contados e tudo. Mas eu no estou to seguro
quero entrar no exrcito, voc sabe? Visitar novos lugares. Encontrar novas pessoas. E os matar.".
"Bem," disse, outra vez. "Sim. Posso ver como isso pode desgast-lo. J mencionou isso? Ao seu pai?".
"J".
"E"? Perguntei, quando Will no disse mais nada. "Como ele reagiu"?
Will se encolhe outra vez. "Ele ficou louco".
"Oh," disse. Pensei sobre meu prprio pai. Ele e mame sempre contavam que Geoff e eu nos tornssemos professores porque professores passam veres fora e s tm
que ensinar um curso ou dois em um semestre.
Mas eu preferia comer vidro a ter que escrever papis acadmicos todo o tempo como Mame e Papai fazem. E eu falo isso, regularmente.
Mas eles no dizem que no  to esquisito quanto eu digo.
"Bem," eu disse. "O que voc quer fazer em vez disso?".
"Eu no sei," Will disse. "Meu papai diz que homens Wagner sempre estiveram no exrcito" - levantou as suas mos e aspas feitas no ar como adicionou sarcasticamente
- "fazendo uma diferena no mundo". Ento abaixou as suas mos. "E quero fazer uma diferena no mundo. Eu realmente fao. Mas eu no quero faz-lo mandando pessoas
para cima".
Pensei sobre a cena que eu tinha testemunhado no corredor na escola, e meio que Will tinha manipulado Rick. Pareceu a mim como se ele j fizesse uma diferena no
mundo.
"Posso entender isso," eu disse.
"Desculpe," Will disse com uma risada repentina, pondo um das suas mos pelo seu cabelo escuro. "Eu no devo me queixar. Meu pai quer me colocar em uma das melhores
escolas do pas, que ele est completamente disposto a pagar e que eu no devo ter qualquer problema fazer a minha parte. Todo o mundo deve ter meus problemas, certo?".
"Bem," disse. "Isso no  exatamente uma espcie de problema, se  s a escola e seu pai disposto a pagar  o voc que no quer ir.... Especialmente, sabe, se voc
no quer estar no exrcito. Porque atirando revlveres e material que parece estar na maioria das vezes na Academia. Ao menos julgando por todo o barulho eu ouo
da artilharia todos os dias.".
"Sim," Will disse. Tinha alcanado, ento, a trilha. Uma senhora andando com um Jack Russell terrier passou apressada por nos, claramente louca pelo fato que ns
tnhamos estado na floresta, desde que se recusou olhar para qualquer um de ns quando passou em seu terno cor-de-rosa de jogging.
Olhei Will para ver se ele tinha notado, e o via sorrindo.
"Provavelmente pensa que ns estvamos em l fazendo um sacrifcio a Sat," disse, quando a senhora no pode mais nos ouvir.
"E seu co nossa prxima vtima," concordei.
Will riu. Samos das florestas, e fomos em direo ao estacionamento e carro de Will. Depois da escurido da floresta, os ltimos raios do sol do cenrio pareceram
especialmente brilhantes. Pareciam transformar o brilho das bolas de beisebol em fascas de fogo. Havia uma sugesto de fumaa no ar, que algum faz churrasco.
Ficando somente os grilos que comeavam a sua trmula serenata de noite. "Escuta" Will disse quebrando o silncio em que ns havamos cado. "O que voc vai fazer
sbado  noite?".
"Sbado"? Pisquei nele. Era verdade que esses grilos cantavam alto. Mas eu no pensei que eles no cantassem suficientemente alto para mim ter ouvido errado a pergunta.
Porque tinha soado... bem, certamente soou a mim como se Will estava me convidando para sair.
"Farei uma festa," ele me convidou.
Ou talvez no.
"Uma festa?" Perguntei estupidamente.
"Sim," disse. "Sbado  noite" Devo ter olhado desatentamente, desde que sorriu e acrescentou "O jogo de futebol? O Avalon contra Broadneck? Vo, voc no sabe?".
"Oh," disse. Eu nunca tinha ido a um jogo de futebol em minha vida. Sabe a coisa de comer vidro? Sim, eu muito antes faria do que ver um jogo de futebol.
A menos que, naturalmente, acontea de A. William Wagner esteja jogando nele."Seguramente, vou," disse, perguntando-me freneticamente o que usar para ir a um jogo
de futebol.
"Grande. De qualquer jeito, eu farei uma festa depois," ele disse. "Em minha casa.
Uma coisa de Volta - as - aulas. Pode vir?".
Olhei para ele. Eu nunca tenho sido convidada para uma festa antes. Bem, no por um garoto, de qualquer jeito. Nancy dava festas, mas ningum jamais veio a ele com
exceo dos nossos outros amigos, que eram todas meninas. s vezes em minha escola antiga um garoto dava uma festa e convidava a equipe das garotas.
Mas ramos no fim, porque os garotos nos ignoravam e procuravam saber se alguma animadora viria.
Perguntei-me se a festa de Will seria esse tipo de festa, e se ento, se ele tinha me convidado por educao.
"Um," disse, tentando bolar uma desculpa para no ter que ir. Por um lado, eu queria desesperadamente saber onde Will vivia. Queria saber tudo sobre ele.
Por outro lado, eu tive um pressentimento forte de que Jennifer Gold estaria l. E eu realmente queria ver Will com outra menina? No muito.
Will percebeu minha hesitao - percebeu e tirou concluso errnea sobre ela - desde que disse, "No se preocupa, no ser selvagem, nem algo assim, Meus pais estaro
l. Venha, gostar deles.  uma festa na piscina. Pode trazer sua jangada.".
Eu no pude conter o sorriso agora.
Ou no modo amigvel como Will me de uma cotovelada.
Oh sim. E que mesmo o cotovelo do garoto me pareceu quente.
"T bom," ouvi-me dizendo. "Estarei l. Um, sem minha jangada, embora. Tem um toque de recolher. Tenho que ir para casa as nove.".
Sorriu. Ento, me olhando, disse, "Oh, hey. Quer alguma limonada?".
Dei uma olhada na direo que ele apontava, e via que algumas crianas - que estavam sentadas na beira do parque - tinha montada uma mesa dobrvel com um cartaz
feito  mo com letras grande que estava escrito LIMONADA: 25 CENTAVOS.
"C'mon," Will disse. "Eu lhe comprarei uma limonada.".
"Whoa," brinquei. "Grande gasto.".
Sorriu enquanto nos aproximvamos da mesa, que algum tinha tido um grande problema para decorar com uma toalha de mesa de xadrez e uma rosa meio-soprada de jardim
num vaso, junto com o jarro plstico inevitvel e coleo de copos de Dixie. As trs crianas atrs da mesa, a mais velha que s podia ter nove anos, revigoravam
na viso de fregueses.
"Querem comprar limonada?" eles perguntaram em coro.
"E  bom?" Will importunou as crianas. "Eu no gasto um quarto do meu dinheiro em limonada se no for a melhor da cidade.".
"!" as crianas guincharam. " a melhor! Ns a fizemos!".
"Eu no sei," Will disse, fingindo ceticismo. Me olhou. "O que voc pensa?".
Me encolhi. "Posso experimentar.".
"Experimenta, experimenta," choraram as crianas. O velho disse, colocando autoridade na situao, "Olha, ns lhe daremos uma amostra, e se gostar dele, voc pode
comprar um copo.".
Will pareceu pensar sobre isto. Ento disse, "t bom, negcio fechado".
A criana mais velha despejou uma pequena quantia de limonada num copo, ento deu a Will, que fez um grande negcio de cheirar ele primeiramente, ento silvou ao
redor dele na sua boca que nem os provadores de vinho fazem.
As crianas acabaram-se. Davam risadinha, amavam cada minuto do show.
Como, tenho que admitir, eu tambm estava, como no podia?
"Buqu amvel," Will disse, depois que ele finalmente tinha bebido. "Acidulado, e no demais doce. Um ano bem excelente para limonada, obviamente ns tomaremos dois
copos.".
"Dois copos!" as crianas choraram, mexendo para ench-los. "Tomaro dois copos!".
Quando os copos encheram-se, Will pegou um e deu a mim como um brinde.
"Obrigado," disse, fazendo reverncia a ele.
"Prazer o meu," disse, e alcanando o bolso atrs de seus jeans, sacou uma carteira preta de couro, da qual ele puxou uma conta de cinco - dlares.
"E voc trs," disse s crianas, colocando a conta na mesa, "podem ficar com todo o dinheiro, se me derem uma rosa agora.".
As crianas olharam procurando, nos cinco cantos. O velho recuperou se rapidamente, e arrancou a rosa do vaso dele. "Aqui," disse. "Tome".
Will pegou-a, gentilmente "Obrigado." Ento devolveu, e virou, enquanto atrs dele, as crianas tentaram de sufocar suas risadinhas encantadas e gritos de "Cinco
dlares! Isso  o que fazemos o dia todo!".
Sorriu, eu acompanhei o passo de Will e fomos ao carro. "Sabe que eles acabam de gastando esse dinheiro em doce que apodrecer os seus dentes," informei-o.
"Sei," disse, olhando diretamente, mesmo como que ele fez logo. Que foi me dar a rosa. "Para voc.".
Olhei para rosa - to minscula, cor-de-rosa e perfeita - com assombro.
"Oh," disse, repentinamente consumida pelo embarao. "Eu no posso. Quero dizer - ".
Virou a sua cabea para me olhar ento, e eu via riso nos seus lbios.
Mas no, estranhamente, nos seus olhos. Seu olhar era forte e constante no meu, o modo como sua voz tinha sido na escola, quando tinha falado a Rick. Estava claro
que no tinha tempo para brincar.
"Elle," disse. "Apenas aceite".
E eu aceitei.
Era a primeira flor que um garoto havia me dado.
E talvez fosse por isto que mesmo depois que ele dirigiu e me deixou em casa, meu corao ainda pulava.
Capitulo 07
Parte a teia, ela parte o tear,
Ela deu trs passos no lugar,
Via o belo lrio d'gua,
Via o capacete e a pluma,
Olhava para Camelot...
Como estudei o velho Arthur para meu projeto Literatura Mundial essa noite - que no era fcil, considerando que poria rosa de Will num vaso do lado da minha cama,
e meu olhar desviava para ela a cada dois minutos - descobri algumas coisas inesperadas. Tal como o material para Camelot - que minha me ama, e me fez escutar dez
mil vezes - como o Rei Arthur executou todas estas faanhas hericas, basicamente tirando as suas pessoas das Idades Escuras e os defendendo contra os saxes e enche?
E como ele isto tinha organizado casamento com esta princesa Guinevere, e como ela eventualmente descartou-o por seu cavaleiro favorito, Lancelot (que, de novo,
descartou Elaine Astolat, Dama de Shalott, por Guinevere, fazendo Elaine tornar-se o assunto de novo livro da minha me)?
Isso provavelmente aconteceu.
Exceto que Lancelot no acabou para cima matando Arthur por Guinevere: Ou o irmo de Arthur (ou filho, de acordo com algumas tradues), Mordred, cuidou disso.
Veja, Mordred era todo cioso de realizaes do Arthur, e dele  rei to amado e todo, ento conspirou matar e assumir o trono - mesmo se casando com a Rainha Guinevere
em algum ponto, de acordo com algumas fontes...
O Pendragons eram meio famlias com funes defeituosas. Jerry Springer teria amado-os.
Prefiro montar em cavalos selvagens do que admitir isso na frente dos meus pais, mas a coisa inteira de Arthur era meio legal. A razo porque havia tantos filmes
e livros e poemas e musicais escritos sobre Rei Arthur - no mencionando High School como Avalon nomeou depois que a ilha mtica onde ele escolheu morrer -  que
sua histria  uma ilustrao boa da teoria herica da histria: que um indivduo - no um exrcito; no um deus; no um super-heri; somente um Joe regular - permanentemente
pode alterar o curso das coisas.
Qual  por que, de acordo com outro um de meus livros da minha me, h nesta sociedade inteira - eu no concordo com isso - das pessoas que pensam que Arthur, cujo
corpo foi enviado  ilha agora inexistente de Avalon pela Senhora do Lago, est realmente adormecido, no morto, e  destinado despertar outra vez somente quando
for bem necessrio.
Seriamente. Esta organizao de perdedores pertencem a Ordem do Urso, o Urso sendo apelido do Rei Arthur. Pensam que Arthur se acordar um dia e governar o mundo
de moderno - fora da Idade Escura e haver uma nova idade de iluminao, justamente como ele fez h cem anos. A nica coisa impedindo-o de despertar, de acordo com
os membros da Ordem do Urso, so as foras de escurido.
Um. T bom.
Tentei no demonstrar meu ceticismo sobre a existncia de foras da escurido no esboo que eu escrevi para nosso relatrio para a aula do Sr. Morton, embora.
E eu definitivamente no mencionei aos meus pais que fazia um projeto sobre o Rei Arthur. Porque soube que em seu entusiasmo para o assunto, eles comeariam jogar
materiais de fontes sobre mim at que eu sairia gritando pela casa Alguns pais ensinam melhor as coisas que sabem.
Como a coisa da trilha. Eu nunca perturbei mencionar a eles que fui preocupada com a equipe de trilha das mulheres de segundo grau de Avalon. Era alegre eu no tive,
demais, quando saiu rumor sobre a velocidade de certo mulheres frescas provaram ser muito exagerado. Farei uma prxima vez com facilidade.
Liz estava psictica, quando o treinador leu meu nome. Embora mais tarde, enquanto espervamos Stacy, outra menina na equipe que morava perto de ns e tinha nos
prometido dar uma carona at em casa, Liz advertiu-me sobre a iniciao.
" somente esta Cathy estpida que bolou essa coisa," disse.Cathy era aparentemente a capit da equipe, quem eu tinha encontrado s em suma. "Entraro no meio da
noite - bem, realmente aproximadamente dez da noite - e a seqestram, e o faz comer um sundae de Moose Tracks.".
Desde que este seja esse tipo de iniciao eu talvez goste - desde que no envolva comida de gato ou animais crus envolvidos - eu no fiquei alarmada.
Mas ento Liz disse que eles provavelmente fariam isso no sbado.
"Isso  um problema," disse. "Irei  festa da piscina de Will Wagner depois do jogo de Broadneck".Liz somente olhou para mim.
"Voc recebeu um convite para a festa na piscina de Will Wagner"? Soou completamente atordoada. Suficientemente atordoada para que eu imediatamente me sentir desconfortvel
sobre a coisa inteira.
"Bem," eu disse, "Sim. Quero dizer, ele me convidou".
"Quando?" Liz perguntou, ainda soando atordoada.
"Ontem," disse. "Encontrei com ele no Anne Arundel Park. Bem, eu corria. E ele estava sentado - ".
" - Nessa pedra?" Liz sacudiu a sua cabea. "Oh meu Deus. Tinha ouvido os rumores, naturalmente. Mas eu no pensei que eles fossem verdadeiros.".
Olhei para ela. "Que rumores?"
"Sabe," Liz disse. "Sobre ele se drogar.".
"Will?" Perguntei assustada. "Por que as pessoas pensam que ele se droga?"
"Porque ele tem ido se sentar nessa ravina nesse parque estpido todo o vero," Liz disse. "Faltou o treino de futebol duas vezes essa semana para fazer isso. Ouvi
diz que ele gosta de ir l pensar. Pensar! Quem faz isso mesmo?".
Entendi na hora ento que Liz nunca entenderia sobre a coisa de flutuar.
"Mas de qualquer jeito," disse. "Algumas pessoas dizem - " "O que?" Perguntei mais nervosa do que quis aparentar.
"Bem, algumas pessoas dizem que ele vai l para escapar do seu pai.".
"Seu pai?" Fingi ignorncia, no querendo deixar claro que Will j havia confiado falar sobre isto comigo.
"Sim. Por causa do que ele fez.".
Olhei para Liz, totalmente confusa. "O que seu papai fez?" Sobre o que falvamos?
O pai de Will no tinha feito nada. Algo exceto tentar forar Will para ir  Escola naval. Mas ele no tinha concordado em fazer isso. Ainda. "O que seu pai fez?".
Matou seu melhor amigo," Liz disse prtica. "Algum garoto que trabalha com o pai dele soube desde que treinamento bsico, ou algo. Wagner de almirante transferido
a um posto de combate no estrangeiro um ano mis ou menos, e o tal garoto morreu num choque de helicptero.".
"Mas - " pisquei. A verdade era que eu no sabia se acreditava ou no em Liz.
Ela gostava muito de fofocar. Muito.
Mas ela no me pareceu uma mentirosa.
"Isso no quer dizer que o pai de Will o matou," eu disse. "Ele no fez de propsito. Foi obviamente um acidente.".
"Oh, certo," Liz zombou. "E eu suponho era somente um acidente e ento que seis meses mais tarde, Almirante Wagner se casou com a esposa do seu amigo morto.".
Whoa.
Aparentemente, tinha dito a palavra em voz alta, embora eu no me lembro de t-lo feito, desde que Liz assentiu, e foi, "Totalmente. De qualquer jeito, agora as
pessoas dizem que esse pai do Will transferiu seu amigo a um posto perigoso de propsito, porque tinha se apaixonado pela esposa do rapaz durante anos e anos e s
esperava para um meio de livrar-se de seu marido antes de fazer seu movimento.".
"Geez," disse, chocada. Will no tinha mencionado isto para mim. No que eu tenha, depois de um nico jantar e dois copos de limonadas, eu nos considerado almas
gmeas, nem algo assim.
Mas... tinha me contado tantas outras coisas. Como sobre no querer ir  Academia.
E a rosa. Que tal essa rosa?
"Ento," Liz foi em, "pode ver por que Will no gosta de ficar muito em casa. Com sua nova madrasta e um pai que faria algo como isso. Isso sem mencionar Marco.".
"Quem  Marco?" Perguntei totalmente confusa agora.
Stacy, a menina que nos oferecia uma carona, finalmente apareceu, perambulou para cima de ns como se tivesse todo o tempo no mundo. Bem, estava com um suter alto.Podem
ser esse modo. No est sobre velocidade com eles, tanto como desafiando arranco gravitacional.
"Oh meu Deus," disse, tendo ouvido por acaso minha pergunta. Olhou para Liz e riu. "Ela no ouviu sobre Marco?".
"Sei," Liz disse, revirando seus olhos.
"Bem,  novo.".
"O que?" Olhei de uma menina ao outro. "Quem  Marco?".
"Marco Campbell," Liz disse.
"Novo meio-irmo de Will. O filho do rapaz morto." "Psictico da cidade," Stacy disse. Apontou o seu dedo em sua cabea, ento girou o dedo.
"Caso de loucura total.".
Fiquei de boca aberta sobre as duas coisas, mas eu no pude resistir.
"Marco vive com Will e seu papai e a madrasta?".
"Sim," Stacy disse. "Porm estou segura que gostariam de livrar-se de ele.".
"Porque? O que h de errado com ele?".
"Stacy j contou," Liz disse. " um total esquisito. Recebeu expulso de Avalon High no ano passado, um ms antes da formatura,
- pense nisto - tentou matar
um professor".
Tinha me sentado no meio-fio do estacionamento ao lado de Liz. Agora me levantei, e virei encarando as duas garotas.
"Isto no  verdade," disse firmemente. "Isto  parte daquilo - do que voc chamou? Oh sim. Minha iniciao. Vocs enganam a Menina Nova, ou algo assim.".
"Uh," Stacy disse, olhando para mim, desde que estava com as minhas costas ao sol da tarde.
"Acredite  verdade, ele no foi preso por falta de provas - eu no sei se havia evidncia suficiente para pressionar cargas criminais. Mas o garoto recebeu
expulso.
Era tudo o que a escola podia fazer.".
"Realmente  verdade, Ellie," Liz disse, levantando-se do meio-fio tambm.
"Embora Marco reivindicasse em sua autodefesa, que o professor - quem era - tentava mat-lo, e ele acabou tentando o mesmo. Como se algum acreditasse nisso. E supostamente
estar comeando faculdade este ano. Isso , se entrou em algum lugar. Que eu duvido muito, desde que seus nveis baixaram. E no porque ele no era esperto.
Eram suas atitudes.".
Eu no posso acreditar Will no me tinha contado nada disto. Quero dizer, alm da coisa com seu pai querendo fazer com que ele v para a Escola naval.
Que tivesse mencionado. Mas que seu papai intencionalmente tinha enviado seu melhor amigo numa zona de guerra, ento arrebatou sua esposa para si depois que o rapaz
tinha morrido? E que teve um meio-irmo que foi expulso da escola por tentar matar um professor?
Bem, talvez no seja o tipo de coisa que voc conta a uma estranha quando caminha com ela na floresta. Ainda que tenha jantado comida tailandesa com ela.
Provavelmente Will no quis conversar sobre ele. Quero dizer,  o tipo de coisa que as pessoas querem se esquecer.
Meus pais estaro e, casa. Isso foi o que Will tinha dito sobre sua festa. Que seus pais iam estar em casa. No seu papai e sua nova madrasta. Seus pais.
"O que aconteceu com sua me?" Perguntei a Liz, comeamos a seguir Stacy em direo a seu Miata. "Me de verdade, quero dizer de Will?".
Liz se encolheu. "Morreu ou algo assim, eu penso. H um longo tempo, eu acho. Quero dizer, eu nunca o ouvi conversando sobre ela, de qualquer jeito.".
Ento a me de Will est morta. Ele no tinha mencionado isso, ou qualquer coisa assim, notei.
Talvez essa seja a razo pela qual ele goste de sentar sozinho na floresta, escutar msica medieval, tanto. Talvez se seu pai tivesse matado seu melhor amigo, ento
pegou a esposa do rapaz para si, todo o enquanto o insistisse para Will ir a escola militar e que fizesse uma diferena no mundo, voc tambm se sentiria perdido.
Era tipo de direito alegre que tinha nascido Elaine Harrison e no A. William Wagner.
"Por que ns falvamos sobre Will Wagner, de qualquer jeito?" Stacy quis saber, quando entramos em seu carro.
"Harrison aqui foi convidada para ir  festa da piscina sbado  noite depois do jogo," Vangloriou-se Liz.
"Whoa," Stacy disse. "Parece que a novata fez boas amizades para si. Enturmar-se logo com o pessoal popular.".
"Eu no sou popular," disse, porque o modo como ela falou soou como se no fosse uma coisa boa. "E no  como isso".
"Sim, so," Liz me garantiu. "Se Vai Ir Wagner convida-o a partidos no seu lugar, voc so parte do "Na Multido", tempo grande."
"E eu o ouvi que Lance Reynolds  seu parceiro no dever de casa oral do Sr. Morton," Stacy disse.
"No  como se eu escolhesse," disse."Sr. Morton nos juntou."
"Escute," Stacy disse, dando risadinhas. "To ultrajante! Voc no sabe que quantas meninas morreriam para estar em seu lugar, Ellie? Lance Reynolds  o "jour de
du de hottie" da escola. E ele no tem uma namorada...".
"Parece estar brincando," disse. "Esse garoto  um behemoth!".
"Behemoth," ecoou Stacy. "Meu, isso  um pouco spero.".
"Sim," Liz concordou. "Para algum sendo seu melhor amigo na festa de sbado.".
"Eu no posso acreditar que as pessoas consideram Lance quente," disse. Eu no posso
acreditar, qualquer um. Comparou Will com Lance era como... bem, waffles com queimadura
de congelador.
"Aw, Lance  bem hot," Liz disse. "Espcie de drogado, mas amvel. Como um urso de pelcia. O problema ,  cronicamente nico. Necessita do amor de uma boa mulher
para mold-lo, ele tem potencial para ser um bom homem.".
"Penso que essa descrio bate perfeitamente com Ellie, voc no acha Liz?"
Stacy disse importunando.
"Totalmente," Liz declarou.
Ento as duas meninas deram uma boa gargalhada com minha expresso.
Soube que elas terminaram de importunar. E ainda que eles no eram, era melhor que suspeitassem sobre Lance do que a verdade...que a forma que eu tinha calor por
Will.
Tinha gasto todo o dia esperando v-lo no corredor entre as aulas. Eu mesma tinha ensaiado o que eu diria a ele. Ouo 2 Broadneck e 0. Adivinha os melhores rapazes
faro algum jogo srio.
Sim, sou uma jeca, tinha olhado Broadneck na Internet  noite e, ento pratiquei o que dizer em frente ao espelho. Ento pareceria como se eu soubesse algo sobre
futebol, quando, alis, no sabia nada.
Mas eu no o vi. E agora entendi que futebol no era nada. Entendi que no sabia nada sobre A.William Wagner - o garoto que eu aparentemente caa de amores - qualquer
coisa.
Mas soube uma coisa: Qualquer um que pode brincar ao redor de um punhado de crianas, o modo como Will fez no dia da limonada, ou defende um jeca do modo como ele
defendeu no dia da aula do Sr. Morton, teria minha boa opinio eternamente, nenhuma questo sobre o que seu pai - ou meio-irmo - foi realmente confirmado.
Soube algo mais, demais: que qualquer um erro de Will precisava de uma risada ou duas.
No  de admirar que ele tenha me acompanhado no passeio, a Rainha das Gargalhadas.
E nada do que Nancy pense sobre garotos gostarem ou no de garotas que riem muito. Porque se fosse isso que Will queria, era isso que ele teria.Ainda que quebre
o meu corao em mil pedaos fazendo isso.
Capitulo 08
Eu nunca fui muito feminina. Quero dizer, eu nunca colecionei animais fofos nem cuidei demais das roupas. Eu nunca tive uma manicure, e meu cabelo  todo reto porque
sou preguiosa demais para cort-lo regularmente. Eu basicamente o prendo num rabo de cavalo na maioria dos dias.
Mas na noite da festa e do jogo de Will, eu realmente fiz um esforo para melhorar.
Eu no sei por que. Quero dizer, ainda no era como se Will estivesse livre. E ainda se estivesse, no havia nenhuma razo pensar que ele gosta de mim. Quero dizer,
seguramente, eu era a menina que o tinha feito rir - que tinha se sentado numa pedra na floresta e escutado quando ele contou sobre seus problemas com seu pai.
Mas ele no tinha sido totalmente vindouro com todos os detalhes sobre seu pai.
No era como se eu fosse sua grande confidente, nem algo assim. Era somente uma menina engraada que ele tinha encontrado. Ele obviamente gostou de mim: O dia depois
que tinha me dado a rosa - o dia em que entrei na equipe - cheguei em casa e achei uma mensagem dele no meu e-mail eletrnico.
CAVALIER: Ei! Espero que voc tenha se sado bem hoje, e corrido como o vento.
Voc foi maravilhosa, no se preocupe.
Ele se lembrou. Eu s tinha mencionado em suma, quando tinha me deixado em casa no dia anterior, que eu planejava fazer o teste para a equipe.
E ele tinha se lembrado.
Porque isso  isso que os amigos fazem. Lembram-se das coisas de um sobre o outro. No esqueceu me lembrei constantemente, isso significava algo. Algo alm de que
estvamos amigos, eu quero dizer. Respondi imediatamente. Bem, para compartilhar a boa notcia.
TIGGERTOO: Ei, voc acertou! Entrei na equipe. Agradeo aos bons pensamentos.
CAVALIER: Veja? Ento voc conseguiu. Parabns. Com voc na equipe, eles receberam um grande trunfo rumo a uma mudana.
Que  o tipo de coisa que um amigo diria. Porque amigos se apiam. Apenas como amigos que dizem ol quando se encontram no corredor (como Will sempre fez).
E acena quando se vem no estacionamento (idem). Apenas os amigos.
E Will tm muitos amigos. Todo mundo em Avalon High, pareceu, am-lo. Era imensamente popular, no s com seus companheiros de jogo, mas com pessoas menos voltadas
ao esporte. Na sexta-feira, quando fomos chamados ao ginsio para um imenso restabelecimento de energia antes do jogo de Broadneck, e nome de Will estava l e na
corrida do ptio interno, o aplauso para ele estavam atordoantes. Todo o mundo na escola inteira - incluindo pessoas que pareciam ter uma lenta reestabilizao de
energia, como os skatistas e os rockeiros de meia tigela - levantaram-se para aplaudi-lo de p.
Will, por sua vez, parecia embaraado, e ento, enquanto o aplauso no acabou, teve que alcana o microfone que Sr. Morton, que apreciava o acontecimento ( e para
nos incentivar a recuperar as energias, gritava, "Excalibur!" que seja talvez a alegria mais idiota do segundo grau), segurou e disse, "Agradeo a todo o mundo.
Acabamos de ir l fora e jogaremos o nosso melhor, e ns esperamos que vocs estejam l para nos apoiar.".
Essa exclamao provocou um rugido que nenhum dos 'Excaliburs!' Do Sr. Morton tinha provocado em ns.
E quando Will passava o microfone de volta ao Sr. Morton, e olhou para mim - eu, longe de todas as pessoas nas arquibancadas descobertas - e ele piscou para mim
e me deu um sorriso, eu dizia que era apenas isso que os amigos faziam. Mesmo que tanto Liz quanto Stacy, ao meu lado, me olharam e disse, "Ele fez isso - ?"
"Somos apenas amigos," eu disse rapidamente.
"Seguramente," Liz disse, assim como eu falei rapidamente. "Seguramente.
Porque, vocs sabem sobre Will e Jennifer - ".
"So como um par," Stacy acabou para ela.
"Certo," disse. "Will e eu somos... apenas amigos.".
"Desejo ter um amigo to quente," Stacy disse. "E amvel. E esperto. E engraado.".Liz deu uma palmada no brao dela. "Que tal eu? Sou quente,amvel, esperta, e
engraada".
"Sim, mas eu no quero colar a minha lngua na sua boca," Stacy salientou.
Liz suspirou, e olhou para Will, que se sentava com os reservas de sua equipe.
"Verdade," disse. "Se Will Wagner e eu fossemos apenas amigos, eu asseguraria de que ns no permaneceramos apenas amigos para sempre.".
"Oh, certo," Stacy disse sarcasticamente. "Boa sorte competindo com isso".
Olhamos onde ela apontava. Jennifer Gold vestia uma srie de backflips e micro saia no ginsio, com o tempo  faixa que jogava acelerou a verso de "Olha o que Eu
sou Comparada Com Voc." As pernas profundamente bronzeadas como lminas de tesoura. Quando ela parava, seus lustrosos cabelos loiros caiam facilmente nas costas
como ondas perfeitas.
"Eu a odeio," Liz disse, sem qualquer rancor real, resumindo exatamente como eu particularmente me sentia naquele momento. Mas soube que estes tipos de sentimentos
eram injustos. Jennifer no era uma pessoa m. Todo o mundo gostava dela. Eu no tinha nenhum direito de odi-la. Seguramente, Will tinha confiado em mim, e mesmo
me dado uma rosa, e me convidou a sua festa.
Mas ramos apenas amigos.
Mas por causa disso usei minha saia mais curta e usei delineador e at mousse na noite do jogo de Broadneck - suficiente de modo que quando meu pai me viu, ele disse,
"Tudo o que peo  que fique longe do centro da cidade," por causa das middies.
Ento, quando fiquei em minha casa at que Stacy - que levava a mim e a Liz ao jogo - ambas as meninas soltaram vaias para ridicularizar a verdadeira admirao,
e Liz perguntou se eu me sentaria perto dele, sendo dona de tal encanto, e tudo.
Eu no me ocupei em me importar, porque sabia que quis dizer tinha sido aceita.
E isso me deixou melhor, todo gentil, "parece a amvel Ellie.".
Eu nunca tinha ido a um jogo de futebol antes. Meu irmo Geoff tinha estado na equipe de basquetebol em minha escola antiga, ento tinha ido a alguns jogos para
alegr-lo... no pelo apoio de irm, mas porque Nancy sempre teve uma grande paixo por Geoff e tinha insistido em ir a seus jogos.
Nancy no tinha uma paixo por qualquer um dos jogadores de futebol, ento ela nunca me tinha feito ir a qualquer desses jogos.
Eu honestamente no posso dizer que eu perdi ou ganhei muito - ao menos se o jogo de Avalon - Broadneck estava com qualquer indicao. Oh, estava pendurar divertido
olhar para as pessoas nas arquibancadas descobertas, sob o vasto cu da noite, comendo pipoca.
Mas o jogo era meio chato, e praticamente incompreensvel. E os jogadores usaram tanta almofadas, que voc s sabia quem eram as pessoa por seus nomes nas costas
de seus suteres.
Ainda, apareceu que eu era a nica pessoa que tinha essa opinio. Todos os outros - incluindo Stacy e Liz - estavam acompanhando o jogo, unindo-se Jennifer Gold
e as outras animadoras em seu canto, e gritando histericamente cada tempo nossa equipe recebeu um ponto ou mais, ou o que eles foram chamados.
Liz tentou explicar sobre os pontos mais legais do jogo para mim.
A posio de Will, zagueiro era como um dos crebros da operao.
Seu amigo Lance era como um guarda, cujo trabalho que era manter Will intacto enquanto ele pegava na bola - que acontecia freqentemente.
Aparentemente Avalon High tinha uma boa equipe - to boa que eles mesmos tinham ido ao campeonato estadual no ano anterior. Torcia-se para que eles fossem outra
vez, se jogassem assim como jogaram no ano passado.
Mas ns no amos to bem contra os Bruins Broadneck. No ltimo tempo, ns estvamos com menos quatorze pontos, e muitas pessoas nas arquibancadas resmungavam sobre
isso.
Tenho que admitir, eu muito no me importava se ganhssemos. Eu no tinha gasto um tempo inteiro de tempo observando o jogo. Observava principalmente Will.
Era incrvel no notar que parecia muito gracioso na sua cala branca apertada enquanto ele l fora compunha jogos e contava a todos os outros o que fazer. H um
tipo de intoxicao, eu pensei, quando um garoto est em uma posio de comando... Nem de longe  to bom quanto Will.
Eu no mencionei minha paixo por Will nem para Liz ou Stacy, naturalmente. Quero dizer, para uma coisa, eu tinha feito esforos muito grandes para convenc-las
que ramos apenas amigos (que, no seu caso, de qualquer jeito, era realmente verdadeiro).
Mas soube que tinha confessado a elas de um certo modo, para mim era mais que somente amizade com ele, elas me olhariam compadecidas com a estpida garota que se
apaixonou por um garoto to popular - especialmente um que namora Jennifer Gold.
Alm do mais, elas ainda pareciam pensar que havia algo entre mim e Lance (claro que no), meio que elas se ligaram de como eu reagi quando Sr. Morton disse seu
nome no alto-falante (alm de coordenar os restabelecimentos de energia, Sr. M tambm anunciou o jogo) era qualquer indicio.
De qualquer jeito, eu estava to entediada no ltimo tempo que me ofereci para vender todos os cachorros-quentes, que me fazia mudar de posio quando tinha privilgio
de ouvir algum chamar meu nome.
Ia no tendo a idia menor idia do que falavam sobre mim, desde que eu ainda mal soube uma alma em AHS. Era mais que uma pequena surpresa ver Sr. Morton, tentando
emergir da banca em que anunciava o jogo, tentando chamar a minha ateno para baixo.
"Ei, Sr. Morton," disse, perguntando-me o que ele queria. Quero dizer, havia montes de seus outros estudantes ao redor dele. Para que me chamar?
"Elaine," disse, numa voz severa. Desde que era britnico, e todo, meu nome soou num estilo fora de moda de Americano Costumeiro. O tipo que modo que ele sempre
que ele diz o "Excalibur" palavra que soava extremamente importante.
Compreendi que devido ao estresse na sua voz que eu teria problemas. O porqu, eu no posso imaginar. Quero dizer, eu s tentava vender um par de cachorros-quentes,
para causa do Pete. "Li sua proposta," Sr. Morton disse ento.
"Oh," disse. Um pensamento me surgiu, eu provavelmente no estava com um problema afinal de contas. Eu no herdei os maus olhos do meu pai nem seu diminuir - mas
- firmar hbitos correntes, mas tinha herdado suas habilidades excelentes em pesquisas, assim como meu talento da mame para enorme-organizao. Ningum escreveu
um melhor, mais exaustivo de tanto que fiz. Eu nunca fiquei menos que UM em um. Jamais. Sr. Morton provavelmente quis me elogiar no trabalho surpreendentemente excelente
que eu tinha feito no esboo que eu tinha entregado sobre 'A Dama de Shalott'.
S que no era por que ele me tinha parado absolutamente, saiu. Ele no um pouco ficou nem um pouco agradado. Nem um pouco.
"Isso no era," disse, no mesmo tom recortado, "o tema que eu designei a voc.".
Por um segundo eu no pude compreender do que ele estava falando. Ento entendi o que ele quis dizer.
"Oh," disse. "Certo! Sinto muito. Isso  minha falta, Sr. Morton. Eu j leria Beowulf" - pensei o mais seguro dizer que a verdade, que  que odeio Beowulf. Voc
nunca sabe com professores literrios... podem ser realmente sensveis sobre esse tipo de coisa - "ento negociamos temas com outra pessoa. Isso no  permitido?
Eu
no lembro-me de ouvir voc dizer isso." Sr. Morton emudeceu. Claramente tinha o desconcertado. Porque ele nunca tinha dito que algo sobre no poder negociar o tema.
Ainda, isso no era a nica coisa que ele queria falar.
"Trabalhou totalmente com seu par nessa proposta?" ele exigiu.
Meu parceiro?
Ento me lembrei dele. Lance. Naturalmente.
"Claro," eu disse, mentindo por entre os meus dentes. "Ele ajudou a conseguir alguma dsa fontes-"
"Eu realmente duvido disso," Sr. Morton disse. Ele estava totalmente ultrajado. Eu podia dizer pelas suas sobrancelhas, que estavam muito baixas. Um acar velho-
que j passou h muito tempo da idade de se aposentar, se voc me perguntasse - as sobrancelhas do Sr. Morton so grisalhas, como sua barba limpa e bem feita.
"Eu mandei que voc trabalhasse com um parceiro por uma razo, Elaine." ele disse severamente.
"Sinto muito," eu disse, envergonhada. Professores nunca gritam comigo. Eu sou uma estudante modelo - como quando eu dirijo, tenho medo de quebrar a lei. A maior
parte do tempo. "Eu... um... ns... uh, ns dividimos o trabalho. Eu escrevi o trabalho e ele dever fazer a apresentao oral-"
Mas o Sr. Morton no estava caindo por nada disso. Ele disse, "Quando eu peo para que voce trabalhe com um parceiro, voc deve TRABALHAR COM ESSE PARCEIRO. Voc
e Lance devem estar juntos. Eu no vou aceitar o seu trabalho."
Isto fez com que soltasse um barulho chocado, porque nenhum professor nunca rejeitou nada que eu tinha escrito antes.
Mas o Sr. Morton no pareceu notar o meu choque, desde que ele continuou, "E na segunda-feira de manh eu quero ter uma palavra com vocs dois. Estarei esperando
voc e o Sr. Reynolds na minha classe como a primeira coisa do dia. Voc pode avis-lo quando o ver."
Eu estava chocada. O que isso queria dizer?
"Tudo bem," eu disse.
Eu disse 'tudo bem', mas no estava me sentindo bem. Eu estava definitivamente pirando. Como ele soube? Como ele pode ter sabido que Lance e eu no tnhamos trabalhados
juntos no trabalho? Quando eu voltei para o meu assento eu tinha me acalmado um pouco... mas no muito.
"Onde esto os cachorros quentes?" Liz quis saber quando eu me sentei ao seu lado.E foi ento que eu percebi que eu tinha ficado to nervosa pela conversa com o
Sr. Morton que tinha esquecido sobre os cachorros quentes.
"Desculpa," eu disse. "Escutem isto." E eu contei para elas o que o Sr. Morton tinha dito para mim. "Eu quero dizer, vocs podem acreditar nisto?" eu perguntei,
quando eu terminei de descrever o que tinha acontecido. "Ele tem a reputao de ser um velho rabugento ? Sr. Morton, eu quero dizer? Ou sou s eu?"
A pergunta tinha sido retrica. Eu tinha esperado completamente que elas dissessem, "Oh, sim, ele  um velho rabugento."
Mas elas no fizeram. Stacy foi, "Eu no sei. Todo mundo sempre pareceu amar o Sr. Morton."
"Sim," Liz disse. "Ele sempre foi votado como o melhor professor todos os anos, desde que ele comeou a trabalhar na Avalon, praticamente. E todo mundo sai com um
real pontap do modo que ele diz 'Excalibur.'"
"Realmente?" eu achei isto extremamente duro de acreditar.
"Eu no entendo por que voc est to furiosa," Stacy disse. "Eu quero dizer, ele est ordenando que praticamente voc gaste mais tempo com seu Amor. Onde a tragdia
nisso?"
Liz concordou com uma risada. "Seriamente," ela disse. "Eu pagaria dinheiro frio para gastar mais tempo com Lance Reynolds."
Eu ca em meu assento. No havia nenhum ponto lhes falando que minha falta de entusiasmo em ter Lance como meu parceiro de trabalho se originou de meu ser completamente
apaixonado pelo o melhor amigo dele.
Assim eu fechei minha boca e no disse nada pelo o resto do jogo...
At que, no quarto tempo, quando os times foram amarrados a twenty-one, algo estranho aconteceu. Pelo menos, eu pensei que era estranho. No tendo ido a uma partida
de futebol americano antes, talvez acontecesse diariamente. Quem saberia?
Mas eu vi exatamente como aconteceu, porque envolveu o Will, assim eu tinha estado assistindo de perto. O Will tinha convocado alguns nmeros e algum tinha o rompido
a bola. Ele correu com isto por alguns passos, enquanto procurava algum para lanar isto.
Ento algo aconteceu, isso no tinha acontecido qualquer hora antes e durante o jogo.
Lance no era para deixar o Will l sendo agarrado. Ao invs disso, Will recebeu um golpe, duro, de um jogador do time adversrio.
Vendo isto, eu ofeguei e saltei a meus ps, ento dei uma olhada ao redor do campo para Lance. Ele veio, enquanto corria para onde Jennifer Gold estava assistindo
o jogo, nas linhas secundrias.
Jennifer Gold? O que Lance lande estava fazendo, conversando com Jennifer Gold enquanto o Will estava recebendo vrios golpes em cima dele?
Eu no era a nica que tinha se intimidado. O treinador de Avalon golpeou Lance na parte de trs do capacete dele para que ele fosse correr ao lado de Will. Foram
soprados muitos apitos, e o sujeito que tacha, conduziu o Will para fora. Lance se ajoelhou ao lado de Will - oh, Deus! No o deixe ele morrer! - e arrancou o prprio
capacete dele, ento se inclinou para agarrar a frente do uniforme de Will, enquanto chamava o nome do amigo dele.
Assistia, com meu corao na minha garganta, no compreendendo porque tinha segurado minha respirao at um segundo mais tarde, quando Will comeou, lentamente
e dolorosamente, a levantar-se.
Ento soltei minha respirao num suspiro e, os meus joelhos fracos demais para me agentar, me derrubaram na arquibancada...
Tanto Stacy quanto Liz me olhavam com as sobrancelhas arqueadas.
Senti-me corando, e esperava que elas no notassem na escurido.
"Eu no tinha idia o quanto futebol era animado," disse gaguejando.
Um segundo mais tarde, Will se afastou das desculpas de Lance com um sorriso, e o jogo recomeou.
S que desta vez, ningum tinha chegado para atacar Will. E o garoto da equipe oposta que antes o tinha derrubado? Bem, primeiro ariscamente aceitou, Lance o derrubou
to bruscamente, que o jogo teve de ser interrompido outra vez, e o garoto teve que ser retirado do campo numa maca.
Uma coisa era certeza: Ningum ia machucar A. William Wagner e escapar das conseqncias do que seu melhor amigo Lance tivesse a dizer sobre isso.Avalon ganhou
por sete pontos. A multido foi ao delrio.
Capitulo 09
Ela no sabe que o possa ser maldio,
E ento ela tecia constantemente,
E outra pequena ninhada sob os cuidados dela
A Dama de Shalott.
Fiz Stacy e Liz virem comigo. De nenhum modo iria a uma festa sozinha, no conhecia ningum alm do anfitrio da festa, que estava indiscutivelmente ocupado demais
recebendo os convidados para conversar comigo.
Alm do mais, eu tinha perguntado a Will, se poderia levar duas amigas, e ele tinha respondido que eu poderia.
Stacy no se animou com o convite, mas Liz foi animada pela idia de ir. Ela nunca tinha, confessou a mim, sido convidada a uma festa na casa de uma pessoa popular-muito
menos na do presidente da classe snior - e estava besta por ver como era.
Descobriu bem cedo. Como descrever em uma palavra: lotou. Will vivia em uma das casas realmente adorveis na Ponte de Severn - numa colina com uma vista para baa,
alis - e tivemos que estacionar meio em baixo da colina, porque j havia tantos carros na frente da casa que  entrada do carro seria impossvel.
"Sagrado - " foi o que Liz disse quando samos do caminho da colina e entramos no vestbulo dos Wagner. Porque casa de Will era realmente adorvel, todo cho de
mrmore e espelhos gigantes em armaes douradas. Perguntava-me como seu pai teve tantos recursos para tudo isso, com um salrio naval.
Liz aparentemente tinha pensado a mesma coisa, desde que cochichou para Stacy e para mim, "Famlia com dinheiro," numa voz baixa.
Encontrei Almirante Wagner quase quando entramos pela porta. Estava na sala de estar saudando as pessoas que chegavam, com uma bebida em umas das mos, e uma loira
atraente no outro, eu supus, este que essa era a viva do amigo morto, e a nova madrasta de Will.
"Grande jogo, no?" O pai de Will dizia a qualquer um que quisesse ouvir. "Uma bebida ajuda. Grande jogo, vocs no acham?".
O pai de Will no se parecia com um ogro mal que matou seu melhor amigo, ento casou com sua viva e, oh sim, fora seu filho numa carreira ele no quer. Era alto,
como Will, com sal - e - pimenta cabelo cinzento. Ele no usava seu uniforme, nem algo, embora eu o visse com seu rgido olhar dentro de um uniforme civil. Mas isso
porque eu nunca vi um homem com uma cala passada no ferro. Meu papai nunca usou algo passado no ferro na sua vida.
Fui diretamente at ele e apresentei Liz e Stacy, porque me pareceu uma coisa gentil fazer. Admiti que tambm era curioso ver como seria Almirante Wagner, depois
de tudo que eu tinha ouvido sobre ele.
Mas ele encantava totalmente, apertava a mo com energia, aparentemente emocionado que seu filho tivesse tantos amigos. Disse, "Prazer em conhec-las meninas. Vo
e recebam uma bebida. As sodas esto l fora pela piscina," numa voz feliz e prosperante.
Olhei de perto a nova esposa do almirante, tentando descobrir porque Will disse "As coisas esto bizarras ultimamente.".
Mas ela no me olhou nem algo assim. Era muito bela, pequena, e loira... tipo de como Jennifer Gold, realmente.
Mas ela tambm olhava meio triste. Talvez por causa de seu marido morto, ou algo assim.
Ou talvez ela somente no quisesse estar em alguma festa estpida de segundo grau. Era duro saber.
Stacy e Liz e eu fizemos como o almirante nos disse, e fomos l fora ma piscina.
Tnhamos tido um problema pequeno achando-a na casa, ento achando Will e Lance descansando ao lado de seu companheiro de equipe - no mencionando a esquadra de
Avalon High - eram j estavam l, pulando na piscina aquecida pelo brilho de um milho de lampies de papel.
Stacy e Liz e eu fomos e pegamos as sodas e ento nos apoiamos no guacamole - que  onde meninas altas sempre acabam para cima ficando nas festas - observando todo
mundo. Ningum nos deu mais leve de ateno. Ningum, isso , exceto um Border collie que veio at mim e colocou o seu nariz na minha mo.
"Ei, a," disse ao cachorro. Era deslumbrante, com pelo muito longo, sedoso branco com somente alguns remendos pretos. Ela se comportou bem, tambm. Ela no pulou
para cima e s lambeu-me uma vez.
Isto, eu soube, s podia ser o cachorro de Will, Cavalier. Descobri estava certa quando Will conseguiu da multido ao redor dele que o adorava, exclamando, "Voc
veio!".
Enquanto Liz e Stacy ambas olhando atrs dele, tentando compreender com quem ele conversava a, comecei a ficar agitada.
Porque soube que ele conversava comigo.
"Sim," disse, quando parou na minha frente. Estava no seu calo de banho largo e uma camisa Havaiana que estava aberta na cintura. Era muito no olhar seu abdmen,
que era extremamente sexy. Tentei ignor-lo quando disse "Obrigada por me convidar. Estas so minhas amigas Stacy e Liz.".
Enquanto as duas meninas me olhavam com assombro total, Will disse ol. Ento disse a mim, "Vejo que Cavalier a encontrou. Deve ter gostado de voc.".
Era verdade. O co meio que se inclinou para mim quando afaguei suas orelhas macias. Ao menos at Will chegar. Ento toda sua ateno se voltou a ele.
"Tem modos amveis," disse gaguejando, porque era a nica coisa que eu pude pensar em dizer. Outro que, Eu te amo! Eu te amo!
Que no riu, sabe, fui social demais.
Que somente sorriu ento nos perguntou se amos nadar.
"Ns no trouxemos biqunis," Liz mentiu, com uma olhada rpida para Jennifer Gold, que vagava ao redor, parecendo perfeitamente anglica numa tanguinha branca como
neve.
"Oh, temos muitos para emprestar" Will disse. "L na casa da piscina. Se ajudem".
O Stacy e Liz somente olharam para nele, guacamole esquecida em as suas mos.
Havia sobre tanta possibilidade de ns trs nadarmos na piscina de Will como havia de um meteorito gigante despencar do cu e nos incinerar.
No que desejasse que isto acontecesse. Muito.
" divertido," Will disse a mim, com um sorriso, completamente esquecido de nosso incmodo, como qualquer garoto faria. "Tenho que faz-lo, sabe. A coisa de anfitrio.".
"Seguramente," disse, e observando quando ele - Ao lado de Cavalier - foi ter uma conversa com um garoto alto e bonito que eu nunca tinha visto antes. O cabelo era
escuro, como o de Will, pareceu vagamente familiar. Mas soube que ele no era de Avalon. Liz foi a felicitada em me esclarecer o mistrio da sua identidade.
"Esse  Marco," disse, a sua boca cheia de guacamole. "Meio-irmo de Will.".
Olhei. Marco conversava agradavelmente com Will e alguns outros membros de equipe. Ele no parecia que estava muito preocupado com o que acontecia com ele - sabe,
vivendo na casa do homem que tinha enviado seu pai a sua morte, ento casou com sua me. Quero dizer, esse tipo de coisa pode desarrumar uma pessoa.
Ele tambm no se pareceu com o monstro que eu tem sido levada a acreditar que ele era. Ele certamente no se parecia com algum que tentaria matar um professor.
Era verdade que tinha um piercing em ambas as orelhas. E uma dessas tatuagens tribais ao redor de um dos bceps.
Mas isso  muito normal, sabe, nestes dias.
Observei Marco passear ao redor da piscina, saudando as pessoas meio como um poltico faz, com um aperto de mo e um tapa no ombro se eram rapazes, e uns beijos
nas bochechas se eram meninas. Perguntei-me como me sentiria, vivendo sob o mesmo teto com o homem que era responsvel - contudo indiretamente - pela morte
de meu pai.
As coisas eram muito mais interessantes em Annapolis que eu jamais tinha suspeitado que seriam, se soubesse apoiaria quando meus pais tinham falado que aqui era
onde moraramos durante esse ano.
No demorou a Liz entender que no tinha perdido nada por no ser convidada a uma festa com pessoas populares antes. Stacy logo se entediou tambm. Quando
elas finalmente
anunciaram que queriam ir - tinha conseguido para acabar todo o guacamole, e no pareceu mais que era vindouro - concordei, porque por ento, queria ir, tambm.
Tinha visto o que eu tinha ido ver - Will, que, apesar de eu no conseguir acreditar parecia muito amvel; sua madrasta, que pareceu amvel; e o modo como Will reagiu
com Jennifer, era exatamente o modo como voc esperaria um namorado e uma namorada reagirem... no demais 'lovey-dovey', nem algo assim, mas seguraram muito as mos,
e eu o via inclinar-se para beij-la.
A viso enviou um punhado de inveja no meu corao? Sim. Pensei que eu seria uma namorada melhor para ele? Muito bonito.
Mas a coisa era que eu queria que ele estivesse feliz. Soa estranho, mas eu realmente queria. E se Jennifer o fazia feliz, bem, e se ele estava feliz. Exceto...
Que tal essa rosa? O que plenamente florescia agora em seu vaso em meu criado mudo, onde era a primeira coisa
que eu via a cada manh quando me acordava, e a ltima
coisa que eu via cada noite antes de eu desligar a luz?
No estvamos no meio do caminho quando me lembrei de falar com Lance sobre nossa reunio com Sr. Morton na segunda-feira de manh. Falei a Liz Stacy que eu as encontraria
l fora no carro, eu fui procurar Lance e dar a notcia.
Mas ele no estava l fora na piscina pelo que eu via. E ele no estava em qualquer lugar, qualquer um. Finalmente, algum disse que o tinha visto num quarto.
Agradeci, ento fui  porta e bati nela.
Mas a msica flutuando para cima de baixo alta demais para eu ouvir se Lance tinha dito entra. Bati um pouco mais forte. Nada de novo.Eu no podia ouvir por causa
da msica, ele provavelmente no pde ouvir minha batida, eu abri a porta - justo um racha - para ver se Lance realmente estava l.Estava l, bem.
Em cima de Jennifer na cama. Jennifer, a namorada de seu melhor amigo.Estavam to embrulhados um encima do outro, que eles nem sequer notaram que a porta foi aberta.
Eu rapidamente fechei-a, ento me apressei em me encostar na parede do lado de fora, sentia meu corao como se ele fosse pular para fora do meu peito.
Mas antes de eu mesmo ter tempo de registrar o que eu acabava de ver - deixando os sozinha foi o que quis dizer - via algo mais horrvel.
E isso era Will surgindo  escada, e de frente para a mesma porta que eu
acabava de fechar.
Capitulo 10
Como freqentemente thro' a noite roxa
Sob os cachos estrelados brilhantes
Algum meteoro barbado arrasta luz,
Movendo a imvel Shalott.
"Oh, hey Ellie" Will disse quando me viu.
Era um sinal de como eu era louca por ele meu corao no pulou tanto quanto com o que viu quanto agora que ele me chamou de Elle.
"Ol," disse fracamente.
"Viu Jen?" Will quis saber. "Algum disse que a viam por aqui.".
"Jen?" Ecoei. Meu olhar, embora tentasse no deixar, desviou em direo  porta fechada ao quarto ao lado. "Um..." O que eu diria? Quero dizer, realmente? Diria,
"Seguramente,
eu a vi, ela est a," e o deixar entrar por essa porta e encontrar Jennifer e Lance l, traindo ele? Ou mentiria "Jen? No. No a vi,".
Ou supostamente mentiria e falaria "Jen? No. No a vi," e o deixar continuar a viver na ignorncia total do fato que sua namorada e seu melhor amigo eram um par
de traidores falsos?
Quem pode tomar uma deciso como essa? Por que eu tinha que ter entrado l? Quero dizer Will queria ficar com Jennifer ento pode ser livre para ficar comigo
- sabe, se acontecer do inferno congelar, ou algo assim, e ele me convidaria.
Mas eu no queria ser a pessoa que, contudo indiretamente, causou esse fim de namoro por revelar a verdadeira natureza de sua namorada a ele! Porque sempre que isto
acontece a meninas em peras de sabo ou para o WB ou o que, elas nunca acabam para com o garoto...
Mas antes deu poder decidir o que fazer, Will olhou para mim de perto, "Voc est bem, Elle? Olha... tipo voc est empalidecendo.".
Me sentia plida. Alis, senti-me algo assim como eu talvez vomitasse toda essa guacamole ou riria nervosa.
"Estou bem," disse, embora soasse como uma mentira mesmo aos meus prprios ouvidos.
"Voc no est bem," Will disse firmemente. "Venha tomar ar fresco l fora.".Ento algo surpreendente aconteceu. Tomou a minha mo - agarrou como se fosse uma coisa
bem natural a se fazer - e me guiou em direo a uma porta que eu no tinha notado antes. Ento me levou para cima uma escadaria estreita que abriu e revelou ser
o telhado da casa.Apesar da festa embaixo, que estava a pleno vapor, estava calmo l fora na peque e estreita plataforma. A tranqilidade e escurido, com uma vista
fantstica das estrelas, e a baa se estendendo sob ns, a lua refletiu como uma fita brilhante de luz atravs dela. Uma brisa fria levantou meu cabelo de meu rosto,
e imediatamente, eu comecei a me sentir um pouco melhor.Inclinei em cima da ornamentao esculpida ao logo da plataforma, na ponte que passava atravs dela, e o
brilho ocasional de uns faris do carro de algum me guiaram sobre ele."Melhor?" Will perguntou.Assenti, me sentindo um pouco envergonhada de mim mesma, e querendo
o distrair de me olhar perto demais - percebi que era imvel levemente verde ao redor do gills - perguntei brilhantemente, "Ento o que  isso aqui, de qualquer
jeito?" querendo dizer o parapeito estreito em que Will e eu estvamos."Voc realmente no sabe o que  isso onde estamos?" Will perguntou, com um sorriso. Ento
se uniu a mim no parapeito e disse, "chamam-no de janela da viva. Todas as casas velhas por aqui tm um. As pessoas diziam que eles foram construdos para as esposas
de marinheiros poderem sair e observar os navios de seus maridos retornarem.".
"Legal," eu disse sarcasticamente. Porque, naturalmente, se o marido no retornou, quis dizer que seu navio tinha afundado e a esposa agora estava viva, assim fazendo
seu pequeno e bonito posto de observao virar uma janela de viva."Bem," Will disse, com uma risada. "Sim. Mas isso no  realmente para que eles serviam. Foram
construdos para as pessoas poderem escalar at aqui num caso de incndio, vez ou outra quando tm que usar suas chamins para cozinhar e tudo."."Legal!" Disse
outra vez, desta vez com ainda mais sarcasmo.Will sorriu. "Sim. Acho que devem mudar o nome." Encolheu. "A vista no  o motivo por chamarem ele assim.".Assenti,
admirando a faixa resplandecente do molde da lua atravs da gua. " legal," disse. "Suavizou." Suavizou suficiente para fazer uma garota se esquecer por que ela
tinha tido que ir l fora em primeiro lugar. O que eu ia fazer sobre Lance e Jennifer, de qualquer jeito?"Sim," Will disse totalmente imparcial de meu tumulto interior.
"Eu nunca fico cansado dele.  a coisa que sempre parece permanecer o mesmo. A gua, eu quero dizer. A cor muda. s vezes  plana. s vezes h corte. Mas est sempre
a. Pode depender dele.".No como sua namorada e seu melhor amigo.Mas eu no disse isso em voz alta, naturalmente.Eu no pude deixar de me perguntar se a nova
Sra. Wagner passou muito tempo aqui, talvez com sua xcara de caf da manh. A ironia da janela da viva em sua casa ocorreu a Will? Sabe, tem viva, e tudo?"Voc
sente falta dela?" eu perguntei repentinamente a Will. Repentinamente demais, compreendi, quando ele me olhou, no tinha menor idia sobre o que eu falava.
"De quem?" ele perguntou. "Sua me eu quero dizer," disse. "Sua, um, me de verdade.". Eu no fingi que no sabia da histria de seu pai."Minha me?" Olhou atravs
da gua. "No, de jeito nenhum. Eu nunca a conheci. Morreu quando eu nasci."."Oh," disse. Porque eu no sabia mais o que dizer."Est bem," Will disse com um sorriso,
percebeu a minha tristeza por ele, e querendo me tranqilizar "Voc no pode perder o que voc nunca teve."."Sei," disse. "Como voc" eu parei no muito segura
de como chamaria sua madrasta. " - A me de Marco?" e foi o que eu acabei dizendo."Jean?" Will assentiu. "Sim. Gosto muito dela.". "Bem," disse, "isso  bom. E
Marco?"."Sim," Will disse. Seu sorriso alargado. "Como sabe sobre Marco e Jean? Tem perguntado sobre mim ou algo assim?". "Talvez," disse, comeando a me sentir
agitada, e esperando que ele no notasse na relativa escurido.Se percebeu, ele no deixou transparecer. "Marco  legal," Will disse, se encolhendo. "Ele..." pausou,
parecendo lutar com o que ele diria. "Ele no cresceu muito bem. Tm algum problema. Penso isso quando ele comea a ficar um pouco frio.". "Ele e seu pai se do
bem?" Perguntei casualmente, mas estava realmente curiosa. Me daria bem com o homem quem tinha mandado meu pai a sua morte, ento casou com minha me? Eu pensava
que provavelmente no.Will pareceu pensativo. No triste, nem algo assim. S como se ele pensasse muito sobre o que eu tinha perguntado."Sabe, penso que eles se
do bem," disse finalmente. " diferente para Marco. Quero dizer, ele no  to relacionado com meu pai. Acho que  a mesma coisa... h presso entre ele e Marco
como h entre ele e eu.".
"Ento penso que  isso que voc quis dizer quando disse que as coisas estavam bizarras," eu disse. "Sobre Marco e seu pai e sua madrasta e... o que aconteceu com
eles, e tudo?".Pensei que fosse mentira. Sabe a coisa com os pais de Will fosse o que realmente o perturbava, e no... bem, a coisa com sua namorada. Quero dizer,
Will suspeitava? Sobre Lance e Jennifer? Tinha. O que tinha acontecido no jogo esta noite, com Lance no estava l para ele porque estava conversando com Jen...
e
agora os dois tendo desaparecido juntos...Isso tem que ser o que ele quis dizer com as coisas esto bizarras ultimamente. Isso tem que ser a explicao para a sombra
escura que eu s vezes via passar atravs do seu rosto. No era? Quero dizer... no era isso?"Penso que isso tambm faz parte," disse, olhando para gua. "Mas no
explica tudo. No explica..." Tirou seu olhar da baa e olhou para mim em vez disso.E eu soube - apenas soube - o que vinha. Eu mesma fechei meus olhos, antecipando
o golpe.Ele me perguntaria, pensei. Ele me perguntaria sobre Lance e Jennifer. O que eu devo dizer? Eu no posso contar. Acabo de saber que no. Deviam contar.
Lance e Jennifer!  falta deles, no minha. Eles devem dar a notcia. No  obrigao minha! Mas ento, para meu completo assombro, o que Will acabou dizendo para
mim em vez disso foi, "no explica o que h entre eu e voc.".Se esse meteorito eu tinha fantasiado mais cedo tivesse repentinamente cado aqui em baixo para fora
do cu e tirado a equipe de Avalon High de circulao, eu duvido que tivesse ficado to surpresa quanto com o que Will disse para mim. Fiquei atordoada, alis, falando,
os meus olhos arregalados, s puderam olhar para ele, minha mente lentamente repetia essas ltimas trs palavras milhares de vezes... Eu e voc. Eu e voc. Eu e
voc.
A no ser que - no havia nenhum eu e voc. Para mim, talvez. Mas no para Will. Havia? Mas antes que eu pudesse comear at mesmo para procurar uma resposta
para a declarao extraordinria dele, ele rasgou o olhar dele do meu e, olhando novamente para a gua, perguntou, "Voc j teve esse mesmo sentimento, isto?" Meu
crebro cambaleou ao redor, enquanto tentava entender o que estava acontecendo. Eu estava com medo, isto tudo era muito para mim, e eu acabei indo, "Um...o que?"
porque
isto era a nica coisa que eu poderia pensar em dizer."Voc sabe," o Will disse, uma nota de urgncia na voz funda dele como ele olhou novamente em meus olhos.
"Voc nunca deseja saber se h algo...mais? Que  supostamente o que ns estamos fazendo?""Um." T bom. T bom, aparentemente isto se encaixa em algum lugar, esperanosamente
tentei fazer com ele volte para onde tinha parado, sobre eu e voc. No interior, eu vi humor nee. "Seguramente. Isso no  como supostamente nos devemos sentir?
Contrariamente ns nunca sairamos. Ficaramos com nossos pais at que ns morrssemos.".Riu um pouco disso. Amei o som da sua risada. Quase me fez esquecer de...
bem, do que eu tinha visto mais cedo."Isso no foi o que eu quis dizer, exatamente," disse. "Voc jamais pensou" - seus olhos azuis eram muito brilhantes ao luar
- "que esta no  a primeira vez que est vivo? Como que poderia ter feito tudo isto - s que como outra pessoa - antes?"."Um." Olhei para o seu rosto, me perguntando-o
que ele faria se eu o agarrasse, e me beijaria. "No realmente."."Nunca?" Correu uma mo pelo seu cabelo escuro e grosso, um gesto que eu comeava compreender era
habitual para ele quando se sentia frustrado. "Voc nunca teve um sentimento que voc foi outra pessoa antes - em algum lugar voc sabe que voc nunca foi? Ou l
algo que voc sabe que voc nunca tinha visto antes desse momento, mas isso sentido familiar de qualquer jeito? Ouviu um pedao de msica que voc pode jurar que
tinha ouvido alguma vez no passado, mas que sabe que voc no ouviu?
"Bem," disse. Seria errado beija-lo. Talvez possa esquisito. Os garotos no gostam quando meninas do o primeiro passo. Ao menos de acordo com Nancy. Mas como ela
saberia? Ela jamais teve um namorado. "Seguramente. Mas h um nome para isso.  chamado dj vu.  um totalmente comum - ". "Eu no falo sobre dj vu," interrompeu.
"Falo sobre saber que voc encontrou algum antes - o meio que eu me senti quando o encontrei - mesmo que no h nenhum possvel meio ns podamos ter encontrado
antes. Esse tipo de coisa. Voc no sente? Que h... h algo de... algo entre ns?".Oh, senti que havia algo entre ns, bem. Acaba de ser no, eu estava muito seguro,
o que Will sentia. Quero dizer, eu no me senti como se o tivesse encontrado antes. Porque se tivesse, eu com certeza teria me lembrado.Embora houvesse isso... meus
sentimentos por ele, e a fora deles. O meio que eu queria ele para mim, mas ao mesmo tempo, eu tambm queria proteg-lo de ser magoado que sabia que ele se sentiria
quando descobrisse - e descobriria - sobre Lance e Jennifer. Estes no eram os tipos de sentimentos que nutre simplesmente por um garoto que  amvel com voc, e
lhe compra uma xcara de limonada, e lhe d uma rosa. Estes eram distantes, muito mais que isso.Seria verdade o que Will dizia? Podamos ter nos encontrado antes?
Se no neste perodo de vida, ento... em outro? Mas antes de eu pudesse admitir que sabia onde vinha, Will perdeu um pouco a firmeza contra o parapeito da janela
da viva, e sacudiu a sua cabea."Me escute. Talvez Lance e Jen estejam certos," disse, numa voz se ridicularizando, "e eu realmente sou louco.".Ouvir justamente
sobre Lance e Jennifer tinham dito algo me fez pular e tomar a posio oposta. Talvez Lance se preocupasse com o que acontecia a Will - apesar do fato dele continuava
uma aventura proibida com sua namorada atrs de suas costas. Quero dizer, ele provou isso com o que fez ao garoto que atacou Will. Isso mostrou que ele ao menos
se sentiu um pouco mal pelo que aconteceu.
Mas tinha visto nenhum sinal de remorso de Jennifer. Alis, justamente o contrrio, dado o modo com ela me perguntou sobre Will ter jantado l em casa. Estava claro
que pensava que Will tinha ido me ver porque suspeitava dela e de Lance. "Voc no  louco," disse enfaticamente. "Coisas... coisas esto bizarras, demais, para
mim,
ultimamente. Mas acabo de pensar - quero dizer, acabo de pensar que  uma parte normal de ser jovem, ou o que."."Eu no sei." Will parecia duvidoso. "Pensei que
jovens supostamente pensam que eles sabem tudo. E eu nunca estive to seguro na minha vida que eu no sei de absolutamente nada."."Oh," disse. "Bem, isso est provavelmente
 somente um sintoma do tumor imenso que cresceu no seu crebro, e ningum ainda contou para voc.".Ento quis me chutar. O que h de errado comigo? Por que eu
s fao piadas sempre que coisas parecem que esto para ser srias? Nancy tem razo. Eu nunca conseguirei um namorado deste jeito.Mas Will, em vez de falar - como
qualquer um provavelmente falaria: "o que voc diz,  anormal," somente me olhou durante um minuto. Ento jogou sua cabea para trs e riuE riu ainda mais.E realmente,
que escolha tive alm de rir junto com ele? Ao menos at uma brisa repentina jogou alguns fios do meu cabelo moussed para cima dos meus olhos. Ento, para minha
surpresa, antes de eu deu colocar para o lado, Will colocou de volta no lugar com os dedos. E congelei. Porque ele me tocava. Me tocava. Me tocava."Est bem, Ellie
Harrison," disse suavemente, seu olhar no meu, sua voz vacilante. "E, sabe, penso que eu gostaria de t-la encontrado em outra vida, e gosto de voc ento.".No
h realmente nenhuma narrao do que poderia ter acontecido depois. No que imaginei que ele repentinamente poderia ter me enlaado seus braos ao meu redor e de
me beijado, do modo como eu tinha visto Lance beijar Jennifer no lugar onde eles estavam.Mas voc nunca sabe. Ele talvez tenha. Se no tinha sido para duas coisas...
Capitulo 11
A primeira coisa que aconteceu foi que uma nuvem entrou na frente da lua bloqueando a nica luz que ns tnhamos para enxergar.A segunda foi que a porta para a
varanda da viva foi aberta de repente e Cavalier veio correndo em nossa direo, seguida de perto por algum que era da espcie humana. Eu no saberia quem era
se no fosse pela luz da escada brilhando por trs dele pela porta aberta."Aqui est voc," Marco disse, quando ele viu Will. Ele no pode ter perdido o jeito que
Will tirou a mo do meu cabelo e a moveu para fazer carinho no cachorro. "Eu estou te procurando em todo
lugar. Eu no teria te achado se no fosse por essa porcaria
de cachorro. Voc no o ouviu latindo?"Will deu a Cavalier um ltimo carinho e ento se endireitou. "No," ele disse. Sua voz, que tinha estado instvel de emoo
alguns segundos antes, agora soava totalmente normal. Era impossvel de dizer se ele, como eu, no gostou nem um pouco da interrupo de seu enteado. "Por qu?O
que t havendo?""Eu preciso achar a Jen," MArco disse. "Seu carro est bloqueando uma das garagens dos vizinhos."Will balanou sua cabea do jeito que algum que
acabou de sair de um mergulho faz quando chega a superfcie. Eu tentei no pensar no que isso significava em frente de... bem, na minha frente. "O qu?" Will piscou
algumas vezes. "Jen?""Yah." MArco olhou para mim. No me acusando. S especulando, como se ele estivesse imaginando quem eu era e o que tinha feito para o seu enteado
agir to bobo de repente.Eu poderia ter dito para ele em trs palavras: ningum e nada. (no one and nothing)Ou isso eram quatro palavras?"Eu pensei que Jen estaria
com voc," Marco disse. Agora ele estava comeando a soar acusatrio."Eu no vejo Jen desde que ela foi passar batom meia hora trs," Will disse. MAs no como se
ele estivesse se importando."Bem, ela tem que tirar o seu carro," Marco disse. "A garagem da Sra. Hewlitt est bloqueada e ela est ameaando chamar a polcia."
Mas no importou, porque Will no podia ver. "Est a em baixo," me ouvir dizer para Will. E a sua mo, para meu alvio imenso, caiu longe da maaneta."Oh," disse.
"Obrigada. Bom. Vejo voc depois." E comeou a caminhar na direo da escada. Isso foi o que aconteceu. A coisa depois disso, eu nunca
estava bastante segura de
como descrever, mesmo a mim.Tudo que sei  que quando Will comeava a caminhar em direo  escada, e eu olhei para seu meio-irmo Marco, para ver se ele o seguiria...
S que peguei Marco me estudando com uma expresso divertida no seu rosto, como se fosse um gato que repentinamente tinha comeado a ler anncios. Em voz alta."Will,"
disse, no olhando nos meus olhos - os olhos do meio-irmo de Will que eram levemente escuros brilhavam - "Por que voc no convida Elaine para vir navegar conosco
amanh?"."Oh, hey," Will disse, pausando em cima das escadas, e se virando para me olhar, "essa  uma grande idia. Gosta de navegar, Elle?".Elle. Eu no pude
ignorar. "Uh," disse. O que faria? Me perguntei. Como era emocionante ser includa em qualquer plano de Will, eu no posso ajudar perguntando por que Marco quis
me convidar. Ele nem sequer me conhecia.E do modo como ele me olhava, eu no estava to segura que ele sequer tenha gostado de mim. Especialmente depois que o que
ns dois - Marco e eu - soubemos o que eu acabei de fazer."Eu no sei," disse incertamente. "Eu nunca fui. Ns no navegamos muito, no litoral de Minnesota."."Oh,
voc amar," Marco disse. "No , Will?"."Sim, vai gostar," Will disse entusiasmadamente. "Encontre-nos amanh na esttua de Alex Haley na doca da cidade ao meio-dia.
Sabe onde ?" Quando assenti, disse, "Grande. Ento a vejo l.".E ento se apressou para descer a escada procurando Jennifer. Me deixou sozinha com Marco... ...
Com
quem eu no estava nem um pouco a fim de falar."Bem, vejo voc amanh," disse, e comeando a ir  direo da escada. Saia, o meu corao pareceu estar dizendo com
cada batida.
Mas eu no andei rpido o suficiente, desde que voz de Marco me puxou como um brao, quase fisicamente me obrigando a virar e olhar para ele, num tom insinuante,
"Voc realmente no ouviu Jen somente fingiu, Elaine de Minnesota?".Congelei com um p na escada, e um ainda com o segundo cho. Por alguma razo, meu sangue tinha
circulado... bem, frio."Desculpe," eu disse. "Eu... eu no sei o que voc quer dizer."."Oh, penso que voc sabe," Marco disse, com um pestanejo. Ento, como fiquei
l observando, ele foi at a porta que Will tinha fechado, e golpeou nela, uma vez, com o lado do seu punho."Jen," gritou ele. "Voc est a?".Houve uma pausa.
Ento uma voz fina respondeu pela porta, "Um, sim, s um segundo! E estarei a fora." Marco em olhou e sacudiu a sua cabea. "Que bom" ele disse. "Mais  uma vez
ele no sabe.".Ento tinha razo. Sabia. Sabia desde o comeo. Queria que Will abrisse essa porta e pegasse os dois deles l. Que tipo de pessoa doente faz algo
como isso? O meio-irmo de Will, evidentemente. "Um," disse, tentando brincar de mudo. Sabia. Mas isso no era a parte mais bizarra. Sabia que ele sabia. "Tenho
que ir - ".Marco no entendeu, embora. S no continuou a conversa, mas cruzou o espao entre ns com dois passos largos e longos e agarrou o meu brao em dedos
que eram frios, eles queimaram. Segurou-me num aperto de ferro, de modo que eu sequer nem pude me jogar escada a baixo do modo como eu tinha planejado."O que voc
tentou fazer, de qualquer jeito?" O Marco perguntou, com um sarcasmo. "Protege-lo?"."Solta o meu brao," disse numa voz que tremia um pouco. Algo em seu toque realmente
me tirava as foras.Eu no era a nica que o perturbava de qualquer jeito. Ouvir um som baixo vindo de em algum lugar perto dos meus ps, eu olhei para baixo e
vi o cachorro de Will, Cavalier - que no teve como tinha pensado seguido seu mestre para baixo - agachando no carpete branco, rosnando suavemente para cima de Marco.Realmente.
Rosnando. Para Marco.
Notou, e disse, com tom de repugnncia, "Me deixa em paz, voc  bobo e estpido," ao cachorro.Ento empurrou Marco para longe de mim com fora, com fora o suficiente
para me fazer tropear nos meus joelhos e ter que me agarrar ao corrimo para evitar a queda.Mas Cavalier parou de rosnar. Apressou-se na minha direo e lambeu
o meu brao onde Marco tinha tocado."Oh, por favor," Marco disse muito sarcasticamente, quando observou isto. Ento, olhou para mim - minha respirao rpida, meu
aperto no corrimo - sacudiu a sua cabea mais uma vez e disse, "Voc supostamente gostam um do outro. Para que servir essa mentira empregada, de qualquer jeito?".Acabo
de piscar para ele. Mentira empregada? Oh, direito. A Mentira Empregada de Astolat, que era outro nome para a Dama de Shalott - que fui batizada depois. Engraado.No.
E tipo casual, para um rapaz com uma tatuagem."Eu no sei do que voc fala," disse, numa voz trmula. Senti-me um pouco mais corajosa com Cavalier ao meu lado.
"M-mas que eu acho que voc quer Will s.". Marco pareceu achar isto hilariante."Pensa que eu devo querer Will s?" ele perguntou, numa voz goteja com uma gargalhada
zombeteira. " que como isso , ento? Cristo, Morton sempre faz tudo errado.".Morton? Sr. Morton? Sobre o que ele falava?"Pensa que o que Will foi agora porque
est mau?" Marco sacudiu a sua cabea, com um sorriso selvagem, mais largo que antes. "Voc  surpreendente.".Ento a porta do quarto onde Jennifer estava se abriu,
ela sai de costas prendendo seu cabelo com uma presilha."Ol, pessoal," Jennifer disse calmamente - calmamente demais. "Desculpem, s estava no telefone com minha
me. Procuravam-me?".Acabo de olhar para ela. Eu no posso acreditar que qualquer um possa olhar to grande, e ento ...Bem, fria.Ento, quando Marco no disse
nada, e Jennifer olhou dele para mim como se me interrogasse, eu gaguejava, "V-VOC precisa tirar seu carro." Eu ainda me sentia doente do meu estmago, mas tentei
no demonstrar. "Est bloqueando a garagem do vizinho."
Jennifer olhou vazia. "Mas estacionei na garagem daqui," disse. Olhei para Marco. Ele piscou."Navegar amanh ser divertido," ele disse. "Voc no acha, Elaine?".
Captulo 12
E s vezes thro ' o espelho azul
Os cavaleiros vm, enquanto montando dois e dois:
Ela hath nenhum cavaleiro leal e retifica,
A Dama de Shalott.
Stacy e Liz no estavam exatamente emocionadas quanto ao longo tempo que levou para eu me unir a elas no carro. "Deus, o que voc fez?" Stacy disse, quando eu
finalmente cheguei, cambaleando, a colina e fui at elas. "Demorei muito?" "Desculpa," eu disse a elas. Eu realmente quis dizer isto Eu sentia muito. No pela
razo que elas pensavam. Eu estava quieta na casa de passeio. Talvez muito quieta, desde que Liz perguntou, "Voc est bem, certo Ellie?" Eu disse que estava.
Exceto que era uma mentira. Como eu poderia estar bem depois do que tinha acontecido? Que fez parte do problema. O que tinha acontecido exatamente? Eu nem mesmo
sabia, realmente.Assim eu tinha descoberto que Jennifer estava traindo o Will. Com o melhor amigo dele. Assim o que? No teve nada que ver comigo.E isso que de
eu ter conhecido o meio-irmo de Will e ter tido uma conversa bastante estranha com ele? Transao grande. Sujeitos so em geral estranhos. E sujeitos cujos pais
foram assassinados pelos novos maridos das mes deles so provavelmente mais estranhos que qualquer pessoa. Eu quero dizer, o que eu esperava?Mas a coisa com Marco
parecia - eu no sei, mais estranho que qualquer coisa que alguma vez tenha acontecido comigo. O modo como o cachorro tinha rosnado quando ele tinha tocado meu brao.
E o modo como o que ele havia falando comigo se ns tivssemos continuado uma conversa que ns tnhamos tido no passado - a no ser que ns tivssemos s nos encontrado!
E o que teve aquela coisa que ele tinha dito sobre a Dama de Shalott sido em toda parte? E a referncia dele para o Sr. Morton. O que tem o Sr. Morton a ver com
qualquer coisa?A menos que... "Ei," eu disse, enquanto me apoiava adiante no assento de trs do carro de Stacy. "Quem supostamente era o professor que Marco Campbell
tinha atacado?"
Liz estava tocando violino com o CD player de Stacy, tentando achar um rastro de que ela tenha gostado. "Eu ouvi dizer que era o Sr. Morton." "Deus, Liz!" Stacy
caiu na gargalhada. "Quanta fofoca!""Bem," Liz disse defensivamente, "Minha me teve notcias disto atravs da me de Chloe Hartwell que teve notcias disto do
primo dela que  um despachante na polcia de Annapolis.""Oh," Stacy disse, enquanto continuava rindo. "Ento deve ser verdade." "Por que ele fez isto?" eu perguntei.
"Tentar matar o Sr. Morton, eu quero dizer?" Liz encolheu os ombros. "Quem sabe. Marco no  exatamente normal, voc sabe o que eu quero dizer?" Feito eu j.Stacy
parou em frente a minha casa e disse, "No esquea, voc ainda tem que nos deixar saber quando voc quiser ser iniciada." "Eu vou," eu disse. "E obrigada, vocs
garotas. Por vir hoje  noite comigo." "Minha primeira festa Em Multido [ In Crowd ] ," Liz disse com um suspiro. "E a minha ltima," Stacy disse secamente.
Ento ela ondulou, e elas foram.Quando eu entrei em casa, minha me e meu pai vieram para cima, enquanto assistiam as notcias. "Oi, querida," minha me disse.
"Como foi? Voc teve um tempo agradvel?" "Grande," eu disse. "Eu me diverti. Avalon ganhou. Amanh eu vou velejar com Will." "Isso soa bem," minha me disse.
"O Will  um marinheiro experiente?""Certamente," eu disse, entretanto tecnicamente eu no tinha nenhuma idia se isto era ou no verdade - s que ele e Lance
tinham velejado pela a costa durante o vero. "Voc no vai usar aquela saia no barco, voc vai?" meu pai me chamou, quando eu corri para cima, nos degraus para
meu quarto. "No se preocupe, eu no vou," eu me liguei de volta. "Boa Noite!" Porque com tudo o que tinha acontecido, a ltima coisa que eu queria fazer era
sentar ao redor e conversar com a minha Me e meu Pai. Eu precisava...Eu precisava... Eu no soube do que eu precisava.
Eu, vesti os meus pijamas, e escalei a cama. Ento eu encarei a rosa que o Will tinha me dado. Estava em plena florao agora, suas ptalas lustrosas no brilho de
meu abajur do lado da cama. Eu tinha sono, e ainda eu soube que se eu apagasse a luz, eu no cochilaria. Eu tambm fui telegrafar. Tudo no que eu poderia pensar
era em Marco. Como ele sabia que eu tinha sido nomeada depois de Elaine, a Lily Maid? Este no  um tipo literrio com que sujeitos com a idade dele tendem a estar
familiarizado. E o que era aquilo sobre eu estar gostando do cara errado? Significava que eu deveria estar apaixonada por Lance, e no por Will? Por causa que
Elaine gostava do Lancelot?Deus, que ridculo. E nem foi engraado. Eu amo meus pais e tudo, mas por que eles tinham que colocar-me um nome de uma pessoa to sem
graa? A nica coisa que eu e minha 'chara' temos remotamente em comum  flutuar... Mas eu prefiro fazer do meu jeito, em uma bia na piscina do que como ela. Visto
que o favorito de Elaine de Astolat  flutuar at a morte no seu barco...Eu suponho, pelo raciocnio de Marco, se eu for Elaine, e Lance for Lancelot, significa
que Jennifer seria Guinevere. O que  bem engraado, j que Jennifer vem do nome Guinevere... Apenas uma coisinha que voc no pode ajudar sabendo se voc  a filha
de dois professores. E se voc quiser pensar ao longo das linhas - Voc sabe, Lance sendo Lancelot, eu sendo Elaine, e Jennifer a Guinevere - Ento Will s poderia
ser o rei Arthur. O que significa que Marco tem que ser Mordred, o cara que mata Arthur e leva para baixo Camelot, aps toda a coisa da Guinevere. Exceto de tudo
que eu li, Mordred era o meio irmo de Arthur, no seu stepbrother.E ainda, junto temos o fato que a escola em que todos estudamos se chama Avalon High, lar de
Excaliburs?Assustador.Talvez Marco no tenha dito isso para ser engraado. Talvez ele disse literalmente.
. E talvez amanh, quem sabe, meu pai ir me emprestar o carro para eu dirigi-lo sozinha, sem ter algum com carteira no banco do passageiro. Bom, o que eu me
importava, de qualquer forma, se o irmo postio do Will queria me comparar com alguma mina que tinha se matado por um cavaleiro mstico de Camelot? Quando os insultos
comearam, no foi nem to ofensivo. Ele no poderia saber, claro, da minha grande antipatia por coisas medievais.O que fez a coisa toda ficar mais lamentosa.Exceto...Exceto
que nada disso explica a frieza em seus dedos. Ou o jeito que Cavalier reagiu quando o Marco me tocou. Ou o que ele quis dizer por Sr. Morton. Ou porque Marco queria
que o Will descobrisse sobre o Lance e a Jennifer daquela horrvel maneira..Ainda me sentindo um pouco doente, eu rolei e desliguei o meu abajur. Enquanto
eu deitava
na semi-escurido, eu ouvi um barulho surdo . Um segundo depois, Tig se juntou a mim em seus carinhos noturnos.S que esta noite, por alguma razo, ela no sentava.
Ela continuava cheirando onde o Cavalier tinha me lambido - e Marco tinha me tocado - mesmo que eu tivesse lavado todas essas partes quando eu tomei banho. Quando
eu olhei atentamente a Tig na luz da lua que se derramava atrs da minha cortina, eu pude ver que ela estava com uma expresso que o Geoff chamava de Cara de Gato
- sua boca parcialmente aberta como se ela tivesse cheirado alguma coisa realmente ruim.Ento, cheirando o meu brao pela ultima vez, ela me deu uma olhada que
claramente indicava que a tinha trado de alguma forma, ento saltou fora da cama e foi dormir em outro lugar.O que significava que ela estava realmente mal-humorada.Eu
fiquei deitada l, pensando comigo mesma que as coisas estavam realmente indo timas, se o meu prprio gato no gostava mais de mim. O que tinha acontecido naquela
festa de qualquer forma? E o que eu ia fazer sobre isso?
O que eu podia fazer de qualquer forma? Quero dizer, eu supostamente poderia falar com Lance - eu ia ter que falar com ele de qualquer forma sobre o problema com
o Trabalho de Literatura. Talvez enquanto eu fazia isso, eu podia convencer Lance a jogar limpo com o amigo. Era melhor para o Will descobrir daquela forma do que
o jeito que o Marco tinha planejado pra ele descobrir...Eu queria no ter concordado em ir velejar com o Will e o resto deles no
dia seguinte. Eu no tinha o mnimo
desejo de ver o Will e a Jennifer de mos dadas, qualquer coisa docemente que eles faziam, sabendo que a
coisa toda - bom, pelo menos a parte da Jennifer, de qualquer
forma - era uma farsa.E eu tinha praticamente certeza que o Marco ia fazer alguma coisa para aborrecer todo mundo - ou pelo menos o Will - porque ele no tinha
tido sucesso esta noite.Mas... mas parte de mim queria ir velejar com o Will. A parte de mim que queria fazer qualquer coisa com o Will, s para ficar perto dele.
A parte de mim que estava apaixonada por ele apesar dele j ter uma namorada. A parte de mim que, toda vez que eu via a rosa agora, comeava a pensar no Will....Deus,
a coisa vai mal.Infelizmente essa parte de mim parecia ser mais forte que o resto de mim, j, que quando eu acordei no dia seguinte, eu sabia sem nenhuma duvida
que eu ia velejar com A. William Wagner e Companhia.E no s para poder sair por ai com o Will, tambm. Eu acordei sentindo que era o meu dever ir. Porque - ou
eu declarei a mim mesma- eu podia manter um olho no Marco por mim mesma. Ele estava definitivamente tentando arrumar problema para o seu irmo postio.
S que... por que? Por que ele iria querer machucar o Will daquela forma? Eu no podia imaginar que o Will tinha feito alguma coisa que possa ter machucado ele.
Isso era por causa do que tinha acontecido entre os pais deles? O Marco estava realmente to ressentido que o pai do Will tinha casado com a me dele? Eu meio que
podia ver porque ele estaria, se essa parte do Almirante Wagner ter mandado o pai do Marco para um posto onde ele certamente seria morto, ou qualquer coisa assim,
for verdade. Mas por que descontar no Will? Era o Almirante Wagner que ele devia estar preocupado em punir, se voc me perguntar.Exatamente como ele disse que
estaria, Will estava esperando por mim na estatua de Alex Haley que fica no final do que a populao chama de Ego Alley, o porto da cidade no final da Rua Principal
no centro de Annapolis. Eu podia ver que quando os meus paios e eu samos do carro porque chamam de Ego Alley (Alameda do Ego)... h todos esses enormes yatchs l.
E para lev-los para o mar-aberto, voc tem que velejar por todos esses cafs de rua e bares com pessoas sentadas ao longo do mar o dia inteiro, vendo os barcos.
 como uma demonstrao fashion no shopping ou alguma coisa assim, s que com barcos.Alex Haley, que escreveu o livro Roots , deve ter vivido em Annapolis, porque
todo o deck era devotado a ele. Havia uma grande esttua dele, com essas estatuas menores de crianas deitadas ao redor do cho embaixo dele, como se ele estivesse
lendo uma historia. Will estava apoiado contra uma dessas estatuas, esperando por mim.
O minuto que eu vi ele, meu corao fez essa coisa de saltar dentro do peito. Isso foi porque, por um segundo, eu achei que ele estava l sozinho... que, por um
milagre, seria s ns dois no barco. Mas ento eu vi a cabea dourada da Jennifer reluzindo. Ela, o Lance e o Marco estavam esperando num bote de borracha na gua
logo depois do deck, o bote que ia nos levar at o barco do Will, ancorado a uma pequena distancia da praia. Meu corao, insistindo em fazer mais ginstica, caiu.E
caiu mais quando os meus pais decidiram em na verdade descer do carro e irem conversar com o Will, quem eu acho que eles consideram um grande amigo agora, j que
eles deixaram o Will devorar toda a nossa comida thailandesa e usar a sunga do meu irmo, e tudo."Hey," meu pai disse, descansando um cotovelo no ombro do Alex
Haley. "timo dia para velejar.""Sim, senhor," Will disse, endireitando-se e sorrindo para ns Ele tinha um par de Ray-Bans para se proteger dos raios de sol.
A brisa agradvel balanou o seu escuro, cacheado cabelo e abriu o colarinho da sua camisa azul.Para mim, ele disse, "Eu estou feliz que voc veio."Mas antes
que eu tivesse a chance de responder, minha me comeou a perguntar ao Will todas essas questes preocupantes, como a quanto tempo ele veleja, e o tempo e no ter
salva-vidas o suficiente... esse tipo de coisa. Voc sabe, esse tipo de coisa que voc sempre quis que a sua me perguntasse ao cara que voc tem uma enorme queda
quando ele te convida para ir velejar com ele.No.As respostas do Will devem ter satisfeito a minha me, j que ela finalmente me encarou e disse, "Bem, se divirta,
Ellie." E meu pai mandou, "Vejo voc depois, amor." Ento os dois subiram de volta no carro e foram tomar um brunch na delicatessen Chick & Ruth .Eu olhei para
o Will e disse, "Desculpa."
"Sem problemas," Will disse, fazendo careta. "Eles se importam com voc,  tudo.  bonito.""Por favor, s atire em mim," eu lhe implorei, e ele riu."Podemos
ir?" Jennifer chamou do bote. "Ns estamos perdendo a melhor hora para se bronzear.""E Deus probe que a Rainha De Boas-Vindas seja branquicela," Marco disse,
fazendo a Jennifer dar um empurro nele. Lance, segurando o leme, s ficou l olhando aborrecido para os dois, parecendo divino com os braos para trs que mostravam
os seus enormes bceps."Eu estou com a Jen," ele disse- uma pssima escolha de palavras como alguns de nos sabia. "Eu estou farto desses turistas olhando a gente."Era
verdade que algumas pessoas usando camiseta que diziam NO ME RETALHE, EU SOU LOCAL tinham vindo e estavam perguntando a Will e a mim se ns sabamos onde era o
caminho pra o Woodwind, o barco de turismo que rodeia a baia, era. Will mostrou onde eles precisavam ir, ento me entregou alguma coisa que ele pegou do bote. Era
um colete salva-vidas - no, graas a Deus, um desses enormes laranja que faz as pessoas que usam parecerem Pillsbury Doughboy- mas um fino e estiloso azul.Eu
estava ocupada fechando-o, quando um grupo de crianas da nossa idade apareceu na estatua do Haley e comeou a subir em um barco a motor um pouco adiante do nosso.
Eles tinham um desses grandes tubos de tinta com eles , e conforme eles subiram no barco, espirrou no barco do lado - um mais parto do que o nosso, com um velhinho
e uma velhinha , se aprontando para ir para o yatch deles."Lamento," eu ouvi um dos jovens dizer, e puxar o tubo de tinta de volta para o barco.
"Voc lamenta ?" O velhinho parecia chateado. E com raiva. "Eu lamento. Lamento que eles tenham deixado pessoas como voc sair do pas de onde veio."Eu parei de
prender o meu colete e s fiquei l, totalmente em choque. Ningum nunca diz coisas assim em Minnesota."Ei, cara," um dos jovens no barco disse. "Ele no fez por
querer..""Por que vocs no voltam para onde vocs vieram?" o velhinho queria saber, enquanto a sua esposa olhava, com os lbios apertados, e os joelhos pressionados
firmemente juntos."Por que voc no volta de onde veio?"Mas isso no veio de nenhum dos meninos no barco. Veio, eu comecei a realizar, do Will.O velhinho parecia
to perplexo quanto eu estava. Ele encarou Will surpreso por trs deu chapu de marinheiro, ento disse, em uma voz desaprovadora, " Com licena, jovem, mas eu nasci
nesse pais- e os meus pais tambm.""Yeah, mas e os pais deles?" Will perguntou. "Porque a menos que eles sejam Nativos Americanos, eu no acho que voc pode dizer
por ai para as pessoas voltarem para seus paises."A boca da esposa do velhinho caiu aberta. Ento ela abraou o seu marido, e ele furiosamente ligava o motor."Aqui
costumava ser um lugar legal para viver," o velhinho disse, enquanto ele se afastava.Nos assistimos enquanto ele e a esposa pegavam o caminho em direo a baixo
da Alameda do Ego... ento nos olhamos."Algumas pessoas," Will me disse suavemente, "tm mais dinheiro do que senso."Eu suspirei. "Voc pode dizer isso de novo."Ento
isso me deu a mo para subir no barco...
Capitulo 13
L o redemoinho do rio gira rapidamente,
E l a spera vila de camponeses,
E as capas vermelhas das vendedoras,
Passam na proteo de Shalott.
O que no foi to fcil, vendo que no tinha tanto espao l. Eu sentei, e me encontrei espremida entre o Marco e o Lance, enquanto a Jennifer se encontrava desconfortavelmente
- ou confortvel, dependendo de como voc encarava - posio de ser esmagada entre o Lance e o Will.No que isso parecesse incomodar ela."O que foi tudo aquilo?"
ela queria saber."Oh, aquilo era s o Will," Marco disse, numa voz entediada. "brincando de Cavaleiro Branco de novo.""Prontos?" Will perguntou, ignorando a
provocao do seu irmo postio. "Essa  a ultima chance se voc precisa de alguma coisa da loja. Ns no vamos ver terra por um tempo."Quando ningum protestou,
Will ligou o motor, e o bote comeou a ir em direo ao veleiro do Will, Pride Winn, estava ancorada no porto.Eu logo soube que, apesar da cena desagradvel na
Alameda do Ego, eu tinha feito a deciso certa em vir. Oh, no que fosse prazeroso ver o Will e a Jennifer sentados to prximos que os ombros deles se tocavam (com
o ombro do Lance tocando o dela do outro lado). Ou que fosse engraado ver o Marco fazer gestos rudes para as pessoas sentadas em cadeiras no deck fora dos bares,
nos assistindo enquanto ns passvamos ( obviamente ningum nunca tinha falado com o Marco sobre Imagem).Era s to legal ter o sal espirrado no meu cabelo, e
a brisa fria da baa no meu rosto. Era timo sentir a gua passando por debaixo de ns, e ver os patos, nas suas fileiras de patos, se apressando para fora do caminho
do bote.E ento, quando ns finalmente chegamos ao veleiro do Will, vendo-o sentada l, to comprido e brilhoso, todo pintado de branco com madeira enfeitando
e um alto, lustroso mastro, fez com que a cena desagradvel no per parecesse valer a pena.
H muita coisa que voc deve fazer num veleiro, como se descobriu, antes que ns fossemos para o mar. Ento ns nos esforvamos fazendo o que Will, e algumas vezes
Lance, nos dizia para fazer. Pelo menos, Jennifer e eu fizemos. Marco `parecia fazer o que ele queria, embora algumas coisa que ele fez pareciam ter alguma coisa
haver com deixar o Pride Winn pronto para o mar.Principalmente porque ele s me encarou quando a Jennifer, correndo pelo deck, encontrou o Lance no caminho, e
teve que dizer, "Com licena," em uma voz educada que eu duvido que ela use quando os dois esto sozinhos.Na hora que nos finalmente fomos velejar, eu estava bem
cansada dos sorrisos secretos do Marco para mim. Eu estava esperando ter um momento sozinha com o Lance para trocar umas palavras antes que ns sassemos para velejar
- uma chance para contar a ele sobre o Sr. Morton, e ento casualmente contar a ele que eu sabia da Jennifer e dele... mas ainda pior, o Marco tambm sabia. E pedir
a ele que fizesse alguma coisa sobre isso. Assim como jogar limpo com o Will.Mas no  fcil achar alguma privacidade mesmo em um barco com um tamanho razovel
como Pride Winn, e nuna tinha um momento que eu pudesse falar com o Lance sem ter medo que algum entre-ouviesse a conversa.E ento quando o veleiro arpou de repente
e ns estvamos movendo, passando rapidamente sobre a gua, nem mesmo sentindo o sol quente por causa da brisa fria do oceano, era difcil sentir preocupada sobre
qualquer coisa que tenha acontecido na praia. Todo mundo parecia sentir a alegria disso, mesmo o sempre-satanico Marco, que pegou o meu olhar e disse, com uma piscada,
"Isso que  vida, n?!""Realmente," eu disse, querendo dizer isso, e pensando que talvez eu estivesse errada sobre ele. Talvez ele no fosse ruim depois de tudo.
"Voc  to sortudo.""Sortudo?" Ele me olhou com curiosidade. "Por que?""Bom, vocs tm um barco," eu disse. "Tudo o que ns temos  uma station wagon .
Ele me deu um sorriso que na verdade pareceu sincero e disse," Eu no sou o sortudo. Will .  o barco dele. At a minha me casar com o pai dele... bom, ns no
tnhamos nem a station wagon, vamos dizer assim."E ento o momento de harmonia entre a gente desapareceu como os respingos do mar quando de repente Marco lanou
um olhar no Will que eu s poderia descrever como... bem, no legal. No, nem um pouco legal.Mas ento Will, que no tinha noticiado o olhar, perguntou, "O que
voc acha, Elle? Ns vamos te fazer uma grande velejadora?"E eu esqueci tudo sobre o que o Marco tinha dito, porque o Will estava to lindo parado l segurando
o leme, com o vento jogando o seu cabelo para trs, me chamando de Elle."Completamente," eu disse, realmente querendo dizer isso. Eu ia ter que conversar com os
meus pais sobre me comprarem um barco. Seria difcil, j que eles sabiam tanto de barco quanto sabiam de piscinas. Mas isso era realmente muito bom para no ser
feito regularmente. At ganha de flutuar na piscina por uma porcentagem significante. Por que voc no pode fazer um piquenique enquanto voc flutua. Bom, voc pode,
mas  uma baguna.A me do Marco tinha colocado todo tipo de coisas deliciosas na cesta, incluindo rolos de caranguejo e uma salada de batata caseira que era at
melhor do que a do Red Hot e Blue . Tinha alguma coisa sobre estar cercada por guas azuis que te faz ficar voraz. Enquanto ns comamos, todo mundo conversou sobre
a festa da noite anterior e quem ficou com quem ( eu reparei que a Jennifer foi a que mais conversou sobre isso - talvez para acabar com qualquer discusso sobre
onde ela estava a maior parte da festa?) e o que as pessoas estavam vestindo.
Eu fiz uma anotao mental para contar a Liz que isso  o que as pessoas populares - as garotas populares de qualquer forma- faz depois das festas.. falam de quem
apareceu pelas costas.Foi s quando o almoo estava acabando que eu tive a chance de perguntar ao Will o que vinha me incomodando. E isso era o que significava
o nome do veleiro dele.Marco, ouvindo a questo, riu descontroladamente."Yeah, cara," ele disse ao Will. "Conte a ela o que Pride Winn significa."Will lanou
um olhar aborrecido ao Marco, e ento disse, parecendo constrangido, " No significa nada, na verdade.  s o nome que surgiu na minha cabea quando meu pai e eu
comeamos a discutir sobre comprar um barco. E meio que pegou.""Parece com o nome da mercearia," Lance disse, sua boca cheia de rolinhos de caranguejo.Jennifer
o chutou, de brincadeira, no p " Winn-Dixie," ela disse."Mesmo assim um pssimo nome para um barco," Lance disse.No foi antes da conversa eventualmente mudar
dos alunos da Avalon High para os professores que eu lembrei do Sr. Morton, e, abandonando todas as esperanas de ter uma conversa privada sobre isso - e outras
coisas- com o Lance. Eu disse, "Oh, Lance, eu quase esqueci. O Sr. Morton me parou no jogo e disse que quer nos ver amanha na sala dele antes da primeira aula."Lance
olhou do saco de batatas chips sabor churrasco que ele estava engolindo."Voc esta falando srio?" ele perguntou, com uma expresso de pnico no rosto. " Para
que?""Hmm," eu disse, de repente consciente de que todos estavam nos escutando, e me sentindo constrangida. " Eu acho que tem alguma coisa haver com a nossa proposta
de pesquisa.""Voc no fez ela?" Lance disse, olhando desaprovadoramente."Claro que sim," eu disse. " s que... eu no sei. Ele parecia poder dizer de alguma
forma que voc no tinha participado da escrita.""Por que no estava cheia de erros gramaticais e frases sem sentidos como tudo que o Lance escreve?" Will provocou.
"Voc sabe que eu no sou bom com essas coisa," Lance disse, com um grunido." Aw, cara. Isso  um saco.""Desculpa," eu disse. "Ele ficou falando sobre toda essa
coisa de trabalhar-com-o-seu-parceiro.""Eu imagino porque," Marco disse, num tom que sugeria que ele, por qualquer razo, sabia perfeitamente por que.Mas quando
eu olhei para ele para perguntar o que ele queria dizer - no que eu tivesse muita certeza que queria saber - eu vi que o Marco no estava nem mais prestando ateno.
Ao invs, ele estava olhando atravs da gua para um velho e muito pequeno barco que vinha vagarosamente. Depois de um segundo ou dois, eu reconheci. Era o pertencente
ao grupo de rapazes que nos tnhamos visto no porto - os que estavam com o tubo de tinta. O bote estava to cheio que alguns dos gordinhos - e nenhum deles eram
na verdade to esbeltos- estavam sentados to no final do barco, que as costas deles estavam se molhando pelas ondas do motor."Oh, ei," Marco disse, observando
isso deleitado (com prazer). "Olha l os banhas de porco."Ningum riu. Na verdade, Will disse, parecendo cansado, como se fosse alguma coisa que ele tivesse que
dizer muito, "Marco. Pra com isso."Mas Marco ignorou ele."Olha isso," ele disse.E pegou o leme que o Will tinha soltado para poder almoar."Marco," Will
disse, quando o Marco comeou a virar o barco. " Deixe-os em paz."Mas Marco s riu e colocou o Pride Winn no que parecia - a mim, de qualquer forma - uma rota
de coliso com o minsculo bote."Aquela embarcao no parece ser de alto-mar Will," Marco disse. "Eu s quero ter certeza que eles vo perceber o erro da rota
deles."Mas me parecia que ele ia fazer muito mais do que isso... especialmente quando o piloto do bote, percebendo que o Marco no tinha a menor inteno de virar,
de repente, virou a direo para a direita, fazendo que o bote virasse abruptamente para um lado...... e causando com que um dos caras na traseira do bote - o
mais gordinho - casse para fora do bote.
"Voc viu isso?" Marco gritou, rindo. "Oh Meu Deus, foi hilrio!""Realmente engraado, Marco," Will disse, enquanto ns assistamos o jovem lutar contra a espuma
branca do mar."Ei," Jennifer disse. "Ele no tem um colete salva-vida"E ento, enquanto os outros caras no bote se debruavam na borda da embarcao, tentando
puxar o gordinho de volta, nos vimos ele escorregar uma vez... ento duas vezes... ento desaparecer por entre as ondas."timo," Will disse com raiva, tirando
os seus sapatos. "Muito obrigado, Marco."E ento, antes que qualquer um de ns pudesse dizer alguma coisa, Will tinha mergulhado da borda do Pride Winn, seus longo
e esguio corpo desaparecer quando as guas escuras o engoliam.
Capitulo 15
E um espelho a reflete durante o ano todo,
Sombras do mundo aparecem.
L a observam
Se dirigindo para Camelot.
Isto no era como a gua clara e calma da minha casa. Isto era fundo, gua opaca do mar, com ondas agitadas. Provavelmente havia tubares l em baixo. E riptides.
Como a cabea deWill desapareceu para baixo da superfcie escura, eu segurei minha respirao, me perguntando se ele voltaria. Eu no era a nica, aparentemente,
com este interesse. Lance,procurava nas ondas algum sinal de Will, rosnando em Marco, to ameaador quanto Cavalier fez na noite anterior. "Se algo acontecer a
ele," Lance rosnou, "voc  um homem morto."."Se algo acontecer a ele, sua vida ser mais fcil," Marco disse. "No  mesmo?". Vi o rosto de Lance se agitar escuramente,
ento trocou olhares com Jennifer. Em seu rosto bonito era uma expresso de temor - mas era temor por Will? Ou temor por si, sobre que Marco tinha dito?Um segundo
mais tarde, cabea escura de Will surgiu das ondas. Ento comeou a nadar, com nadadas duras e longas, em direo ao lugar onde Criana de Corte tinha desaparecido.
"V at l," Jennifer ordenou para Marco, numa voz aguda eu no pude deixar de admirar. Ela, ao menos, no tomava qualquer empurro dele."Bom," Marco disse, a sua
mandbula apertada, virando o Pride Winn at l. Ento, notei que ele sorria. "Eu no sei o que tm de mais.  somente um punhado de turistas.".Ento, quando acabo
de encar-lo por m bom tempo, ele disse "Piada! Estou brincando. O deus, ningum por aqui pode rir de uma piada sobre si mesmo. Lembre-se disso, novata.". "Talvez
sejam somente suas piadas," eu disse. "Elas realmente no so muito engraadas.".O motorista do barco tinha parado seu motor, e agora ele, assim como a maioria
dos seus passageiros, se agarrava ao lado do barco artesanal, procurando na gua por algum sinal do rapaz perdido.
Will alcanou lugar onde Criana de Corte com escovinha estava, desapareceu mais uma vez embaixo das ondas. "Onde eles esto?" Jennifer, ficando ao meu lado, se
inclinou para fora e tomou o meu brao espremido, olhando tensamente para gua. "Onde ele est?". E me senti culpada pelo modo como tinha pensado sobre ela. Porque
sua ansiedade era real. Ningum  que boa atriz. Sim, ela amava Lance. Mas percebi que uma parte dela - uma parte grande - ainda amava Will tambm... e provavelmente
sempre amaria Will, no importando o que acontecesse entre eles......Ou com o que acontecia agora.Tinha olhado Jennifer - com seu rosto bonito silenciado pela ansiedade,
seus olhos azuis procuravam na gua. Repentinamente, via sua mudana de expresso. Sorriu e se agitou com alvio. Dei uma olhada de novo e vi Will rebocando a Criana
de Corte com escovinha - com gua do mar a tira cola - de volta na direo do barco a motor."Obrigada Deus," Jennifer disse, e pareceu perder a firmeza para mim.
Lance estava visivelmente plido embaixo de seu bronzeado. Marco, por sua vez, bocejou e foi abrir uma nova lata de Coca para si.Nos sentamos em silncio. Ao menos,
Jennifer e eu. Lance manteve um comentrio ininterrupto sobre o outro barco: "T bom, ele voltou salvo. Provavelmente bebeu muita gua do mar, mas ele provavelmente
est bem. Parece que Will est nadando bem de volta para c. T bom, agora ele est vindo...".Marco somente comeu outro rolo de caranguejo e brincou com o rdio,
tentando achar uma estao que no tocava msicas velhas. Quando Jennifer olhou para ele com raiva, ele disse "o que?" todo inocente, como ele se no pudesse imaginar
o que havia de errado com ela.Quando Will finalmente chegou de volta ao Pride Winn, com seu rosto tenso. "Eles no chamaro a polcia do porto," Will disse depois
que Lance tinha o ajudado a subir sobre o convs.
Marco fez um som zombeteiro. "Por que deveriam?" ele quis saber. "Seriam pegos infringindo os regulamentos de segurana de navio, abarrotando tantas pessoas
sobre um barco to pequeno. Alm do mais, foi essa criana estpida que cometeu prpria falta. Ele no devia ter se sentado na borda - "."Essa 'criana estpida'
quase se afogou," Will interrompeu com seus olhos azuis crepitando. "Vamos, Marco. O que voc pensava?"."Sabe, eu no sei." Marco levantou uma nica sobrancelha.
"Talvez eu apenas quisesse acrescentar uma tenso a mais.".
"Que tenso?" Will perguntou exasperado. "A tenso sexual," Marco respondeu. E vi seu olhar sombrio em direo a Jennifer, que ficou perto da proa. Tinha entregado
uma toalha para Will, mas agora congelou com a toalha em suas mos, observando Marco receosamente."Oh, no me diga que voc no sabia," Marco disse, dando uma olhada
de Will a mim depois para Lance e ento a Jennifer, e ento costas outra vez. "Meu Deus, isto  loucura!""Penso," disse em voz alta, certa do que vinha, e querendo
evit-lo a todo custo, "que devemos voltar agora. No acha Jennifer?".Jennifer no tinha tirado os seus olhos
de Marco. Era como se ela observasse... bem, uma cobra,
perguntando-se se estava com uma espcie amvel, como a que tinha pescado da piscina, ou a espcie mortal que ia envi-la para um coma. "Sim," disse, por fim. "Concordo
com Ellie. Penso que ns devemos ir.".O lane comeava a dizer algo, mas olhou para Jennifer. Ela deve ter lhe enviado um olhar de advertncia - embora eu no vi
- porque ficou silencioso. WILL, que tinha andado para pegar a toalha de Jennifer e agora estava com ela ao redor de seu pescoo, disse, ignorando sublimente o que
ele diria, "As meninas querem ir, ns vamos. Lance nos guie. Penso que ns devemos ancorar de novo - "."Oh, certo," Marco estourou, quando Lance comeou a navegar
para sair de onde estvamos. "Melhor afundar Lance. Melhor no pensar por si, Lance.".Lance sugeriu que Marco faa algo que eu no estou inteiramente segura que
anatomicamente possvel. Will olhou para Marco estreitando perigosamente os olhos. "Qual  o seu problema?" perguntou a seu meio-irmo, na mesma voz que eu tinha
ouvido-o usar com o jogador, na aula do Sr. Morton. Era ento frio, parecia profunda. Will s tinha salvado a criana. Me espantou um pouco. "Qual  meu problema?"
Marco soltou uma risada amarga. "Por que voc no pergunta a Lance qual  seu problema?" "Porque eu no tenho nenhum problema, Campbell," Lance disse. "Com exceo
de estar com voc.".
Mas Marco somente riu algum mais disso. "Oh, certo," ele disse. "Me esqueci. Gosta de ser o cachorrinho de Will, fazendo tudo que ele diz a voc.". Lance comeava
a se agitar. "Eu no - " "Oh sim, faz, cara," Marco disse. Sua voz ficou como uma imitao esquisita de Will: "Navegue Lance. Ataque esse juiz da linha, Lance.
Proteja o QB, Lance". Ento, na prpria voz, ele disse, "Deus, no  de admirar que voc no possa mais agentar. Eu no o culpo, homem. Eu realmente no o culpo."
O meu corao comeou a bater, olhei para Lance, implorando silenciosamente que no respondesse - .Mas era tarde demais. "Eu no sei do que voc fala," Lance
comeou, com os msculos do seu pescoo ameaando se retesar. "Mas - " "Somente ignore, Lance," Jennifer disse rapidamente. "Acaba de tentar de causar problemas.""Causo
problema?" Marco lanou um olhar de quem no acreditava na direo de Jennifer. "Pensa que eu sou o que causando problema? Que tal voc?" ele exigiu. "Por que voc
no pergunta a seu precioso amigo Lance aqui onde ele estava durante a maioria de sua festa ontem  noite, Will? Huh? Prossiga. Pergunte.". Jennifer suava, enquanto
Lance se agitava ainda mais, por outro lado. Mas conseguiu engasgar, "Voc no sabe o que fala Campbell."."Realmente, Marco," Jennifer disse, sua voz soando inconfortavelmente
aguda. "S porque voc no tem qualquer amigo - ""Sim, bem, ento  melhor considerar o Will, no ?" O sorriso do Marco era falso. "Quero dizer, com amigos como
voc quem precisa - ". "Marco," disse, dando um passo em direo a ele, com meu corao na minha garganta. "No.""Voc realmente tem isso mau, no, Lily Maid?"
O olhar do Marco em mim quase compadecia. "Mas voc ainda no parece compreender que est com o errado...." Ento levantou as suas sobrancelhas. "Ou Lance  quem
tenta
proteger, e no Will?".
Lance foi para cima dele ento. Duvido que ele mesmo soube sobre o que Marco falava. Mas Lance, claramente no se importou. O QB estava sendo atacado, e era trabalho
de Lance proteg-lo - ainda que, como neste caso, a falta era toda do Lance. Lance deu uma parada - todos duzentos quilos de msculos duros, apontado para entranha
do Marco.Quem sabe que o que teria acontecido se os dois tivessem continuado? Seguramente na velocidade que Lance se movia, teriam ambos mergulhados na gua fria
da baa.Mas eles no continuaram. Porque no ltimo possvel momento, Will conseguiu prender Lance, prendendo-o com seus braos atrs de suas costas. Entretanto,
uma sombra bronzeada e delgada deslizou na frente de Marco, "Parem! Todos vocs! Parem s ele!" A voz do Jennifer cortou com um soluo. "Campbell comeou." Lance
lanou as palavras de uma vez s, respirando duro com Will lutando para continuar a segur-lo. "Oh, penso que todos sabemos quem comeou," Marco insinuou."Vocs
esto loucos?" Will quis saber. "No o escute, Will," Jennifer chorou urgentemente. "Tudo que ele diz  uma mentira, e sempre foi." "Oh, isso  vm de voc que
 to honesta, Jen," Marco zombou. "Por que voc no s conta onde vocs estavam ontem  noite quando ele te procurou na casa, mas no
pde te achar? Por que voc
no conta?" Will soltou Lance agora. No porque Lance tinha parado de lutar para se libertar. Mas porque era como se repentinamente Will se esquecesse de prend-lo."Sobre
o que fala?" Will perguntou, olhando de Jennifer para Lance com uma expresso atordoada e, seu rosto. Ento, quando nenhum deles respondeu imediatamente, disse,
"Espera. Do que ele est falando - ". "Porque esto namorando," Marco disse, com condimento bvio. "Tm visto pela suas costas h meses, enquanto voc nem desconfia
- ".
Captulo 15
Ou quando a Lua estava em cima das cabeas
Vieram dois jovens amantes recentemente casados;
"Eu estou farta das sombras," disse
A Lady de Shalott.
Marco nunca terminou a frase. Porque Lance, sem o Will para segura-lo, voou para cima do Marco com toda a sua fora. Os dois bateram no deck do Pride Winn com fora
o suficiente para fazer o barco balanar. Eu tive que segurar em algum cabo para evitar de cair alem da borda com o impacto do corpo deles.Quando eu me indireitei,
Lance tinha conseguido controlar o Marco. Tudo o que precisou, aparentemente, foi um nico soco na cara. Marco deitado em forma de bola, gemendo.Eu no posso dizer
que sentia muito por ele.Mas pelo Will. Will, por outro lado, fez meu corao saiu para fora. Porque ele tinha desabado em um dos bancos almofadados do veleiro
como se suas pernas no pudessem sustent-lo, seu rosto branco como a vela tremendo em cima de ns, apesar do seu bronzeado. "No  verdade," Jennifer estava dizendo
para ele. Ela tinha segurando nos ombros dele, e estava chorando. Realmente chorando. E no de forma bonita, como as animadoras de torcida na minha antiga escola
choravam depois de perderem um jogo, ou o que seja. Havia lagrimas de verdade envolvidas."Ele est mentindo," Jennifer disse, com uma voz perturbada. "Ns nunca
faramos isso com voc. Faramos, Lance?Quando o Lance no respondeu em seguida, Jennifer lanou-lhe um olhar nervoso."Faramos, Lance?" ela repetiu. "Lance?"Mas
o Lance no respondeu. Isso foi porque ele estava parado no meio do deck do barco, seus punhos ao seu lado, encarando um ponto entre os ps do Will. Enquanto eu
fiquei parada vendo, Lance vagarosamente levantou a cabea, como se estivesse levando um grande peso ( conscincia ;x ) at finalmente seu olhar encontrar ao do
Will.E ento Lance disse as palavras que mudariam tudo para sempre:" verdade."
Uma das mos da Jennifer voou para sua boca. Ela voltou se olhar do Lance para o Will - ambos estavam completamente imveis - e ento de volta.Ningum falou. Ningum
respirou. A brisa do oceano bateu na vela acima de ns, mas esse era o nico barulho no Pride Winn... exceto pelo pequeno barulho do radio que o Marco esteve brincando
mais cedo.Finalmente Jennifer tirou a mo para longe da boca e disse em uma voz que eu nunca vou esquecer, to genuinamente cheia de pena e arrependimento: "Will.
Will. Eu sinto muito mesmo."Will nem mesmo olhou para ela. Ele ainda encarava o Lance."Nos no conseguamos evitar," Lance disse, balanando seus largos e pesados
ombros. "Ns tentamos. Honestamente , Will"Jennifer, lgrimas rolando livremente pelo rosto, disse, "Nos tentamos. Realmente. Ns amos te contar. Mas com tudo
- bom, com o seu pai, e... Bom, nunca parecia ser a hora certa-""H uma hora certa?"
Marco perguntou com uma voz nasalada de onde ele estava deitado com as mos
sob seu rosto. "Para te dizer para um cara que voc est pegando a garota dele, quero dizer?""Cala a boca, Marco," eu disse.Marco tirou as mos do rosto de me
olhou com um sorriso de meia boca. Um lado da boca dele ficou rapidamente inchado.Mas eu no tinha o menor interesse no que eles estava prestes a dizer. Eu s
tinha olhos para a cena se desenrolando na minha frente."Will." Lance ainda parado onde eles estava, seu olhar imvel no rosto do amigo. "Diz alguma coisa, cara.
Qualquer coisa. Ou me bata. Eu no me importo. Eu mereo. S... faa alguma coisa." Willa foi quem abaixou o olhar primeiro. Ele olhou para os seus ps. Ele ainda
no tinha tido a chance de colocar os sapatos que ele tirou para mergulhar sob a bordae salvar a vida do Jovem Engolido-Pelas-Ondas.Quando ele falou, sua voz estava
sem emoo alguma. Ainda estava to fria quanto o mar."Vamos voltar," ele disse. E levantou-se e comeou e desamarrar a vela principal.
A volta  terra foi terrvel. Terrvel e silenciosa. Bom, exceto por Marco, que reclamou sobre o seu lbio inchado, at que eu peguei uma bolsa trmica e entreguei
a ele, s para ele calar a boca.Tem muita coisa para se fazer, como se descobriu, quando voc esta voltando de uma viagem velejando quando voc est saindo para
velejar. Ento ns dobramos, amarramos, limpamos e organizamos, todos em silencio - exceto quando Will pediu para algum de ns fazer uma coisa... e Marco,  claro,
que continuou a reclamar sobre o lbio e como todo mundo tinha pego a mensagem- at que finalmente, quando o Pride Winn estava seguramente ancorada no porto, Will
disse, "Vamos seguir para praia."Ento ns subimos no bote e seguimos para o porto. Ns provavelmente ramos o grupo mais sbrio que descia para a Alameda do Ego.
Como a tarde estava caindo, mais e mais pessoas tinham se juntado nas cadeiras no deck pertencentes no bar ao redor do porto. Eu podia sentir os olhares dos turistas
conforme ns nos aproximvamos. Eles todos se sentaram l em suas cadeiras de balano e espreguiadeiras, tomando cervejas e refrigerantes diets, sem a mnima idia
que no nosso barco - o que estava passando bem na frente deles naquele momento, o que eles estavam com tanta inveja - trs coraes estavam quebrado.Eu no estava
contando meu prprio corao, mesmo que parecessem doer um pouco mais cada vez que eu olhava para a expresso no rosto do Will. Como Marco colocou, quando ele virou
para me ajudar a sair do bote uma vez que ns tnhamos chegado na praia, "No me olhe to brava, Lily Maid. Isso no tem nada haver com voc ou eu.""O que  exatamente
porque," eu disse a ele, "voc devia ter ficado fora disso.""Ei, voc teve a sua chance com o Lancelot," ele disse. "No  minha culpa se voc falhou."O que
eu deveria dizer a isso?
Atrs de ns, Will estava arrastando o barco para o posto de ancorao mais prximo. Jennifer buscou e tentou tocar o ombro dele."Will," ela disse, em uma voz
que - na minha opinio de qualquer forma - poderia partir o corao mais frio.Mas Will s virou e comeou a andar rpido para o seu carro.Ele e Marco aparentemente
tinham vindo no mesmo carro, j que o ultimo me fez uma cortesia e disse, " Foi um prazer, Lady Elaine," antes de correr atrs do Will que estava partindo.O que
me fez ficar sozinha com a Jennifer e o Lance, nenhum dos dois pareciam capazes de olharem para mim... nem um para o outro."Hm," eu disse. J que parecia que algum
precisava dizer alguma coisa. "Bom.  melhor eu ir. Ento. Tchau."Eles nem se despediram. Eu os deixei juntos na estatua do Alex Haley. Eu no sei se eu estava
exagerando, se eu disser que me pareceu que o mundo deles tinha desabado.Eu liguei para os meus pais do telefone pblico na esquina e pedi para me pegarem. Eles
pareceram surpreso de eu ter voltado to cedo... foram s algumas horas desde que eles tinham me deixado, e eu os diz acreditar que eu estaria fora at o jantar.Mas
quando eles me perguntam o que tinha acontecido quando eu subi no carro, eu s balancei a cabea. Eu no queria falar sobre isso. Eu no podia falar sobre isso.Eles
no me pressionaram... nem mesmo quando, cinco minutos depois de ter chegado em casa, eu desci as escadas do meu quarto e passei por eles no meu biquni, carregando
a minha bia.Para dar a eles um credito, eles no disseram nada como, "No de novo," ou " Eu achei que ns tnhamos superado essa coisa de flutuar."Ao invs,
a minha me s disse, "Pizza para o jantar est bom, Ellie?"Eu balancei a cabea assentindo.E fui para fora.
O sol tinha desaparecido atrs de espessas nuvens cinzas chuvosas, mas eu no me importava. Eu subi na minha bia, e deitei l, olhando o cu sob a minha cabea.Eu
no podia acreditar no que eu tinha presenciado. Eu realmente no podia.A ponto , coisas como essa simplesmente no acontecem comigo. Eu quero dizer, no que
nada disso tivesse haver comigo - Marco estava certo sobre aquilo, de qualquer forma.Mas o fato de eu estar l... que eu vi tudo aquilo acontecer. Isso era o que
eu no conseguia acreditar.Eu sabia por que o Marco tinha feito aquilo. Eu no podia dizer que eu o culpava, realmente.Mas para ter feito isso daquela forma
- na frente do Lance e da Jennifer... na minha frente. Bem, aquilo no era necessrio.Mas ento, Marco provavelmente se sentia do mesmo jeito sobre a morte do
seu pai.Eu espero que o Will fique bem. Mas realmente, o que eu podia fazer para ajud-lo? Nada, eu acho. Exceto ser amiga dele. Exceto estar l para ele. Exceto
-- ir para a ravina, onde eu tinha certeza que ele teria ido depois de tudo o que aconteceu, e perguntar a ele se havia qualquer coisa que eu pudesse fazer.Yeah,
era isso. Eu precisava ir ao arvoredo. Agora. Exatamente agora..Mas logo que eu tive esse pensamento me ocorreu e eu abri os olhos, e vi o Will sentado no topo
da Pedra da Aranha, olhando baixo para mim.
Captulo 16
Um cavaleiro da cruz-vermelha ajoelhado
Para uma donzela em seu escudo,
Aquele brilho no campo de batalha,
Alem da remota Shallot.
Eu no gritei dessa vez. Eu no posso nem dizer que eu fiquei surpresa em ver ele. Aquilo pareceu quase natural, de um jeito que eu no podia explicar que ele estaria
l. Ele j tinha trocado as roupas molhadas que ele estava usando no barco. Agora ele usava um jeans e uma outra camiseta.Mas ele estava usando exatamente a
mesma expresso que ele usava a ultima vez que eu vi ele... uma expresso completamente desprovida de qualquer emoo. Eu no podia ver seus olhos, por que ele ainda
usava seus culos de sol, mesmo que o sol estando por trs das nuvens.Mas eu suspeitava que mesmo que eu pudesse ter visto seus olhos, eles estariam escondidos
do resto da suas face [?]. At mesmo sua voz, quando ele finalmente falou, vendo que eu tinha aberto meus olhos, estava totalmente neutra. "Voc sabia?" Ele me
perguntou em um tom calmo. Nenhum. "Oi". Nem um. "Como vai voc, Elle?"No que eu achasse que merecia receber um, desde que eu sabia e no tinha dito a ele.
Ainda assim. Eu no iria mentir pra ele. Eu j havia mentido muito. Ento eu disse um simples "sim". Nenhuma reao. Ao menos, nenhuma que eu pudesse ver. "Era
por isso que voc estava agindo to estranha noite passada?" ele me perguntou. "Na festa. Do lado de fora do quarto de hspedes. Voc sabia que eles estavam l?"
"Sim" Eu disse, embora isso tenha parecido como se a palavra fosse triste vinda de mim.Porm o que mais eu poderia dizer? Aquilo era a verdade.Eu apie sobre
meus cotovelos, esperando recriminaes... Preparada pra elas, mesmo. Eu as merecia. Alm de tudo, eu e Will ramos amigos, e amigos no deixam amigos... bem, no
saberem que a namorada deles est os traindo com o melhor amigo.
Mas para minha surpresa, ele no disse nenhuma das coisas que eu esperava que ele fosse dizer. No teve nenhum pedido Como voc pode no me contar? ou Que tipo de
pessoa voc ?"Eu deveria saber que no haveria,  claro. Will no era como todos os outros. Will no eram como nenhum outro que eu tinha conhecido antes. Instantaneamente,
ele disse na mesma voz neutra. " estranho. Eu sinto como se eu j soubesse, de um jeito".Eu olhei pra ele. Isso no era o que eu esperava que ele disse-se. "Espera"
Eu disse, mandando. "O que? Srio?""Srio" ele disse. "Enquanto estava acontecendo, eu estava meio que oh, yeah, claro. Com certeza. Pra te dizer a verdade - eu
meio que me senti... aliviado" Ento ele tirou seus culos de sol e olhou pra mim. Realmente olhou pra mim. E eu pude ver que ele no parecia ferido, ou devastado,
ou mesmo triste. Ele s parecia... pensativo. "Isso parece arruinar tudo, no ?!" ele perguntou. "Que eu me sinto aliviado. Por a minha namorada e o meu melhor
amigo estarem ficando pelas minhas costas. Quem iria se sentir aliviado descobrindo uma coisa assim?"Eu no sabia o que dizer. Porque eu sabia exatamente sobre
o que ele estava falando.O que eu no sabia era... bom, como eu sabia isso."Talvez..." eu disse vagarosamente, expressando os meus sentimentos (improvisao
-  expresso idiomtica). "Talvez voc se sinta assim porque voc sabe, bem no fundo, que eles so feitos um para o outro.  isso... certo? O Lance e a Jen, quero
dizer. No me entenda mal - ela realmente ama voc, Will. O Lance, tambm. Mais do que qualquer coisa. Voc pode dizer. Mas tambm pode ser... bom, o que os mantm
juntos."Eu o olhei para ver se ele tinha ou no concordado com isso - ou at mesmo se ele tinha entendido, porque eu no tinha certeza de ter entendido.
"No que voc e a Jen no fizessem um bom casal," eu adicionei, porque ele ainda no tinha dito nada. Eu estava provavelmente falando descontroladamente, mas o
que eu supostamente deveria fazer? Quero dizer, ele tinha vindo at mim.
De todas as pessoas no mundo que ele conhecia, ele tinha vindo at mim no momento que ele
precisava. Eu precisava dizer alguma coisa. "Quero dizer, a Jen  totalmente legal e tal. Mas - " "Eu nunca podia conversar com ela," Will interrompeu. "No sobre
coisas que importavam.  como se ela no quisesse ouvir. Fofocas, roupas e bobagens. Isso sim. Mas quando era para conversar sobre somo eu me sentia em relao a
coisa - coisa como... bom, as coisas que voc e eu conversamos, meu pai, e as arvores, a conversa na ravina... coisas fora do futebol americano, escola e shopping,
ou que seja - ela s... ela s no entendia."Ele no adicionou, o jeito que voc entende, Elle.Mas tudo bem. Ele tinha vindo pra mim, no tinha? Ele estava sentado
aqui comigo. No meu quintal. Perto a minha piscina. Na Pedra da Aranha.E tudo bem, talvez fosse porque eu sou uma estranha virtual, e algumas vezes  mais fcil
conversar sobre isso com estranhos do que com pessoas que voc conhece.E  provavelmente ele s me tem como amiga - uma amiga que o faz rir - e no do jeito que
eu o tenho - o homem com quem eu quero passar o resto da minha vida algum dia.Mas tudo bem. Totalmente bem. Porque com o Will, eu me queria tudo o que pudesse
ter. E se amizade era tudo o que ele tinha a oferecer, bom, era mais do que suficiente.Ento quando ele fez a prxima pergunta - que era, "Ento o que voc vai
fazer no jantar esta noite?" - em uma voz que era completamente livre de pena por si prprio, ou qualquer coisa, realmente, eu disse, "No sei. Acho que a minha
me vai pedir pizza," de um jeito meio surpreso.Ao que ele replicou, "Voc acha que os seus pais iriam se importar se eu te
levar para sair? Eu conheo um lugar
que faz um caranguejo cozido timo."
"Hm," eu disse. "No, eu no acho que eles se importariam." No que eu fosse ligar se eles se importassem. Eles no fizeram. Qual era como me encontrei jantando
com A. William Wagner mais uma vez. Como o fiz rir sobre o prato de mergulhado de caranguejo quente e defumado que ns compartilhamos no centro da cidade do Riordan,
por fazer o que eu considerei uma imitao brilhante de Senhora Schuler, a treinadora de corrida. Como eu quase o fiz se engasgar com seu sorvete de Mosse Track
nos Storm Brothers enquanto eu contava a histria da vez em que eu coloquei uma noz vermelho e quente em cima do meu nariz quando tinha quatro anos, justamente para
ouvi-lo rir outra vez, e ento sobre a vez que eu decidi cortar o prprio cabelo e acabou para cima parecendo como o Russell Crowe em Gladiador. Ento, porque
tive dever de casa de trig, e ele disse que ele tinha dever de casa, ns voltamos a minha casa e ele se sentou na mesa da sala de jantar para estudar comigo, desde
que ele no mostrou nenhum sinal de estar pronto para ir para sua casa. No que eu o culpe, realmente. Quero dizer, para que ele tinha que ir para sua casa, realmente?
Um pai que quer algo para ele que Will no quer e um meio-irmo que tinha tomado alegria absoluta dele revelando aquilo, sim, talvez precisasse ser revelado... mas
no precisava ser feito por ele.Meu pai entrou enquanto estudvamos e me perguntou se podia tirar um grampo do seu polegar, porque Mame estava tomando banho. Era
um desses mini grampos que crianas pequenas usam, porque esses so os nicos que mantemos aqui desde que todo o mundo na minha famlia est to propenso a acidentes,
to a no era muito sangue. Retirei o grampo, e meu papai foi embora outra vez. Comecei voltar a meu dever de casa, ento compreendido Will tinha parado de escrever.
Olhei para cima, e o peguei olhando para mim."O que?" Perguntei, levantando uma mo ao meu nariz. "Tem algo no meu rosto?".
"No," Will disse, com um sorriso. " s... o modo como voc  com seus pais. Eu nunca fui assim, veja s meu pai.". "Porque seu pai provavelmente no fica com o
grampo pregado no dedo," salientei secamente. "No," Will disse. "No  isso.  o modo como voc conversa um com outro. Como voc - eu no sei. Realmente cuida
sobre o que acontece  outra pessoa."."Seu pai tm cuidado com o que acontece a voc," garanti, secretamente sentindo que gostaria de agarrar Almirante Wagner e
o sacudi-lo algumas vezes. "Talvez no no modo como voc queira. Mas, quero dizer essa  toda a razo por trs dele querer que voc entre no exrcito. Porque ele
se preocupa com voc e pensa que isso  o melhor para voc."."Mas ele no pensaria isso," Will insistia, "se ele se preocupasse em saber. Se ele me conhecesse absolutamente
- se ele jamais tivesse parado de perturbar e conversado comigo dentre uma das suas milhes de reunies - saberia que penso isso...bem, acho que  assim que um inimigo
da nao devia resolver seus problemas.".Eu no pude deixar de sentir uma admirao mais forte que normal para Will nesse momento. Quero dizer, forando um inimigo
a fazer o que no quer? O problema se resolve? O garoto discutia matrias que eu nunca tinha ouvido qualquer um na sua idade falar antes. Geoff e seus amigos conversavam
quase sempre sobre Xbox e qual menina da escola usava a saia mais curta no momento. "Jamais contou a seu pai sobre isso?" Perguntei. "Quero dizer, que voc se sente
desse jeito? Porque ele talvez se surpreenda, sabe.". Will somente sacudiu a sua cabea. "Voc no o conhece," disse abertamente. "Que tal sua madrasta?" Perguntei.
"Falou a ela?"."Jean?" Will se encolheu. "Sim.".
"Bem, por que voc no conta a ela," sugeri, "o que voc me contou? Ento talvez, ela venha para o seu lado, ela pode ajudar a amolecer seu pai. Ele no pode querer
escut-lo, mas ele provavelmente escutaria sua esposa, certo"? Os olhos de Will pareceram um resplendor regularmente mais forte e azul como jamais tinha me olhado.
"Isso  uma idia boa," disse... e no pense que eu no corei com o seu elogio, embora escondesse minha cabea, esperando que meu cabelo escondesse as minhas bochechas.
"Eu no posso acreditar que eu nunca pensei nisso". "Bem, voc no teve dois pais," eu disse. "Quando cresce tanto com uma me quanto com um papai, voc aprende
como jogar um contra o outro.  como uma arte". "Eu no posso imaginar," Will disse sorrindo, "seu pai no negando a voc sobre algo."."Ele no nega, realmente,"
concordei. "Mas minha me...ela  muito mais forte.". Ento me senti como se algo quente e pesado tivesse passado atravs dos meus dedos. Quando olhei para cima,
eu fui surpreendido ver que Will tinha colocado um das suas mos sobre a minha. "Como voc," ele disse. "Eu no sou forte," disse, pensando que se soubesse como
seu mero toque tinha feito meu cambalear as batidas do corao, ele compreenderia realmente como eu no era forte. Os dedos de Will no soltaram os meus. "No
 uma coisa ruim," ele disse. " um das coisas que eu mais gosto em voc, alis. Eu no queria trazer seu lado mau, embora.". Como voc jamais poderia, era o que
eu queria dizer. S que eu no podia, porque eu estava atordoada demais. No s por ele que ele tinha dito sobre gostar de mim - disse que ele gostava de mim! -
mas por causa do que eu tinha sentido no momento quando seus dedos tocaram os meus, que era exatamente o contrrio do frio que eu tinha sentido com o toque de Marco
- uma sacudida repentina de eletricidade quente que tinha percorrido para cima e para baixo o meu brao...
Eu no soube que tipo de conexo ns dois tnhamos, se qualquer - por que ele tinha pensado que me conhecia, quando ns nunca tnhamos nos encontrado antes, e por
que ele sentiu que pode me contar coisas que ele no pode contar a mais qualquer um...nem por que eu o amava to ferozmente, estava pronto para proteg-lo de algo,
mesmo. Mas eu no estava perguntando. Especialmente agora que estava livre. A verdade, eu no sou nenhuma animadora. Eu no sou loira nem animada, e s levantam
a cabea para me olhar quando ando em algum lugar porque geralmente sou a menina mais alta l. Mas fora todo o mundo ele sabia, Will tinha vindo a mim. Se tinha
sentido a sacudida quando tocou a minha mo ou no - se pensava em mim s como uma amiga ou talvez como algo mais - nada jamais mudaria o fato que eu era quem ele
tinha procurado quando tinha precisado de algum. Soltou a minha mo depois disso, e dito, segurando seu lpis como se fosse um charuto, e fazendo uma imitao
muito, muito ruim de Humphrey Bogart de Casablanca, "Elle, eu penso que isto  o comeo de alguma coisa bela.". "Amizade," corrigi-o, tentando no deix-lo ver
como suas palavras tinham me emocionado profundamente. "A linha  - ". "O que," Will disse, na mesma imitao ruim de Humphrey Bogart. "Vamos trabalhar." E pegou
meu dever de casa com seu lpis/charuto.Sorri, eu me debrucei sobre meus logaritmos. Eu no penso que eu jamais tinha estado mais feliz em minha vida. O que eu
no soube ento era que o que ele tinha dito sobre isto  o comeo de uma coisa bela? Sim. No era verdade. Era realmente o modo de algo que tinha acontecido durante
muito tempo... algo que para maioria definitivamente no era belo. O algo que era to feio quanto devia ser. E algo que estava para crescer rapidamente alm de qualquer
controle.
Captulo 17
Voando fora da teia do lago;
O espelho racha de lado;
"A maldio me encontrou!" chorou
A Senhora de Shalott.
Era o primeiro dia de aula do Sr. Morton na manh seguinte. Nem sequer Sr. Morton estava l ainda. Me sentei numa cadeira na fila da frente, olhei o relgio na parede.
Era sete quarenta. Primeiro perodo comeava em vinte minutos. Onde Lance estava? Quando Sr. Morton entrou, eram sete quarenta e cinco, Lance ainda no tinha aparecido.
Sr. Morton, arrumou sua gravata-borboleta e capa de herringbone - esquenta demais, para Annapolis, nesta poca do ano - ps na mesa seu caf cheio de vapor, seu
jornal, e sua pasta, e puxou a cadeira de atrs da sua escrivaninha. Ele sentou, mas no abriu o papel ou tomou um gole do caf dele. Ao invs, como eu, ele encarou
o relgio. Embora, eu duvide que Sr. Morton estava pensando nos mesmos pensamentos que os meus. Eu estava tendo um tempo nada agradvel, que eu me lembre, antes
de...ontem de noite o Will, ter terminado a prpria lio de casa dele, ter se inclinado e ter batido o meu e ter feito logaritmos para mim. O modo como ele tinha
sorrido quando meu pai tinha vindo finalmente escada abaixo e tinha dito, "Crianas., j so onze horas. V para casa, certo?" O modo que o Will tinha dito, "Vejo
o senhor amanh" para meu pai...o qual s poderia ter significado que ele estava planejando vir novamente. Sete e cinqenta. "Voc lhe falou, no foi?" Sr. Morton
quis saber. "Sr. Reynolds?""Claro que eu fiz," eu disse. "Ele estar aqui." A no ser que eu estava comeando a pensar que talvez ele no fosse vim. Talvez ele
tivesse esquecido. Tinha acontecido tanta coisa ontem... no s a mim, mas a Lance, tambm. Afinal de contas, ele pode ter ganhado uma namorada, mas ele tambm tinha
perdido seu melhor amigo... ou ento ele provavelmente pensou, de qualquer jeito, desde que supus que Will o tinha chamado de companheiro. Ao menos, a partir de
ontem
s onze da noite, ele no tinha.
No que Will tivesse ido. Tinha conversado com ele ontem a noite, entre logartimos. Ele no sentia exatamente um rancor contra Lance e Jennifer se todo que ele
tinha sentido, ao descobri que os dois o traiam, era alvio. Tinha comentado que isto seria uma decepo grave ao rumor-mongers da escola - Liz, em particular, embora
eu no a mencionei - que estaria esperando algum snubbing dramtico na cafeteria.Will somente tinha rido e tinha dito que ele nunca faria algo que talvez prive
a populao estudantil de Avalon High do direito de se entreter, to talvez esperarasse um dia ou dois antes de perdoar o casal. Mas Lance, naturalmente, no sabia
disto. Sabia que ele se preocupava com Will, e que a culpa sobre o que ele tinha feito a ele estava acabando-o por dentro.Considerando o que se passa na sua cabea
nesse momento, Lance possivelmente no se lembraria de uma reunio com um professor."Talvez devesse ter falado com ele para lembr-lo," disse apologeticamente ao
Sr. Morton. ", um, que ele est com a cabea muito cheia agora.". "O que ele tem" Sr. Morton disse severamente, " outro nvel de burrice nesta classe, combinar
o entrou no ano passado.". "Oh, no faa isso," eu no podia ajudar chorando. "Teve um perodo realmente duro agora."."Eu no sou interessado em ouvir sobre as
atribulaes sobre a estrela de Avalon High," Sr. Morton disse, numa voz cansada. "Estou seguro est muito pesado para ele o que ele deixou acontecer ao Sr. Wagner
durante jogo de sbado a noite, mas isso no  do meu interesse.". "Eu no falo sobre isso," disse. "Quero dizer, este havia trado inteiramente seu melhor amigo
com a namorada dele - " "imagino que qualquer traio entre eles interesse somente ao Sr. Reynolds." Sr. Morton levantou uma sobrancelha cinzenta. "E certamente
no justificaria sua ausncia aqui.".
" s isso". Me senti estpida por discutir com um professor, mas acho que Lance tinha motivos suficiente para esquecer nossa reunio. "Traiu. Lance o fez. Quero
dizer, no  realmente sua falta - bem, penso como ele deve estar. Mas eu no penso que ele pode ajud-lo mais que Jen possa.". Ento, via que Sr. Morton me olhava
incredulamente, compreendi que tagarelava, e disse, "Olha, a coisa inteira est uma desordem enorme, e ele provavelmente apenas se esqueceu. H qualquer possibilidade
ns podemos reprogramar para amanh? Juro - ". Parei, porque o rosto do Sr. Morton repentinamente tinha ficado to cinzento quanto a sua barba.Parecia doente."Sr.
Morton?" Me levantei de minha escrivaninha em algum alarme. "Voc est bem? Quer que eu pegue para voc alguma gua ou algo assim?".Sr. Morton tinha se levantado
da sua cadeira. Agora estava agarrado a beira de sua escrivaninha e murmurava alguma coisa. Quando me apressei para chegar at ele e me inclinei mais perto para
ouvir o que era - pensei talvez que ele cochichasse para eu chamar nove - um - um (espcie de 191 daqui) - fui surpreendida ouvindo o dizer, "tarde demais. Comecei...
to logo. Eu no tinha nenhuma idia. Est tarde demais. Totalmente tarde demais.". Olhei para o relgio."Ns no estamos atrasados, Sr. Morton," disse confusa.
"H ainda mais cinco minutos at o sino - ". Ento ele olhou para cima. E cambaleei um passo para trs. Porque eu nunca tinha visto tanto desespero - junto com
uma forte dose de temor - em outros olhos como via nos do Sr. Morton nesse momento. J aconteceu, no ?" ele falou em voz spera. "Ela est com ele? Com Reynolds?".Engoli.
Tinha esperado ser alguma fofoca sobre o que tinha acontecido entre Will e Jennifer e
Lane. Quando tinha subido no nibus essa manh, eu tinha ouvido algumas pessoas
murmurando que o casal de Avalon High tinha terminado, embora ningum - ao menos alm de Liz e eu - aparentemente sabia por que.
Mas para um professor ter tal interesse sobre a vida romntica de seus estudantes? Pareceu um pouco esquisito. Sr. Morton parecia positivamente suicida. Seus olhos
cinzentos plidos, perscrutando fora de embaixo da testa levemente escarpada, tinha um olhar abatido, como se tinham visto algo quase demais para seu corao suportar."Um,"
disse. "Quer dizer Jennifer Gold? Porque ela e Lance esto... bem, esto juntos agora." E ento, porque era o que Will devia dizer a todo o mundo, se quisesse provar
que ele realmente estava aliviado, como ele tinha dito, sobre os dois deles estarem junto, adicionei, "E Will est realmente feliz por eles.". Mas isto no pareceu
ter o efeito desejado, desde que Sr. Morton escaldou mais."Sabe, ento? Sobre eles?". "Bem," disse. Eu no podia, para minha vida, compreendendo como ia agora.
Desde quando um professor preocupou-se tanto com um casal de ensino mdio? Ento outra vez, este era Sr. Morton, o professor mais bem amado na escola - para
algumas pessoas, de qualquer jeito. Os que no quiseram mat-lo, como Marco tinha. "Um," disse. "Sim. Quero dizer, sim. Will sabe. Descobriu ontem. Mas" - adicionei
apressadamente, quando o rosto do Sr. Morton amarrotou - "est tudo bem com ele. Realmente.". Sr. Morton afundou lentamente as costas na cadeira de sua escrivaninha.
Perdeu a firmeza a, um olhar de desolao sem esperana no seu rosto. "Estamos sentenciados," cochichou,  parede. O que foi isto? Sim, isto provavelmente no
era normal. Mesmo para o Sr. Morton.Eu no soube o que fazer. Sr. Morton pareceu estar tendo algum tipo certo de colapso na minha frente. Mas por qu? Por
que Sr. Morton se preocupava tanto com quem Jennifer Gold namorava? Ento me lembrei de onde vi Sr. Morton. No jogo. E repentinamente, ele se sentiu todo feito.
Bem, tipo.
"Realmente, Sr. Morton," disse. "Acho que o Sr. reagiu excessivamente. Lance e Will so bons amigos. Eles provavelmente s sairo mais forte por causa disto. E,
sabe, voc realmente no deve se preocupar tanto com ele.". Sr. Morton levantou a sua cabea para me olhar. Os seus lbios, eu via, se moviam, mas nenhum som saa.
Ento, lentamente, pareceu achar sua voz."Tentei," respirou como um asmtico, seu rosto to branco quanto as marcas de giz no quadro atrs dele. "Eles no podem
dizer que eu no tentei. Fiz meu melhor trazer os dois para junto de voc. Mas  simplesmente tarde demais... tarde demais...". Sua expresso era desolada como eu
jamais
tinha visto. "Ganharam," continuou. "Ganharam outra vez.". "Sr. Morton," disse, para ele esperando suavizar a voz, "eu realmente penso que voc faz um grande negcio
fora isto. Avalon ainda tem uma possibilidade muito grande de chegar ao campeonato estadual. Will e Lance trabalharo para isso. Ver.". Sorri para ele brilhantemente...
..mas meu sorriso murchou quando ele me olhou friamente."Um," eu disse. "Voc est falando sobre futebol, no est, Sr. Morton?" "Futebol"? Sr. Morton pareceu
que ele estava para engasgar. "Futebol? No, isto no  sobre futebol, voc menina estpida. Isto est sobre a batalha interminvel do bem contra o mal.  s um
homem, nascido com a capacidade de poupar este planeta da destruio final, e as foras da escurido que o impedem de fazer ento.".Eu no tive nenhuma idia de
como responder isso. Sr. Morton tinha se inclinado. Seu olhar de cinzento pareceu me silenciar. Eu no pude me mover. Eu no pude falar. Eu sequer nem podia respirar.
"Isto  sobre o fato que todos ns teremos que mergulhar de novo na Era Escura," Sr. Morton disse, nessa mesma voz irritante, "e desta vez no h nenhuma luz para
nos guiar para fora dela de novo. Isto  sobre ns teremos que forar permanecer l at que outro possa crescer levantar e tomar seu lugar... se podemos esperar
ele
outra vez. Isto  sobre o fracasso, Senhorita Harrison. Meu fracasso. Para que todos os outros neste planeta sofrero para o descanso de seu viver. Isso  sobre
o que falo. Senhorita Harrison. No futebol.".Pisquei. "Oh," eu disse.Bem, o que mais poderia dizer a tudo isso? Sr. Morton perdeu a firmeza em seu assento e
arrastou as suas mos sobre seu rosto. "Saia, Senhorita Harrison," disse pelos seus dedos. "Por favor. Somente v embora.".Peguei minha mochila. Eu no sabia mais
o que fazer. Ele obviamente no me queria l. O que ele dizia - sobre o que ele falava - no tinha nada haver comigo. Era possvel que no tivesse nada a ver com
qualquer um... qualquer um mas Sr. Morton e o que ele mantinha numa garrafa na sua gaveta inferior da escrivaninha... Porque era claramente louco, pobre homem. Ningum
concordava sobre suas conversas de mente sobre as foras da escurido assumindo o planeta. Ningum.Exceto isso... Bem, tinha parecido to so at ento. Ento,
assim que alcancei a entrada, algo que ele tinha dito me golpeou - lembrou-me, num modo estranho, das palavras de outro....Virei de volta e olhei para ele."Sr. Morton,"
eu disse. Quando ele me olhou - seu rosto ainda sendo uma mscara de desespero completo - disse. "Isto tem algo a ver com... com a Lily Maid de Astolat?"Eu nunca
me esquecerei de com foi seu olhar. Nunca enquanto viver."Como - como sabe sobre isso?" ele respirou - to irritantemente, era claramente um esforo enorme ele
falar absolutamente. "Quem contou?"."Um," disse. "Fiz um relatrio dela. Lembra-se?" .
Sr. Morton pareceu visivelmente tenso. Ao menos at que eu adicionei, "E, uh, meio-irmo de Will, Marco, mencionou algo, demais...." E a foi a cor do rosto do Sr.
Morton. "O meio-irmo." Sacudiu a sua cabea, parecendo mais desolado que nunca. "Naturalmente. Se ao menos... se ao menos - ".E ento, podia ter jurado que disse,
"Se ao menos eu o tivesse parado quando tive chance..."."Parar o que, Sr. Morton?" Exceto que eu sabia. Ou pensava que sabia, de qualquer jeito. Marco. Ele s podia
estar falando sobre Marco.Exceto que pensei que ele tinha parado Marco. parado Marco ao tentar mata-lo. Isso no  como foi no rumor? Que Marco tinha tentado de
matar Sr. Morton, e Sr. Morton o tinha parado? "Sr. Morton." Fiquei irresoluta na entrada. O que acontecia? O que ia? Era verdade como tinha pensado na outra noite
que Jennifer era Guinevere e Lance era Lancelot, e isso Will era Arthur, e Marco era Mordred...Mas esse era nico por que... bem, de ele que Marco tinha dito sobre
eu ser Elaine de Astolat. No mencionando o fato que todos vamos a Avalon High, lar do Excaliburs. Eu no tinha pensado - eu sequer nem tinha sonhado - podia ser
remotamente real.Porque no pode ser. Tudo que tinha acontecido - se realmente tinha acontecido absolutamente - h centenas de anos. Como a filha de dois historiadores,
eu sei melhor que qualquer um essa histria pode - e freqentemente - se repete. Mas no como isto.E ningum - ningum com sua mente s, de qualquer jeito - acreditaria
que poderia. Exceto... Com exceo de um membro da Ordem do Urso, o grupo que eu li que acredita que Rei Arthur  destinado h reencarnar um dia, dirigir o mundo
da era escura...Mas Sr. Morton no pode fazer parte de algo to ridculo.  um professor. Um bom, de tudo que eu tinha ouvido. Os professores no acreditam em coisas
ridculas como que um rei medieval renascer e salvara o mundo.
Deixava minha corrida imaginao longe comigo enquanto Sr. Morton, sobre sua escrivaninha, ainda sofria. Tem que ter algo que eu possa fazer para ele. O pobre homem
estava claramente precisando de... algo."Sr. Morton," disse. "Voc no vai...Porque voc no me deixa lev-lo a enfermaria? Voc no parece bem. Penso...penso que
talvez
voc esteja doente.". Sr. Morton fez algo estranho ento. Levantou a sua cabea e sorriu para mim. Era um sorriso triste. No veio facilmente, qualquer um. Mas
sorriu, s, mesmo. "Eu no estou doente, Elaine," disse. "Exceto no corao.".Eu atirei minha mochila. "Por que voc no me conta? Eu talvez seja capaz de ajudar,
sabe." Eu no tinha nenhuma idia como, naturalmente. Mas tenho que perguntar. Sr. Morton pareceu entender, desde que falou mais bondosamente que ele jamais tinha
falado comigo antes. "Est tarde demais, Elaine," disse, na mesma voz derrotada. "Obrigado do mesmo jeito. Mas  tarde demais. E melhor para voc, no fim, no saber.
Afinal de contas, sua parte nisso antes mesmo de poder comear desta vez."."O que quer dizer com 'desta vez'?" Sacudi a minha cabea. "O que voc quer dizer por
minha parte nisso?".Mas somente ento o sino tocou. E Sr. Morton suspirou cansado e disse, "Voc ficar melhor longe disso, Elaine."."Mas o que sobre Lance? Voc
no quer reprogramar?". "No". Sr. Morton tomou o jornal de sua escrivaninha e derrubou ele, no lido, no lixo. Seu tom, quando falou outra vez, teve um dobro da
finalidade disso. "No importa agora, v.". E com isso, com eu soube que eu fui despedida.
Captulo 18
E para baixo a extenso indistinta do rio
Como algum vidente arrojado num transe,
Vendo todo o prprio contratempo
Com um semblante vidrado
Ela olhou para Camelot.
Falei que era louca. Falei que eu era ridcula. Falei um monte de coisas. Mas eu fiz, de qualquer jeito. Em vez de me unir a Liz e Stacy - que tinha me informado
minha "iniciao" foi programada para o fim de semana iminente - para almoo, eu fiz o que eu sempre fao quando eu no sabia mais o que fazer: Chamei minha me.
Eu no queria. Mas depois de minha estranha reunio com Sr. Morton, eu tinha andado por minhas classes de manh num tipo de aturdir, me sentindo cada vez mais inquieta
com cada minuto passado.Sua parte nisso foi antes de mesmo pode comear desta vez. A voz de Sr. Morton ecoava na minha cabea. Minha parte? Desta vez? Se ao menos
eu o tinha parado quando tive a chance... Parado quem? Marco? Parado Marco de fazer o que?Nada fazia sentido. Era como os entusiasmos de um luntico. Mas tinha examinado
os olhos do Sr. Morton, e eu no tinha visto uma sugesto de insanidade. A nica coisa que eu tinha visto neles era desespero. E temor. Era estpido. Era impossvel.Mas
quando o sino de almoo tocou, estava no fone mais prximo da sala de qualquer jeito."A Ordem do Urso"? minha me ecoou ao perguntar. "O que na terra - ". "Vamos,
Me," eu disse. "Sei que voc sabe. Estava em um de seus livros.". "Bem, naturalmente sei". Mame soou divertida. "Acabo de surpreender ouvi-la falar que realmente
leu um de meus livros. Voc sempre foi to teimosamente contra todas as coisas medievais.".
"Bem, Ellie, querida," Mame disse. "Eu apenas penso que est claro voc receber ajuda de um acadmico sobre Arthurian para seu pequeno relatrio. Que tal todos
os outros estudantes quem no tem um acadmico de Arthurian em casa para consultar?". "Mame," eu quase gritei. "Apenas responda a pergunta.". "Sobre a Ordem do
Urso? Bem,  um grupo das pessoas que acredita que Rei Arthur se levantar outra vez algum dia e - ". " - nos tirara das Idades Escuras," acabei para ela. "Sei.
Mas quero dizer... no  essa espcie de como acreditar em estrangeiro, nem algo? Quero dizer, parecem como um punhado de malucos - ."."A Ordem do Urso no  composta
de malucos, Ellie.  um grupo bem-educado altamente respeitado de homens e mulheres," disse. " uma organizao de elite, e extremamente difcil de fazer parte.
Alm do mais, h provas de que Arthur realmente existiu, e no h nenhum que convena a prova - a mim, de qualquer jeito - que ns jamais fomos visitados por criaturas
de outro planeta. Ao passo que ns realmente podemos traar linhagem do Arthur. Seu pai era Uther Pendragon, sua me Igraine, a esposa do Duque de Cornualha. Qual,
como pode imaginar, estava com um pouco de dificuldade, vendo como foi casada com um homem que no era o pai de sua criana com Uther. Mas Uther cuidou disso por
matar o duque na batalha, e foi capaz de casar Igraine e eventualmente fez de Arthur seu herdeiro legtimo - ".Suguei minha respirao porque isto - matando um
rapaz em batalha, ento casando sua esposa - soa to familiar. Exceto, naturalmente, Jean era somente madrasta Will, no sua me de verdade. "Mas que tal as partes
como - como Mordred?" Perguntei. "E sobre Arthur ter sido cercado por msticos como Merlin e a Senhora do Lago? Quero dizer, que enche no pode ser verdadeiro.".
"Bem," minha me disse, "bem possvel algum deles fosse. Mordred matou Arthur, no fim, numa batalha sobre o trono. E Merlin era provavelmente um mstico religioso
ou sbio, no feiticeiro, naturalmente. E quanto  Senhora do Lago, bem, agora, ela est carter que sempre foi envolto em mistrio - ". "Mas Lancelot," interrompi.
"E Guinevere? Eram reais, demais?" "Naturalmente, querida, embora referncias a eles aparecem muito mais tarde que, dizem, referncias a outros caracteres de Arthurian,
tal como, oh, seu cachorro, Cavall, por exemplo - ". Eu quase derrubei o fone."Seu...cachorro?". "Sim, o lendrio cachorro de caada de Rei Arthur, Cavall." Minha
me, aqueceu o assunto - que era, afinal de contas, seu favorito - comeou a conferncia, professores de algo no podem ajudar fazer. "Cavall supostamente possuiu
uma capacidade como de humanos de ler situaes e as pessoas - ". Cavall. Cavalier.No. No, pode ser possvel. No pode. Minha garganta estava seca. Mas consegui
coaxar, "Arthur teve um barco?"."Bem, naturalmente, todos grandes heris tiveram um barco. O de Arthur era o Prydwyn. Teve muitas aventuras no mar - " pareceu se
lembrar que ela falava com sua filha e no com um de seus estudantes de classe, desde que ela repentinamente cortou e perguntou, "Ellie, voc est bem? Voc nunca
foi interessado neste tipo de coisa. Vm com algo? Precisa que eu v na escola busca-la? Sabe Papai e eu entramos em D.C. esta noite para esse jantar com o Dr. Montrose
e seu esposa, certo? Espero que fique bem s. Diz no Canal de Tempo a est suposto estar algum tipo de tempestade. Sabe onde as lanternas esto, no sabe, se faltar
luz?". Prydwyn. Pride Winn. Lembrei-me do modo como Will tinha dado risadinhas no dia anterior de quando tinha explicado a mim como surgiria com nome to mpar
para seu barco. Acaba de chegar  sua cabea. E colou l.Como o nome de Cavalier para seu co.E o fato que ele gostar de escutar msica medieval. E pensou que
me conhecia.
De outra vida."Tenho que ir, Mame," disse, e perguntou, mesmo como perguntaria, "Que tipo de relatrio  isto, de qualquer jeito, Elaine? Soa horrorosamente detalhado
para um trabalho de segundo grau..."Porque tinha notado isso, pendurando da banca eu ficava em, era uma lista telefnica de Municipal de Anne Arundel. Levantei-a.Eu
no fiz porque esperava achar algo. Fiz para provar a mim que o que eu pensava estava completamente demente. Fiz porque sabia que no podia ser verdadeiro. Acabo
de provar de querer esse fato. Limpei de minha memria o olhar no rosto do Sr. Morton - essa expresso de temor eu tinha visto escrito atravs das suas caractersticas
escarpadas quando eu o tinha contado sobre Lance e Jennifer.Sequei o suor em minhas mos. Virei  seo do W. Porque o A no nome A. William Wagner tem que ficar
algo. Nunca tinha ocorrido a mim perguntar antes, mas agora queria saber. Geralmente, quando um rapaz vai por seu segundo nome,  porque seu prenome  o mesmo de
seu pai. Nome do o pai de Will provavelmente era Anthony. Ou Andrew. Will provavelmente no gostava de se chamar Andrew porque ter dois Andrews na famlia confundia
demais - .Achei-o quase imediatamente. Wagner, Arthur, ADM, vivia no endereo de Will. Olhei para baixo da pgina no acreditando. Arthur. Nome verdadeiro de Will
era Arthur. E tinha um cachorro chamado Cavalier, e um barco chamado Pride Winn. E seu melhor amigo chamava-se Lance. E sua namorada - agora ex - chamava-se Jennifer,
que era o ingls para Guinevere.E seu pai tinha casado com a esposa de outro homem depois que seu primeiro marido tinha morrido, alguns diziam pelas prprias mos
do Almirante Wagner...Derrubei a lista telefnica. Necessitei receber um belisco. Era ridculo. Era tudo somente uma coincidncia, as semelhanas entre vida de
Wikk
e a vida do rei que eu acabo de ouvir de minha me.
Porque Jean - isso era o que Will tinha dito que seu nome da madrasta era - no era me de Will, do modo como Igraine e Arthur tinham sido. A me de Will tinha morrido
quando ele nasceu, h anos. Will e Marco eram meio-irmos, no relaes de sangue. No relaes de sangue de qualquer modo. Veja? O que Sr. Morton pensava no era
verdade. No pode ser. E no era. Peguei minha mochila e fui para o banheiro das mulheres. Uma vez l, eu corri para gua fria da pia e lavei meu rosto com ela,
ento olhei meu rosto gotejante no espelho acima da linha de pias.Quem na terra pensava? Eu realmente acreditei que Arthur - antigo rei da Inglaterra, fundador
da Tabula Redonda - tinham sido renascidos por fim e vivia em Annapolis?E eu realmente pensei que eu, Elaine Harrison, era a Dama de Shalott, uma mulher que tinha
se matado por um cara como Lance?Isso agiu como um respingo de gua fria para minha mente. Antes de tudo, t bom, de nenhum modo eu sou a reencarnao de uma droga
como Elaine.E segundo de tudo, as pessoas - mesmo reis lendrios da Inglaterra - no voltam. Estes tipos de coisas no acontecem. Quero dizer, vivemos num mundo
em ordem, e numa idade culta. Ns no temos que acreditar mitos e histrias explicar coisas ns no entendemos como fizeram de outrora, porque sabemos agora que
h explicaes cientficas para isso.Will Wagner no era a reencarnao moderna de Arthur. E ainda... Que se fosse verdade?Segurei os lados da pia, olhando para
minha reflexo. O que acontecia a mim? Eu realmente comeava acreditar em algo to completamente inacreditvel? Como eu podia? Eu era prtica. Nancy era a romntica,
no eu. Sou a filha de professores. Eu no posso me deixar acreditar nesse tipo de coisa.
E ainda...E segundos mais tarde eu tinha agarrado minha mochila outra vez e apressava-me para voltar  sala de aula que eu tinha me sentado algumas horas antes.
Precisava,
eu sabia, falar para o Sr. Morton, descobrir se ele realmente acreditou na minha suspeita, e se isso queria dizer que ele - ou eu - ou ns dois - ramos loucos.
Eu no soube o que eu ia dizer a ele. Que eu sabia? Mas o que eu sabia? Eu no sabia de nada......Exceto que eu ainda no podia perceber este som zumbindo para fora
da minha cabea. Mas quando cheguei a sua sala de aula, no era Sr. Morton que estava na mesa. Era Senhora Pavarti, a vice-diretora da escola."Sim?" ela disse,
quando me viu. Cada cabea no lugar - as pessoas que tiveram o quinto almoo do perodo, no quarto como eu - tinham girado em direo a mim, olhos me avaliaram
como fiquei no corredor, agarrada a minha mochila e olhando, eu estou segura, como uma gigante esquisita, com manchas de gua ainda de baixo do meu rosto curto,
metade do meu rabo de cavalo cado, e os meus olhos todos enormes. "Posso ajud-la?" Senhora Pavarti perguntou gentilmente."Eu - eu estou a procura do Sr. Morton,"
gaguejei. "Sr. Morton foi para casa durante o dia," Senhora Pavarti disse. "Ele no se sentia bem. Voc no devia estar em aula? Ou no refeitrio Onde sua passagem
de corredor ?". Virei dela entorpecidamente. Sr. Morton tinha ido para casa. Sr. Morton tinha ido para casa durante o dia. Realmente legal, companheira. Voc
no sai disso facilmente."Desculpe-me." Senhora Pavarti tinha me dito no corredor. "Senhorita. Eu fiz uma pergunta para voc. Onde  sua passagem de corredor? Que
classe voc supostamente devia estar agora mesmo?".Eu nem sequer dei uma olhada de volta para ela. Fui para as portas  escola. "Parada!" A voz da Senhora Pavarti
era alta no corredor vazio. Via as pessoas nos escritrios administrativos darem uma olhada para ns, curiosas para saber com quem ela falava. "Qual  seu nome?
Senhorita! No fuja de mim!".
Exceto isso at ento, eu no andava mais. Eu corria.E eu no parei corrida at que eu estivesse fora da propriedade da escola. No que Senhora Pavarti jamais tivesse
uma esperana de me pegar. Eu somente tenho que chegar. Era quase como se corresse rpido suficiente, sairia para no ser verdade. Minha cabea aclararia, e compreenderia
como eu era idiota, e tudo voltaria ao normal.Exceto que quando eu finalmente cheguei, eu no me senti absolutamente desse jeito. Que as coisas voltavam ao normal.
Se algo, que fosse pior. Porque agora, pela primeira vez em minha vida, eu fugia da escola. Tinha sado da escola sem permisso. Era pessoa que faltava  escola.Eu
era uma delinqente. E a pior parte de tudo? Eu nem sequer me importava.
Captulo 19
Veio para baixo e achou um barco
Embaixo de um salgueiro partiu flutuante,
E sobre a proa redonda ela escreveu
A Dama de Shalott.
Meia hora mais tarde, quando o taxi parou em frente do complexo de apartamentos, e eu dei ao motorista quase metade do dinheiro que eu tinha
trazido comigo - oito
dlares, sobrando s o necessrio para voltar a escola mais tarde - eu ainda no me importava. Eu no me preocupei com o fato que eu estava numa parte de Annapolis
eu nunca tinha ido antes. Eu no tinha nenhuima idia de como chegaria e como seria recebida em casa, nem dinheiro suficiente para chegar l de qualquer jeito. Eu
no me preocupei com nada exceto o que eu tinha achado - com a ajuda de Informao e outra lista telefnica - e agora ia receber algumas respostas que fizessem sentido.
Esperava.Sabia que ele estava em casa. Podia ouvir a TV clangorando de atrs da porta em que eu tinha batido. Talvez ele no pudesse me ouvir porque o volume estava
to alto. Talvez essa  a razo pela qual ele demorou a responder.
Mas quando ele finalmente abriu a porta, via que no era que ele no me tinha ouvido. Isso no  o porqu que ele tinha demorado a abrir a porta absolutamente. Ele
no tinha respondido imediatamente porque tinha olhado pelo olho mgico para ver quem estava l.E tinha pegado uma frigideira extremamente grande para bater em
mim, no caso se eu fosse algum perigoso. Ao menos que  o que eu supus desde que abaixou a frigideira logo que via que estava sozinha."Oh," Sr. Morton disse.
" voc.". Ele no pareceu surpreso. Resignado,  mais como isto."Vai embora," disse. "Estou ocupado." E comeou fechar a porta. Mas eu era rpida demais para
ele. Antes de ele poder fechar a porta completamente, eu coloquei o meu p dentro da entrada, a borracha grossa em meu Nike impedia a porta de bater a tranca no
meu rosto.Eu no sei que o que veio sobre mim. Eu nunca tinha feito algo como isto em minha vida - fugir da aula, sair da propriedade da escola sem permisso, ir
a um apartamento de um professor, colocar meu p em sua porta impedindo-o de fechar - isso no era eu. Nada disto era eu. O meu corao batia, as minhas palmas escorregadias
com suor nervoso. Pensei que eu mesma talvez estivesse doente.Mas eu no tinha passado por tudo isso s para vir at aqui. Isto era algo que eu tinha que fazer.
Eu no sabia por que. Exceto talvez que eu tinha crescido numa casa em que as pessoas sabiam todas as respostas s perguntas em Jeopardy! E agora, finalmente, queria
algumas respostas para mim.
Sr. Morton olhou para o meu p. Ento pareceu surpreso. Surpreso por minha inteligncia.Mas ele no tentou me impedir. Se encolheu e disse, "Entre". E desviou
para continuar o que ele fazia quando tinha batido. Guardava. Tinha suas roupas estendidas por toda parte. Mas isso no era o que ele colocava nas caixas que estavam
dispersas sobre o cho. As enchia com livros. Livros grossos, do tipo que o meu pai sempre traz para casa da biblioteca universitria. A maioria deles pareceram
extremamente velhos. Eu no tinha nenhuma idia como Sr. Morton pensou que ele ia levantar uma nica dessas caixas uma vez
que ele finalmente tinha conseguido fech-las.
Olhei as caixas. Ento olhei Sr. Morton, que escolhia numa pilha de livros ele segurava nos seus braos. Alguns entraram numa valise. Outros ele terminava por jogar
no cho. Estava claro ele simplesmente no se preocupava com o que acontecia s coisas que ele deixava para trs. "Bem, o que voc quer"? Sr. Morton perguntou,
ainda escolhendo. "Eu no ficarei todo o dia. Tenho um avio para pegar.". "Posso ver isso," disse. Levantei o livro mais prximo de mim. Seu ttulo nem sequer
estava em ingls, mas eu reconheci, porque meu papai tinha-o na sua prateleira no lar antigo em St. Paul. Le Morte d'Arthur. A Morte de Arthur. Grande. "Tipo uma
viagem repentina, no ?". "No  uma viagem," Sr. Morton disse curtamente. "Vou viver em outra cidade. Para bem.". "Vai"? Dei uma olhada ao redor de no lugar
equipado, que estava esparso e claramente novo, embora no muito caro-olhar. "Por que?".
Sr. Morton deu puma parada na escolha e me avaliou. Ento voltou a sua escolha. "Se est falando sobre sua classe," ele disse, ignorando minha pergunta, "Voc no
deve se preocupar. Quem eles receberem para me substituir certamente dar a voc um A. Esse borro que voc entregou realmente estava muito bem escrito. Voc claramente
pode fazer dois borrres juntos, que  muito mais que a maioria dos pequenos cretinos dessa escola pode fazer. Far falta justa. Agora por favor v. Tenho muitas
coisas para fazer, e um tempo muito curto para faz-las.". "Onde vai"? Perguntei. "Taiti," disse, estudando a capa de um livro antes de arremess-lo na caixa na
frente dele. "Taiti"? Repeti. "Isso  meio distante". Ignorou a pergunta, se movendo atrs de mim para fechar a porta que eu tinha deixado aberta. "Conte," ele
disse, quando a porta foi fechada com segurana. Ele falou em um tom to lacnico e calmo que eu mal pude ouvi-lo acima do som da televiso, ainda clangorando do
prximo lugar. "Sua parte nisto  sobre. No h nada mais que voc possa fazer...nada mais podemos fazer. Agora seja uma boa menina, Elaine, e volte para escola.".
"No". moveu uma pilha de livros, ento sentou-se no espao que eu tinha deixado no seu sof. Sr. Morton piscou para mim como se ele no podesse acreditar no que
ele
tinha ouvido. "Me desculpe?" ele disse. "No," disse. Soei to teimosa, que eu mesma me surpreendi. Internamente, naturalmente. Eu nunca tinha desobedecido uma
ordem direta de um professor - nem de qualquer adulto, realmente - antes. Eu no tive nenhuma idia onde estas reservas escondidas de coragem vinham, mas estava
muito alegre por ach-las to inesperadamente. "No, eu no vou. No at que voc me conte para onde voc vai. Por que voc mantem o ditado 'sua parte nisto  sobre?'
Minha parte em que, exatamente? E por que voc tenta sair daqui to rpido? O que voc tm medo que acontea, de qualquer jeito?".
Sr. Morton suspirou e disse numa voz cansada, "Por favor. Esquea Elaine Harrison. Eu no tenho tempo para isto. Tenho um avio para pegar". Alcanou os livros
que eu
tinha tirado do sof. Notei que no primeiro momento suas mos tremiam. Olhei para ele, verdadeiramente surpresa. "Sr. Morton," eu disse, "o que ? De que voc tm
tanto medo? Do que voc foge?". "Esquea Srta. Harrison". Suspirou pesadamente. Ento, como se tivesse tido alguma idia, disse, "Seus pais esto aqui numa licena
sabtica, no esto? Podem tirar algum tempo de sua pesquisa. Por que voc no pergunta se vocs trs podem fazer uma viagem? Em algum lugar longe do seaboard oriental.
Seria melhor se pudessem partir imediatamente". Seu olhar deu uma mudada rpida em direo  janela, por que eu pude ver que as nuvens tinha escurecido a luz do
sol brilhante de tarde. "Quanto mais cedo, melhor".Ento virou e adicionou mais livros a caixa que ele empacotava. "Sr. Morton," eu disse cuidadosamente, "sinto
muito, mas penso que voc necessita de ajuda. De um psiclogo.". Ele olhou para mim em cima das beiras dos culos dele. "Isso  o que voc pensa, ?" foi tudo o
que ele disse, e isto com uma nota de indignao na voz dele.Eu no lhe culpei por estar ofendido. Realmente no era o melhor lugar para dizer tudo isso. Ainda,
algum tinha que dizer. O sujeito era completamente louco. No que ele no tivesse uma boa razo para sentir uma pequena fora-condio sobre a coisa inteira. Mas
ainda. "Eu sei que tudo isso sobre o Will, Lance e a Jennifer  muita coincidncia," eu continuei, "Mas voc  um professor, um pedagogo. Supostamente  para voc
usar razo e inteligncia. Seguramente voc realmente no pode acreditar em algo to ridculo quanto Rei Arthur reencarnado." "E  por isso que voc veio, de todo
modo, at aqui." Sr. Morton disse. "Me contar que o que eu acredito  ridculo. Voc est preocupada comigo, eu suponho? Amedrontada, eu poderia estar furioso?"
"Bem," eu disse, enquanto me sentia ruim sobre isto, mas sabendo que eu tinha que ser sincera. "Sim. eu quero dizer, eu posso ver como algum - at mesmo algum
que no pertence, voc sabe, a este culto que voc pertence - " Ele s olhou ligeiramente surpreendido quando ouviu falar sobre o pequeno grupo dele, e que eu
sabia da sua existncia. Tambm, o tom dele era moderado, me reprovando. "A Ordem do Urso, Senhorita Harrison," ele disse, " uma ordem fraternal, no um culto.""Tanto
faz," eu disse. "Eu entendo como algum como eu, por exemplo, poderia olhar para todas estas coincidncias - os pais de Will; o nome dele; a coisa com Lance e Jennifer;
Os nomes de Will para o cachorro dele e o barco dele. Olha para isso e pensa : 'Ei, sim. Isso  a reencarnao do Rei Arthur. ' Mas voc sabe, h diferenas importantes,
tambm. A real me de Will no  a Jean - a real me dele est morta. Marco  o meio-irmo dele, no o irmo dele. E eu no sou certamente a Lily Maid de Astolat.
Eu no posso me apaixonar por Lance, mesmo se eu tentasse. Voc  professor, Sr. Morton. Eu suponho que voc seja um pensador racional. Como um homem como voc
pode acreditar em algo to completamente ridculo como Rei Arthur que renasce dos morto - a menos que, claro, voc realmente est louco?"Ele piscou. Uma vez. Ento
ele disse, "No acredito, Senhorita Harrison. Saiba.  um fato. Arthur estar de volta. Est de volta. S - " a expresso dele escureceu. Ento ele parecia fechar
novamente."No  nada bom.  melhor voc no saber" ele disse, enquanto tremia sua cabea. "Conhecimento, pode ser perigoso. Eu s vezes, desejo no saber, na
maioria do tempo." "Tente," eu disse, enquanto dobrava meus braos e os colocavam em meu trax. Ele me encarou durante um minuto.
Ento ele disse, "Muito bem. Voc  uma menina inteligente - pelo menos voc parecia ser, at agora. E se eu lhe falasse que minha ordem - a Ordem do Urso -  uma
sociedade secreta cuja sua funo  tentar contrariar as foras do mal que tentam impedir que o Rei Arthur suba para tomar o poder mais uma vez?""Um," eu disse.
"Eu lhe falaria, provavelmente, que eu j sabia disso. Tambm que h medicamentos que voc pode levar para prevenir estes tipos de iluses paranicas"A expresso
dele cresceu azeda. "Ns no esperamos que o homem num estalar saia do lugar do seu descano final, com a Excalibur nas mos.Ns no somos panacas,Srta. Harrison.Como
os macacos do Tibet que rodam o mundo a procura do prximo Dalai Lama, os membros da Ordem do Urso procuram pelo potencial Arthur em todas e cada gerao." Ele tirou
seus culos e comeou a limpar as lentes com um leno que ele tirou de sua bolsa."Quando ns achamos um que ns pensamos que pode ter uma chance sria, ns mandamos
um membro da Ordem pra cidade do menino, para observar ele, geralmente como professor, como eu.Na maior parte do tempo esses meninos desapontam a gente.Mas de vez
em quando - Como no caso de Wil - A ordem tem uma razo para ter esperana..."Ele ps seus culos de volta e olhou para mim atravs de suas lentes brilhantes. "E
a  s uma questo de impedir as foras do mal(na verdade  dark ento resolvi traduzi pra mal) de destruir a chance do menino de alcanar seu potencial.""Foi
a que voc me perdeu" Eu disse. "Foras do mal? Sr. Morton, acorda.Do que voc est falando?! Darth Vader?Voldemort? D um tempo.""O que voc pensa que estava
acontecendo com Lancelot e a rainha, acha que eles s estavam tendo um caso?"Sr. Morton me respondeu parecendo chocado pela minha ingenuidade. "Porque houve algo
mais traioeiro, causado, no s por uma fraqueza de carter da parte do dois, mas pela fora das foras contra Arthur, quem est olhando para sempre tentar destruir
ele - no s pela f nele mesmo, mas pela f das pessoas nele,tambm.
Foi quando Mordred - que ,e sempre vai ser,um agente do mal - foi movido a matar.""Uh," Eu disse, olhando pasma para ele.Eu estava tendo um, pequeno problema para
digerir o qle estava me dizendo.Ta bom, tudo que ele esteve me dizendo. "Okay".Eu devo ter soado incrivelmente convencivel, j que encorajei Sr. Morton a falar mais.
"Sabe que ele estava realmente atrasado demais nessa primeira vez. Mordred estava, quero dizer. A Escurido Envelhecida morreu apesar do seus melhores esforos,
porque Arthur tinha estado no trono um tempo suficientemente longo para tirar as pessoas para dela. E no fim, no era Mordred que viveu pelo anais de tempo como
um rei justo e bom, mas seu irmo Arthur. "Mas Mordred aprendeu com esse erro," Sr. Morton continuou. "E desde que Arthur tentou se levantar outra vez, Mordred
esteve l para par-lo, mais cedo e mais cedo no ciclo da vida, de modo que a Luz talvez nunca tenha qualquer xito absoluto. E ento ver, Elaine, at que o fim
do tempo...ou at que o bem finalmente triunfe sobre a escurido, de uma vez por todas, e Mordred descansar.".Aclarei a minha garganta.A coisa era, Sr. Morton parecia
suficientemente lcido. Pareceu to so quanto - bem meu prprio pai. Mas o que ele dizia - o que ele e sua "ordem" acreditavam.... Era s bobagens. Nenhuma pessoa
racional pode pensar que esse Will Wagner era a reencarnao de Rei Arthur. A coisa com nossos nomes - e Cavall - de lado.... Bem, somente no faz sentido.E isso
no era tudo que no fazia sentido. "Eu no entendo," disse abertamente. "Se voc realmente pensa que Will  Arthur - e isso ocupa muito tempo seu - por que voc
foge? Voc no deve permanecer aqui para ajud-lo? Corrija-me se estou errada, mas voc no foi o cara que a sua ordem colocou aqui para proteg-lo?". Sr. Morton
pareceu genuinamente aflito.
"No h nenhum ponto agora," explicou. "Uma vez que Guinevere termina, Arthur  vulnervel a qualquer coisa que Mordred tenha preparado para ele. Vimos acontecer
uma e outra vez, nenhuma vez o que ns fizemos pode par-lo. Mordred - com a ajuda do lado escuro, naturalmente - acionar, como tem feito em tantas encarnaes
diferentes no passado. Pense em os lderes polticos bem diablicos na histria, e voc ter uma idia boa do que eu falo. Todos eles como Mordred. E Arthur vai...
bem.". "Vai o que?" Perguntei-o curiosamente. "Bem," Sr. Morton disse, parecendo inconfortvel, "Arthur morrer.".
Captulo 20
E no final do dia
Ela soltou a corrente, e coloca para baixo;
O amplo crrego entedia-a de longe,
A Senhora de Shalott.
"Morre?" Olhei para ele com incredulidade. "Bem," disse, tendo a graa, por fim, parecendo muito embaraado, "sim.". "Mas..." eu s pude me sentar l e repitir como
papagaio o que ele acabava de me contar. "Morre?". "Sim, naturalmente." Sr. Morton soou um pouco exasperado. "O que voc pensou que ia acontecer, Elaine? Por que
voc pensa que eu parto? Voc apenas pode pensar que eu quero permanecer e observar issso acontecer.". "Mas..." acabo de olhar ele um pouco mais. Tinha ouvido algumas
coisas loucas hoje. Mas isto, de longe, venceu tudo. "Quer dizer Will? Voc pensa que Will morrer?". "Vai," Sr. Morton disse apologeticamente. "Para Mordred -
ou neste caso, Marco - alcanar sua supremacia - ". "Voc pensa que Marco far algo contra Will?"."Eu no penso ento, Senhorita Harrison," Sr. Morton disse tranqilamente.
"Eu sei.Marco me contou ento se em minha sala de aula no ano passado, quando eu tolamente tentei - contra ordens, eu talvez adicione - argumentar com o rapaz. Do
mesmo modo que voc evidentemente faz, eu uma vez tive um tempo difcil de acreditar que qualquer pessoa possa ser inteiramente m. Pensei se eu s pudesse conversar
com o jovem, ele recobrasse a conscincia. Estava enganado - muito dolorosamente, eu talvez adicione."."Quando Marco o atacou," disse, tirando concluses e surgindo
com - bem, mais loucura. "E foi expulso da escola.". "Precisamente," Sr. Morton disse. "Vejo agora onde estava um erro fatal em minha parte. Marco de arrendamento
sabe da existncia da Ordem, e seu papel predeterminado no prximo ciclo de vida de Arthur, no serviu, como pensei que serviria, como um aviso a ele lutar contra
mal, mas antes como uma desculpa ele infringi-lo. Algo do tipo, 'Bem, est no meu destino, de qualquer jeito, ento por que lutar?'".
Eu s pude piscar para ele. "Ento contou para Marco que ele  a reencarnao de Mordred"? Eu s pude imaginar como Marco deve ter recebido a notcia. Gargalhada
zombeteira teria sido envolvente. Mas tambm, aparentemente, violncia. Contra o mensageiro. E talvez no premeditada. "Tenho vergonha admitir o que fiz," Sr.
Morton disse. "Embora eu no posso dizer que no tempo, eu estava todo certo e ele acreditou em mim. O fato  que ele reconheceu, no entanto, que voc  Elaine de
Astolat e parece indicar que recobra a conscincia da idia."."Eu no sou," disse lentamente e zangadamente, "Elaine de Astolat.". Sr. Morton sorriu tristemente.
"Engraado. Isso  exatamente o que Marco disse. S que no seu caso, ele insistiu que ele no era Mordred.". "Ele no  Mordred," disse. Fui ultrajada. Realmente.
Isso foi longe demais. "E deve ter sua licena de professor revogada por convencer jovens estudantes, impressionveis e reveladores que eles so reencarnaes de
carteres mticos!". Sr. Morton sacudiu um dedo para mim. "Agora, Elaine," ele disse. "Voc sabe perfeitamente bem que eles no so mticos.". Quis jogar algo.
Eu no posso acreditar que eu mesmo tinha tido esta conversa. "Bem," eu disse. "Ento eram reais. Uma vez. E sim, Arthur realmente existiu. E nos deixou acabamos
de dizer, a ttulo de exemplo, esta coisa inteira de reencarnao realmente pode ser possvel. Advertiu Marco sobre ele. Disse algo sobre Will?"."No far qualquer
boa Elaine," Sr. Morton disse tristemente. "Como disse antes, est tarde demais agora, de qualquer jeito. E membros da Ordem tentaram no passado advertir o Urso
do que aconteceria - assim como tentei, mal sucedidamente, virar Marco  Luz - e nunca fez qualquer coisa boa, em todas suas vrias encarnaes. A maior parte do
tempo, ele nem sequer nos acreditou. E inevitavelmente, a Rosa Escura veio para cima e nos derrotou...e o.".
Pisquei para ele. "Ento se toda esta coisa  verdadeira, e o que voc e sua ordem acreditam realmente acontece - Marco matar Will, e voc no pensa que faria qualquer
boa talvez chamando Will e contar para ele?". "Est tarde demais, Elaine," Sr. Morton disse, sacudindo a sua cabea. "Ele j perdeu Guinevere. Ele no tem mais
motivo para viver - ". "Mas isso  o que eu tentava falar hoje de manh," eu quase gritei, lutando para ter pacincia. No isso, mesmo durante um minuto, eu acreditei
em qualquer deste histria. Mas somente um argumento.... "Will no est com raiva de Lance e Jen! Realmente. Me disse que ficou aliviado quando descobriu.". Sr.
Morton
sorriu tristemente para mim. "E se ns contssemos, Elaine, voc pensa que ele acreditaria - se tomssemos medidas para proteg-los, ele riria, em todo o caso,
um esforo intil ? Pensa que faria a mais leve diferena? Voc no tem nenhuma idia contra o que nos estamos
lutando. A batalha para Arthur entre a Luz e a Escurido
tm acontecido durante sculos. O mal no sentir qualquer interferncia da Luz. Jogar obstculos de insuperveis em nosso caminho - obstculos mortais. Mordred,
com a ajuda do lado escuro, achar um meio de matar seu irmo como tentou me matar - ". "Marco no quer matar Will," chorei, ainda no acreditando que eu mesma
estava tendo conversa. "Por que Marco talvez queira matar Will?" "Alm do mais o fato isso, pela prpria avareza e o descuido egosta para com outros, por isso
ele caiu no abrao dos poderes de escurido?"Sr.Morton questionou. "Pense sobre ele, Elaine.". Pensei sobre Marco, seus brincos e sua maneira falsa. Seguramente,
era egosta, e com essa pele gelada, mais que um pouco sinistro.
"Variaes," Sr. Morton disse, "em vrios temas. Mordred odiou Arthur, voc v, porque quis o trono. Deu as costas ao seu povo, no cuidando um tiquinho de seus
interesses, procurando s fornecer ao prpria auto-gratificao. Isso  quando a Escurido tomou-o completamente, e o fez um deles - ". "Pare!" Joguei as minhas
mos para cima sobre as minhas orelhas, comeando a me sentir oprimida. "Eu no quero ouvir mais sobre o lado escuro, t bom? O que eu quero saber  como - se est
to seguro - isto  o que acontecer - acho que voc vai fugir para longe para no v-lo assassinado. Entendo que tm medo da...da escurido". Agora soei to demente
quanto ele, mas eu no me importei. "Mas porque voc mesmo no vai  polcia?". "E dizer o que, Elaine?" o sorriso de Sr.Morton era pesaroso. "Que de acordo com
uma profecia antiga que foi cumprida uma e outra vez, este jovem matar seu meio-irmo algum dia, e ento far estragos sobre o mundo? Eu no posso fazer isso. Sei
que eles no escutariam.". No. Eles no escutariam. Nem sequer eu quis escutar. Porque era tudo completamente louco. "E ainda que acreditassem," Sr. Morton disse,
"no h o que a polcia possa fazer sobre ele. Os revlveres e as
credenciais so inteis contra a ira do lado escuro. E seria culposo arriscar almas inocentes numa
guerra que eles nunca podem esperar ganhar. A crena comumente assegurada - embora seja -  que s os do crculo mais prximo de Arthur podem acabar com o lado escuro
do reino, em todo o caso.". "Ento..." empurrei meu cabelo para longe dos meus olhos. "Que tal ento Lance ou Jennifer?". "Certamente," ele disse. "Qualquer um deles.
Somente no...bem. Voc". Dei-lhe um olhar torto. "Porque Elaine de Astolat nem sequer encontrou Rei Arthur historicamente,  isso?" "Falei que  melhor que voc
no saiba," Sr. Morton lembrou-me numa voz triste. "Seria triste," garanti a ele, "se eu realmente acreditasse em qualquer coisa disto".Sr. Morton me olhou, amolecendo
interessantemente suas caractersticas escarpas.
"Elaine," disse suavemente. "Vai para casa. E v com seus pais para algum lugar longe daqui. O litoral de Minnesota, talvez. Talvez seja melhor para voc se voc...bem,
se voc simplesmente voltar para casa.". "Lar?" Ecoei. "O que voc sabe sobre lar? O lar  no s um lugar, voc sabe.  as pessoas que fazem um lar...as pessoas
que voc se preocupa, e que se preocupam com vocu, se voc no virou e os abandonou para ir para o Taiti porque acredita em alguma profecia muda. Eu no sei
se esta Luz e coisa Escura  real, Sr. Morton, mas sei uma coisa: se voc e esta Ordem assim chamado realmente estam do lado de Will, voc no partiria sem mesmo
nem ter tentado ajudar. Ele nunca faria isso a voc. Ele nunca diria, 'Oh, bem, isto  o modo como sempre acontece, ento acho melhor nem tentar mudar as coisas,
porque tentei uma vez e no deu certo, e o lado escuro sempre vence.'". Minha voz falhou, mas eu nem me importei. Acabo de tentar no gritar. "Porque no foi
o que fez o precioso Arthur to popular entre seu povo?Supostamente ele foi este grande pensador inovador que no faria coisas as pessoas do modo como falam que
eles tm que ser feitos, porque esse  o modo que eles sempre tm sido feitos. Se Will realmente  Arthur - e eu no digo que ele , porque penso que esta coisa
inteira  muito ruim - ele iria realmente s viraria de costas e dizer, 'Oh, bem, eu no posso mudar isto, porque ningum jamais mudou antes,' e  s ? No, ele
no iria. E sabe o que, Sr. Morton? Eu no vou fazer isso, de qualquer modo.".E sem outra palavra, eu virei e sa em protesto do apartamento de Sr. Morton com a
minha cabea seguramente alta e os meus ombros retos como se fosse eu, e no Jennifer Gold, tinha sido rainha numa vida passada.
Captulo 21
Eu sabia pelo meu irmo Geoff, que era um expert em matar aula, que normalmente a administrao demora todo um dia de trabalho para pegar o delinqente. Ento eu
sabia que estava salva de qualquer intimao para o escritrio do vice diretor Parvati para explicar a minha ausncia na quinta e na sextas aulas por pelo menos
um dia.Ainda assim, eu pensei que era mais seguro me esconder no banheiro feminino at que o prximo sinal tocasse, ao invs de arriscar ser descoberta passeando
pelos corredores.Ento eu entrei no primeiro que eu vi.A primeira coisa que eu precisava fazer, percebi, era encontrar Will. Eu no fazia idia que aulas ele tinha
para o stimo e o oitavo perodo, mas eu precisava descobrir de alguma maneira, ento o pegar e falar para ele que ao menos um membro do corpo docente de Avalon
High
suspeitava que ele era a reencarnao de um rei medieval e que estava me perigo mortal por causa de seu irmo.Sr. Morton estava certo sobre uma coisa. Will no
iria acreditar. Quem so iria?Mas isso no queria dizer que ele no tinha direito de saber.Eu estava ocupada refazendo meu rabo de cavalo em frente ao espelho
da pia quando percebi que no estava s no banheiro. Ouvi fungadas vindas detrs da porta do ltimo boxe, que estava fechada. Abaixando-me para olhar pela abertura
entre a porta e o cho, vi um par de sapatos de ginstica brancos, nos quais estavam amarrados um par de distintivos Avalon High, com pom-pom azul e dourado.Havia
uma lder de torcida chorando no banheiro feminino, comigo.E, sabendo que meu dia j havia chegado to longe, eu tinha uma boa idia de que lder de torcida era."Jennifer?"
eu disse, batendo na porta do boxe. "Sou eu, Ellie. Voc est bem?"Ouvi uma fungada particularmente alta. Ento a voz chorosa de Jennifer disse, "V embora."
"Qual , Jennifer", eu disse. "Abra a porta e fale comigo. No pode ser to ruim."Houve uma pausa. Ento eu ouvi a porta destrancar, e Jennifer - ainda seletamente
adorvel, apesar do olhar borrado - saiu do boxe, secando os olhos nas longas mangas de seu suter de lder de torcida."N-no conte a ningum", ela disse, olhando-me
com grandes e preocupados olhos azuis, "que voc me pegou aqui chorando. Como aquelas garotas fofoqueiras do track team com as quais voc anda? Certo? Porque elas
j me odeiam o suficiente, e isso s pioraria as coisas". "No vou comentar isso.", eu disse, pegando um punhado de toalhas de papel do suporte na parede e molhando-as
um pouco na pia antes de d-las a ela. "Mas elas no te odeiam."Voc t brincando?" Jennifer falou em seus olhos vermelhos com as toalhas de papel. "Todo mundo
me odeia. Por causa do que eu fiz com o Will.""Nem todo mundo te odeia", eu disse. "Eu no te odeio. E Will no te odeia, tambm."Para meu desespero, isso s fez
Jennifer comear a chorar de novo, justo quando eu pensei que ela ia parar. Eu sei!", ela disse chorosa. "Essa  a pior parte! Will veio falar comigo esta manh
e foi um doce! Ele disse que conhecia Lance e eu no queria machuc-lo, e que estava tudo bem para ele ns f-ficarmos juntos. Ele at disse que ach-achava que ns
ficvamos bem juntos. Lance e eu! Ah meu Deus. Eu queria morrer!""Por qu?", eu perguntei, dando tapinhas em seu brao - para confort-la, eu acho. "Voc no acredita
nele?""Claro que acredito!" Jennifer disse, com uma gargalhada incrdula. "Quero dizer, essa  a coisa sobre o Will - ele nunca mente. Nem mesmo para fazer algum
se sentir melhor. Bem, talvez, voc sabe, se voc estivesse doente ele diria que voc parece bem ou qualquer coisa. Mas no sobre... No sobre coisas importantes.
Ento eu sei que ele estava dizendo a verdade. Essa  a coisa. Ele realmente no se importa sobre eu e Lance. Ele  s to... legal."
Algo gelado atingiu meu corao, mas eu disse a mim mesma que estava sendo boba. E egosta."Ento voc quer voltar com ele?" perguntei a
ela, bem mais suavemente
do que como eu sentia. Porque claro que de repente percebi quanto estava esperando que, agora que Will estava livre, ele poderia, talvez, parar de pensar em ns
como amigos, e mais como... bem, que seja.Mas se ele e Jennifer voltassem, isso nunca, nunca iria acontecer."Eu no sei", ela disse miseravelmente. "Uma parte
de mim sempre vai am-lo. Mas o resto de mim... Voc acha possvel amar dois garotos ao mesmo tempo?"Eu encolhi os ombros indiferente. "Eu no sei", eu disse. "Quero
dizer, eu s amei um.""Will, certo?" Jennifer perguntou, enquanto limpava os olhos. Encarei-a com choque total. "O-o qu? No! Claro que no! Eu falei desse outro
cara. Hum, esse outro cara, chamado Tommy-""Tudo bem", Jennifer disse. Ela havia parado de chorar, e agora pegava a maquiagem de sua bolsa e tentava ajeitar-se.
"Quero dizer, eu no a culpo. E vocs dois ficariam fofinhos juntos. Vocs so os dois to escuros. E to altos."Senti-me como se estivesse em choque. "Eu no-
eu no me sinto assim em relao a ele.""No?" Ela encolheu os lbios, depois passou gloss. "Bem, ele gosta de voc. Quero dizer, desde o primeiro momento em que
ele a viu, aquele dia no estacionamento, lembra?  como se ele conhecesse voc de outra vida, ou algo assim."Sorri lamentavelmente. Porque, claro, se o que o Sr.
Morton acreditava sobre mim era verdade - o que no era - eu era quem Will havia conhecido em sua vida passada. Aquela honra era completamente de Jennifer."Ele
s gosta de mim como amiga", eu disse, no que pareceu a milsima vez aquele dia."Eu no teria tanta certeza", Jennifer disse um pouco obscura. "Quero dizser, ele
a convidou para velejar conosco. Ele no convida qualquer um para aquele barco dele. E ele diz que aquele cachorro estpido dele gosta de voc. Alm disso, ele diz
que pode conversar com voc. O Will est bastante conversador ultimamente.
Ele... mudou, voc sabe." Ela me relanceou significativamente.Mas eu estava curiosa."Mudou como?""Desde que ns comeamos a namorar," ela disse com indiferena.
"Ele costumava s se preocupar com velejo e futebol. Ento ele entrou no conselho estudantil. Algumas vezes" - ela me lanou um olhar assustado - "ele at quer falar
sobre poltica. Poltica! Durante o vero, ele estava falando sobre no ir ao time de futebol, assim ele teria mais tempo
para o time de debate, ou algo assim. D
pra imaginar? Lance tirou essa idia da cabea dele, graas a Deus. Mas a verdade  que eu senti que ele estava se tornando algum que eu nem mesmo conhecia..."
"Essa  a coisa que eu mais gosto em Lance", ela comeou, deixando a bolsa de maquiagem fechada. "Ele no  muito de conversar o tempo todo, como Will est sendo,
ultimamente. Juro, algumas vezes era como se ele preferisse conversar do que - bem, voc sabe."Eu sabia. E o pensamento me fez corar."Seria to legal se voc e
Will comeassem a sair", Jennifer disse, seus olhos comeando a brilhar. "Porque a as pessoas sairiam de cima de mim sobre toda a coisa do Lance. Porque, voc sabe,
mesmo que Will tenha se tornado um pouco estranho, com isso de terminar-o-futebol-e-ir-sentar-na-madeira,
ele ainda  popular como nunca. Pense sobre isso, sim?"Ela
agitou um pouco suas ondas loiras, e ento virou para mim ao invs de para o espelho. "Bem, o que acha? Poderia dizer que eu estava perdendo a cabea h uns minutos?"Olhei
para ela. E meu corao parou.Porque ela estava linda. Mesmo depois de, como ela colocou, perder a cabea. Eu nunca poderia, nem em um milho de anos, competir
com isso, no importa o que ela dissesse.E no era que ela fosse s to bonita. Se fosse s isso, eu poderia odi-la, e sem culpa nenhuma.
Mas era impossvel odi-la, porque no era como se ela fosse falsa. Ela animadamente sugeriu que achava que o garoto pelo qual estava parcialmente apaixonada na
verdade estava mais interessado em mim... E ento - de novo sem o menor peso na conscincia - aconselhou-me a namor-lo, porque faria as coisas mais fceis para
ela socialmente. Como voc pode no gostar de algum assim?"Voc est tima", disse, realmente querendo dizer isso."Obrigada". Jennifer ergueu o queixo para me
dizer isso."Voc realmente no vai dizer a ningum, no ?", ela perguntou."No", eu disse. "Eu realmente no vou." " to estranho", ela disse, movendo-se para
a porta do banheiro feminino. "Mas eu acredito em voc totalmente. E eu mal a conheo. Voc deve ser uma dessas pessoas. Voc sabe, do tipo que voc sente que j
conheceu antes, mesmo que no tenha. Mais ou menos," ela adicionou radiante enquanto ia para o corredor, "como Will.""Bem," eu ia dizer. "No exatamente."Mas minha
voz morreu na minha garganta. Porque eu podia jurar, naquele momento, que ouvi Sr. Morton, de todas as pessoas, atrs de ns.
Captulo 22
Ouvia-se um cntico, desolado, sagrado,
Cantado altamente, cantado humildemente,
At seu sangue congelaria lentamente,
E os seus olhos eram escuros e escureceriam totalmente,
Virariam para dominar, dominariam Camelot.
Girei ao redor somente a tempo de ver Sr. Morton virando em direo ao escritrio do conselheiro da direo, uma mo protetora pairando sobre o centro de uma mulher
esbelta de costas. Era duro reconhecer de trs, mas pareceu justamente com a me de Will. Quando ouvi Sr. Morton, tons britnicos dizendo, "Este modo, Sra. Wagner,"
soube que era a madrasta de Will. O que na terra Sr. Morton fazia de volta a escola? Ele no devia estar num avio rumo ao Taiti? E por que ele estava com Sra.
Wagner, de todas pessoas? Isto, eu soube, s podia significar problemas. Vejo voc depois", eu disse a Jennifer, que continuou pelo corredor, esquecida do que
acontecia atrs de ns."Oh", ela disse olhando-me por cima de seu ombro. "Ah, claro."Eu girei e corri atrs do Sr. Morton, que estava segurando aberta a porta
de vidro claro do escritrio do conselheiro para a Sra. Wagner."Por aqui", ele estava dizendo. S vou ver se a sala de conferncia est livre-""Sr. Morton", eu
disse, entrando logo aps eles.A Sra. Wagner virou-se e piscou para mim. "Ah," ela disse. Surpreendentemente, apesar das dzias de pessoas que ela teve que
conhecer
na noite da festa do Will, ela pareceu me reconhecer. "Ol, de novo. Receio ter esquecido seu nome.""Ellie Harrison", eu falei rapidamente. "Sr. Morton, posso ter
uma palavrinha com o senhor aqui fora?""No, Srta. Harrison", Sr. Morton disse firmemente. "Receio que no. Como pode ver, estou bastante ocupado com a Sra. Wagner
aqui. Sra. Wagner, se a senhora puder entrar e sentar-se, tenho certeza que a Sra. Klopper" - a recepcionista do escritrio de orientao levantou-se por detrs
de sua mesa obedientemente - "lhe dar um pouco de caf enquanto esperamos a chegada de seu enteado."
"Espere." Encarei Sr. Morton, que estava fazendo gestos no to discretos de v-embora para mim pelas costas da Sra. Wagner. "O senhor est se encontrando com Will
e com a Sra. Wagner?""Sim, estou, Srta. Harrison, de est tudo bem com voc. Temos que esclarecer algumas coisas para Will. No h uma classe em que a senhorita
deveria estar agora?"Esclarecer coisas importantes para Will? De maneira nenhuma vou perder isso. Sentei em um dos sofs azuis do escritrio de fora, peguei uma
cpia da National Geographic e disse: "Na verdade, tenho uma reunio com minha conselheira agora."A Sra Klopper, voltando da cafeteira com duas xcaras, olhou-me
curiosamente. "No tenho voc no planejamento," ela disse. "E a Srta. Enright saiu.""Eu preciso de orientao", eu disse, tentando parecer chateada. " sobre algo
pessoal. Uma emergncia." A expresso de Sra. Klopper transformou-se em interesse. "Bem, verei se posso achar algum para falar com voc, querida." Passou a Sr.
Morton as xcaras de caf e voltou apressadas a sua escrivaninha ver se havia um conselheiro disponvel para falar comigo. Enquanto estava no telefone, Sr. Morton
cochichou para mim, "eu no estaria fazendo isto absolutamente se voc no tivesse me guiado para isto. Ao menos voc poderia evitar tornar isso mais duro para todo
mundo.". "Como estou fazendo isso mais duro para todo mundo?" Cochichei de volta.Mas nesse momento, Will apareceu na entrada, segurando um passe de escritrio e
parecia um trocista."Algum quer me ver?" ele perguntou, sua voz se arrastava para fora quando ele notou sua madrasta pelas paredes de vidro da sala de conferncia.
"Jean? Sr. Morton?Sobre o que ?". "Nada para se preocupar, meu jovem," Sr. Morton disse, o que deve ter sido o eufemismo do ano. "Voc vai entrar?Quero esclarecer
algumas coisas entre voc e sua, um, Sra. Wagner.". Will passou lentamente pelo meu sof, em direo  porta aberta de sala de conferncia. A sobrancelha que ele
levantou para mim foi como se ele tivesse dito: O que aconteceu?
Eu no sei, rebati para ele, por trs das pginas da revista que eu segurava para proteger meu rosto da vista
do Sr. Morton. Porque eu realmente no sabia. Ao menos, no o que a madrasta de Will fazia com ele. Will sorriu, um pouco desequilibradamente, para mim, ento entrou
na sala de conferncia. Sr. Morton, com uma olhada final de aviso em minha direo, fechou a porta. Ele no queria que eu perturbasse, ento eu o vi para retirar
uma cadeira para Will sentar-se, e ento ele sentou-se. Ento, as suas mos dobraram sobre a mesa, Sr. Morton comeou a falar. No pude ouvir uma palavra. Pude
apenas ver o olhar no rosto da Sra. Wagner (no pude vcer o do Will, desde que ele estava sentado de costas para mim). Ela passou de olhar politicamente alerta para
genuinamente confusa a defensiva no tempo de dois minutos.O que raios ele poderia estar dizendo a ela?"Um," Sra. Klopper disse, tirando minha ateno da cena que
acontecia por trs do vidro. "Ellie, no ? Receio que ningum possa v-la no momento, mas a Srta. Enright est a caminho e estar aqui em quinze minutos. Voc pode
esperar, no?""Claro," eu disse, segurando alto a revista e fingindo estar interessada nela. Mas na verdade eu estava tentando ler os lbios do Sr. Morton. Por
que peguei todas essas classes inteis como Biologia e Alemo quando deveria ter pego leitura de lbios?
No precisei ter pego leitura de lbios para interpretar o que vi depois. Que foi a Sra. Wagner de repente levar a mo  boca em choque sobre algo que Sr. Morton
disse. Ento ela afogou-se em lgrimas. A ultima coisa que soube  que ela estava balanando a cabea e colocando a mo por sobre Will.Will, por sua vez, desvencilhou-se
da mo de sua madrasta, levantando-se da cadeira e afastando-se da mesa. Ainda no podia ver seu rosto, mas podia perceber que ele estava balanando a cabea.O
que estava acontecendo? Havia Sr. Morton acabado de contar a Will que ele era a reencarnao de Rei Arthur? Mas isso no deveria ter feito Will pular, balanando
a cabea. Deveria t-lo feito rir, porque era ridculo. O que o Sr. Morton poderia ter contado que teria feito Will ficar to chateado e sua madrasta chorar?"Voc
no deveria estar aqui!"A voz de pnico da Sra. Klopper foi a nica coisa que me fez tirar a cabea da cena por trs da parede de vidro. E s porque pensei que
estava falando comigo.No estava. Ela estava falando com o cara que, sem eu ter ouvido, havia entrado no escritrio da orientao, e estava parado ali encarando
o trio na sala de conferncia, como se ningum no prdio existisse. "Marco", eu disse, pulando do sof.Mas ele no me ouviu. Estava respirando com dificuldade,
as chaves do carro balanando de uma mo e, ao encarar a me e o meio-irmo, seus olhos escuros encheram-se de algo que no
gostei. Eu no sabia o que era, exatamente.
Mas sabia que no era bom. "Voc sabe que no deve colocar os ps no cho da escola,
Marco", a Sra. Klopper estava dizendo, em uma voz que inspirava medo enquanto
mexia no receptor do telefone de sua sala e comeava a apertar botes. "No depois do que aconteceu na ltima vez. Irei chamar a polcia.  melhor voc ir embora
agora."Mas Marco no foi. Ao invs disso, dirigiu-se  porta da sala de conferncia.
No sei o que me fez fazer isso. No sou exatamente o tipo de pessoa corajosa... Exceto talvez com cobras. No havia nada remotamente cobra sobre Marco aquele momento
particular. Ou melhor, ele era como uma cobra, mas no o tipo meio desenhado que voc acha enrolado no filtro da piscina; mais como o tipo vivo que voc acha a seus
ps, pronto para o ataque, com dentes venenosos. Mas isso no me impediu de me intrometer entre Marco e a porta da sala de conferncia... Justo quando o sr. Morton
olhou para cima e percebeu a presena de Marco pela primeira vez."Marco," eu disse, achando, estranhamente, que estava respirando com tanta dificuldade quanto ele.
"E a. Como vai?"Ele nem mesmo me olhou. Seu olhar estava fixo em Will. "Ellie. Saia do meu caminho.""No acho que voc deva estar aqui", eu disse, lanando um
olhar preocupado acima do meu ombro. Sra. Wagner, percebendo Marco atravs de suas lgrimas, tentava sec-las. Will apenas olhou assustado. "A Sra. Klopper chamou
a polcia.  melhor voc ir embora." "No," ele disse, os olhos ainda fixos na me, "at eu saber sobre o que eles esto falando." "Acho que o que quer que eles
estejam falando,  particular", eu disse. "Entre Will e sua me.""E Morton?" Agora Marco finalmente olhou para mim. E, quando ele olhou, um dos lados de sua boca
girou em um movimento sarcstico. "O que ele tem a dizer para minha me?" "O que quer que seja", eu disse, realmente esperando que no fosse o que eu tinha certeza
que ambos estvamos pensando que poderia ser - Sr. Morton acreditar que Will era a reencarnao de Rei Arthur, "com certeza no  da nossa conta, ento-""Errado",
Marco disse. "Mexa-se. Agora. Ou eu mexo voc.""Se voc colocar uma mo nessa garota, Marco Campbell," Mrs. Klopper said rgida, "voc ir se arrenpender. Voc
sabe que no deveria nem mesmo estar aqui."
Que foi quando Marco, nitidamente cansado de ouvir isso, avanou e me moveu para o lado, como se eu fosse uma cortina de
chuveiro que estivesse em seu caminho.Ca
no sof. No estava ferida.Mas isso no impediu a Sra. Klopper de gritar e vir para ccima de mim. Nem impediu Will, que aparentemente assistiu  cena toda, de abrir
a porta da sala de conferncia, e gritar "Marco! O que voc pensa que est fazendo?""Engraado", Marco disse friamente. "Estava para lhe perguntar a mesma coisa."Ento
ele entrou na sala de conferncia, batendo a porta de vidro atrs dele com fora suficiente para balanar a sala toda." Ah, minha querida" chorou a Sra. Klopper,
enquanto tentava me tirar do sof. "Ele a machucou?" "Estou bem," disse rapidamente. Eu no podia ouvir - apenas ver - o que acontecia na sala de conferncia com
ela em cima de mim. Me inclinei sobre o largo ombro da Sra. Klopper, eu pude ver Sr. Morton tentar falar tranqilamente com Marco ,muito agitado. Sra. Wagner tinha
parado de chorar, e ela, demais, dizia algo a Marco - Algo que Marco no pareceu muito feliz em ouvir. Manteve olhar sobre Will, que apareceu estar experimentando
inmeras
emoes contraditrias, se estivesse como indicava sua expresso - clera; incredulidade; e, finalmente, impacincia, aparentemente para algo que Marco disse. Algo
que Sra. Klopper e eu ouvimos, porque Marco gritou alto o suficiente para ser ouvido mesmo pelas grossas paredes de vidro: "Eu no acredito!".Foi certo que os policiais
vieram correndo at ns, e Sra. Klopper, ainda em cima de mim me protegendo, chorando, apontando e sacudindo o dedo para Marco, "A est! Atacou esta pobre menina!
Transgrediu os termos de sua expulso mesmo apenas pisando no cho da escola!". Um dos policiais, para meu horror, pegou seu revlver. Disse a seu parceiro, "Fique
com esta criana. E chame ajuda.".
O parceiro alcanou seu walkie-talkie, enquanto o primeiro policial colocou uma das mos na porta da sala de conferncia e abriu. E quando fez isso, a voz de Marco
- de costas para ns, ele tinha esquecido da chegada dos policiais - podia ser ouvida, em alto e bom som, gritando, "Voc no  sua me! Fale! Fale que  uma mentira!".A
que Sra. Wagner, as suas mos agarradas ao seu peito, murmurando, "eu no posso, querido, porque  verdade. Estou to triste. Mas realmente  verdade.".O que foi
quando o policial disse, "odeio terminar as coisas aqui, pessoal, mas recebemos uma queixa - ". Ele nunca conseguiu acabar. Porque Marco, observando ao redor finalmente
compreendeu, por fim, que ele estava metido em problemas, deu uma estocada que teria feito Stacy ficar verde de inveja, pulando na frente da mesa da sala de conferncia
e ficou na frente da nica janela do lugar... Por que ele pegou uma das cadeiras da sala de conferncia, destruindo o vidro num milho de pedaos. Ento ele pulou.
Capitulo 23
"Pois antes que ela alcanasse sobre a mar
A primeira casa ao lado da gua,
Cantando a sua cano ela morreu,
A Dama de Shalott."
"Vire aqui," eu disse ao oficial de policia que estava me levando pra casa.Ele fez a volta da longa avenida para a casa que ns estvamos alugando, os faris de
seu carro de patrulha brilhando ao longo da rua. Embora ainda fosse fim de tarde, enormes nuvens negras cobriram a baia, bloqueando o sol, to rpido quanto fumaa
pega por uma brisa.Havia uma tempestade se aproximando."As luzes esto todas apagadas," Oficial Jenkins observou, quando
pde enxergar a casa. "Seus pais no esto
em casa?""No," eu disse. O vento estava virando rajadas fortes, balanando os galhos das rvores. "Eles foram a D.C. jantar.""Quer que eu te acompanhe at l
dentro?" Oficial Jenkins perguntou."no," eu disse. "Srio. Tudo bem. Eu estou bem."Parecia que eu estava assegurando a todos isso a tarde inteira - desde a hora
que os policiais tinham chegado, at a hora em que eles finalmente tinham terminado de tomar o meu depoimento e concordaram em me deixar ir... at eu perceber que
eu no tinha como ir para casa, e ser forada a implorar por uma carona para casa. Com a Sra. Wagner completamente descontrolada, forando o Sr. Morton a ser cavalheiro
e oferecer a lev-la para casa, e Will tendo sado atrs do Marco pela mesma janela que ele tinha escapado, Sra. Klopper e eu ramos as nicas restantes para descrever
o que tinha acontecido...E ns mal podamos acreditar em tudo."Bom, eu no gosto de fofocar sobre estudantes," Sra. Klopper tinha dito ao Oficial Jenkins, depois
da Sra. Wagner ter sido cuidadosamente levada embora pelo Sr. Morton, e ns duas ramos questionadas sobre os acontecimentos dos incidentes. "Mas j que o senhor
perguntou, parece - a no ser que eu esteja enganada que a me do Will Wagner  na verdade a verdadeira me dele... e nem ele ou o seu - bom, eu acho que seu meio-irmo,
Marco, sabiam disso at hoje.
Quando o oficial de policia olhou interrogativamente a mim, eu s dei de ombros e disse, "Yeah. Quero dizer... isso foi o que pareceu pra mim, tambm." O que eu
no podia entender era porqu o Sr. Morton tinha feito isso. Porque ele tinha voltado?
Realmente pelo o que ele tinha dito - eu o culpando em meu discurso
sobre como Will nunca o deixaria numa hora de desespero?Mas como, pelos cus, o Sr. Morton fazendo com que a Sra. Wagner admitisse que ela era, na verdade, a me
do Will, e no apenas a sua madrasta como o tinham feito acreditar, supostamente ajudaria?"Bom, pegue uma lanterna assim que voc entrar," Oficial Jenkins disse,
"assim voc no vai ter que ficar procurando por uma no escuro se acabar a energia. A eletricidade acaba com freqncia esse lado da cidade durante grandes tempestades.""Obrigada,
" eu disse ao oficial."E no se preocupe sobre o Campbell," ele disse, em sua alta e ressonante voz. "Eu duvido que ele v aparecer aqui.""Eu agradeci de novo,
sem mencionar que o Marco Campbell aparecendo na minha casa era a ultima coisa com que eu estava preocupada.Ento eu sai do carro de patrulha e corri para a porta
da frente, fuando dentro da minha mochila pela a minha chave. Oficial Jenkins esperou at que eu a encontrasse e abrisse a porta antes de ir embora, deixando-me
sozinha em uma enorme casa escura, uma tempestade se aproximando e as foras do bem e do mal se batalhando por futuro rei morto.Certo.Eu entrei em casa, acendendo
todas as luzes no meu caminho at a lavanderia, onde o professor que era o dono da casa tinha deixado uma caixa plstica escrito EMER-GNCIA. Eu peguei a caixa da
prateleira e apanhei a lanterna e um pacote de velas que eu encontrei l dentro. Ento eu os levei para a cozinha e liguei a tev.O jornal local estava anunciando
a tempestade de raios chegando por todo o Condado de Anne Arundel. Eles j estavam reportando sobre raios perigosos e ventos fortes, completados com chuvas torrenciais
e um pouco de granizo.timo.
Havia um bilhete na geladeira. Dizia, Oi, querida. Deixei uma poro de costelas no freezer. S os aquea no microondas. Estaremos em casa s onze. Ligue se precisar
de alguma coisa. Mame.Eu abri o freezer e olhei as costelas. Mas eu no estava realmente as vendo. Ao invs, eu estava vendo a raiva no resto do Marco quando sua
me tinha feito sua grande confisso bombstica. Eu estava vendo Will, quando ele seguiu o Marco pela janela, fazendo com que o meu corao parasse na garganta.E,
tudo bem, tinha sido uma janela no primeiro andar. E quando todos ns corremos at a janela, vimos os dois correndo pelo estacionamento de estudantes, Marco primeiro,
com Will em alta perseguio, claramente nenhum dos dois eram ruins na corrida.Mas acontece que eu olhei para o Sr. Morton naquele momento louco e vi medo em seu
rosto. Louco ou no, o Sr. Morton temia por Will.E seu medo estava se espalhando.Eu fechei a porta do freezer. Isso era estpido. Eu no podia s ficar aqui e
no fazer nada enquanto eu sabia que o Will estava l fora em algum lugar, tentando lidar com um garoto que estava claramente fora de controle com raiva sobre a
infidelidade de sua me com o seu pai.Eu respirei fundo e peguei o telefone."Isso  idiotice," eu disse a Tig, que estava sentada no meio do cho da cozinha, lambendo-se.Eu
disquei o numero do celular do Will.Uma voz gravada me informou que todos os circuitos estavam ocupados.Eu desisti e desliguei. Bom, era muito trabalho por nada.Eu
abri o freezer e peguei as costelas. Eu no estava com fome, mas eu tinha que fazer alguma coisa, ou eu tinha certeza que ficaria louca. Eu as coloquei no microondas
- e ento pulei quando, atrs da janela atrs da pia da cozinha, um brilhante flash ou luz cruzou o quintal.
A energia caiu, e depois voltou. Tig, assustada, parou de ser lavar.Eu contei, como a criancinha em Poltergeist. Um um mil. Dois dois mil. Trs trs mil.O relmpago
estourou, sem soar como um tiro distante agora... mas como uma bomba snica de um tanque quando bate em uma barreira. Tig correu da cozinha como um foguete, para
partes da casa desconhecidas.A tempestade estava a trs milhas.Eu tentei o celular do Will de novo. Todos os circuitos ainda estavam ocupados.Eu coloquei o telefone
na mesa, pensando que talvez as nossas linhas estivessem cruzadas. Ele
podia, pelo que eu sabia, estar tentando me ligar, naquele exato momento. Depois do que tinha
acontecido hoje,  de se pensar que ele queria falar com algum - algum que ele no fosse relacionado. Eu estava meio surpresa, na verdade, que ele ainda no tivesse
ligado.Mas no haviam recados na secretaria eletrnica.Ento, talvez ele tivesse ligada ao Lance ou a Jennifer ao invs de mim. Afinal de contas, eles o conheciam
h mais tempo que eu. Fazia sentido que ele tivesse ligado a um deles do que pra mim...Uma parte de mim ir sempre am-lo. A Jennifer tinha dito no banheiro feminino.Talvez
ele tivesse no telefone com ela agora mesmo, e eles tinham a chance de conversar, e agora estavam juntos de novo. Talvez eles... Eu balancei a minha cabea, imaginando
o que estava errado comigo. Eu estava sendo derrotada. Realmente estava.Eu sentei em frente a TV com as costelas e um pote com salada de batata, e comi - sem sentir
o gosto de nada - enquanto os jornalistas liam tudo o que estava sendo cancelado por causa da tempestade que se aproximava: jogos de futebol americano da escola,
vrios torneios de lacrosse, as disputas da cidade, uma regata.Um reprter em Baltimore, onde a tempestade - que tinha aparecido do nada aparentemente - j tinha
passado, parada ao lado de um carro atingido por uma rvore que caiu durante a tempestade de raios, avisava sobre os perigos de dirigir durante uma tempestade.
Um outro reporter apareceu dizendo que a Beltway - onde os meus pais iriam dirigir para chegar em casa mais a noite - tinha sido fechada devido a um cabo eltrico
ter eletrificado uma cabine de segurana.Outros reporter comeou a falar de como esta era a tempestade da dcada, ento mostrou uma filmagem de uma SUV sendo arrastada
por uma enchente para um buraco, com uma famlia de quatro membros...De repente, eu no estava mais culpando o Sr. Morton por querer ir para o Tahiti. O que era
bobo da minha parte, claro. No era o poder das trevas que estava causando essa tempestade. O meteorologista apareceu e comeou a falar sobre frentes frias vindo
do nordeste chocando-se com frentes quentes que fizeram a tempestade surgir.Ento, quando eles estava prestes a nos avisar sobre o que fazer em caso de queda de
energia, um brilhante relmpago, mais forte que todos os outros, cruzou o cu.Mas no deixou o cu branco, do jeito que raios normalmente deixam. Ao invs, s por
um estante - to brilhante que depois, eu achei que tivesse sonhado - o cu ficou com uma profunda cor de sangue antes de tornar-se ainda mais cinza.Ento todas
as luzes se apagaram.A TV morreu. O ar-condicionado chiou e parou. Os relgios digitais no fogo e no microondas apagaram. A geladeira parou de resfriar. Havia
um completo silencio...At um terrvel exploso de raio estourar no cu, fazendo com que os copos na cristaleira chinesa tremessem.Ento o telefone tocou.E eu
gritei.Eu estava sendo ridcula, claro. Era s o telefone. Claro que o telefone ainda iria funcionar depois de uma queda de energia. Os que no eram sem fio, de
qualquer forma.Mesmo assim, meu corao parecia estar tremendo tanto quanto aqueles copos tinham tremido, e meus dedos balanando quando eu tirei o telefone do
gancho."A-al?" eu disse."Ellie?" Era a voz da minha me, to confortante quanto o meu cobertor favorito.S a ouvir desacelerou a minha pulsao.
"Ns acabamos de ouvir que Anne Arundel deve pegar o pior da tempestade. Voc est bem, querida?" "Acabou a luz," eu disse, tentando no soar to assustada quanto
eu me sentia."Sim," minha me disse. "Eu acho que isso acontece bastante. Olhe na agenda
telefonica e ligue para a companhia telefnica, s para ter certeza que
 toda a regio e no apenas ns. Ento espere. Papai e eu cancelamos nosso jantar, e ns estamos no nosso caminho para casa.""No, vocs no esto," eu disse,
em um fio de voz. "Eles fecharam a Beltway. Um cabo de energia eletrocutou uma cabine de segurana."Eu ouvi a minha me repassando a informao ao meu pai. Eu ouvi
o meu pai xingar. Ento a minha me me disse, "Bem, escute, querida... voc pegou uma lanterna?"Eu procurei por uma na dispensa. Eu ainda no tinha precisado -
ainda havia luz suficiente de fora da casa. Mas eu disse, "Sim.""timo. Ache um bom livro para ler, e ns estaremos a assim que possvel.""Vou ler," eu disse.
"Tchau, me."L fora, um relmpago brilhou novamente. Eu desliguei e corri para a janela, entortando o meu pescoo para ver a mesma cor de sangue de novo.No.
Tornou-se um tom de roxo realmente bonito ao invs.Eu peguei o telefone. Desta
vez eu liguei para a casa do Will. Ocupado.Ento eu lembrei que eu deveria ligar
a companhia de energia, ento eu peguei a agenda telefonica e achei o nmero. Ento eu me diverti por uns bons cinco minutos ouvindo as opes - aperte um para relatar
luzes falhando; dois, se eu tivesse cheirado alguma coisa queimando; trs, se eu estava com perda parcial de energia; e finalmente o quatro, que eu apertei, para
reportar uma perda total de energia.
A voz gravada me disse que eles estavam cientes do problema e que a manuteno j tinha sido
despachada. Eu estava feliz de no trabalhar para a companhia de energia.
Eu odiaria ser "despachada" com um tempo desses.Ento, quando eu estava ligando a lanterna e comeando a minha tarefa de trigonometria, o telefone tocou novamente.
Nesta vez quando eu atendi, eu no reconheci a voz do outro lado da linha."Al?" Era uma mulher falando. "A, er, Ellie Harrison esta?"" ela falando," eu disse,
usando as respostas educadas que a minha me tinha me feito aprender."Oh, Ellie, ol," a mulher disse, parecendo aliviada. "Aqui  Jean Wagner. A,er, madrasta
do Will."Repentinamente eu estava apertando o telefone muito forte.Ainda, eu tentei me acalmar. "Ol, Sra. Wagner. Eu... eu sinto muito. Pelo o que aconteceu hoje
na escola.""Eu tambm," Sra. Wagner disse. "Voc no imagina o quanto.  por isso que eu estou ligando, na verdade. Eu estava imaginando se tem alguma chance do
Will estar a com voc?"Agora eu estava apertando com tanta fora, que eu imaginei que poderia quebrar na metade com a
fora do meu aperto."No," eu disse, sentindo
como se o meu corao de repente fosse sair do meu peito, de to forte que batia. "Eu esperava que a senhora
tinha noticias dele." "No desde"- Sra. Wagner parou
abruptamente - " o que aconteceu na escola. Eu esperava - eu no sei onde nenhum dos dois foi parar, e eu no teria te incomodado exceto que eu sei que o Will tem
passado bastante tempo na sua casa recentemente, e eu esperava que ele pudesse estar a -"
Enquanto a Sra. Wagner falava eu cruzei o quarto at a porta de vidro que dava para o deck. Eu ainda no tinha olhado na piscina desde que eu tinha chegado em casa,
de histrica com a tempestade que se aproximava.Agora eu abria a cortina, dizendo para mim mesma que tudo ficaria bem. Eu veria o Will l em baixo, sentado na
Pedra da Aranha.Eu abriria a porta de vidro e gritaria, "Ei, seu bobo. No fica parado a. Voc no percebeu que vai chover? Vem pra
dentro."S que ele no estava
l,  claro. Enquanto eu olhava, minha bia favorita estava na verdade fora da piscina e levantada contra os arbustos por um vento forte. A gua transbordava devido
ao filtro que no estava funcionando, graas a falta de energia. Parecia com um gigante feitio de bruxa, de dar frio na espinha.Eu rapidamente coloquei a cortina
de volta ao lugar."-ou que voc possa ter alguma idia de onde ele est," Sra Wagner estava dizendo. "Ns j checamos a Marina,  claro, e ele no est l... no
que ele fosse pegar o barco com esse tempo. Eu falei com os amigos dele Lance e com a Jennyzinha Gold, e nenhum dos dois sabe dele." Eu ouvi um latido atravs da
linha, e ento a voz da Sra. Wagner dizendo, "Cavalier! Cavalier, quieto!" E um segundo depois, ela disse a mim, " Eu sinto muito. 
o cachorro do Will... eu no
sei o que deu nele. Ele  normalmente to adestrado. A tempestade parece estar chateando
ele. O problema , Marco... Bom, eu tenho medo que o Will possa estar em
algum tipo... bom, algum tipo de perigo.""Perigo?"A minha mo apertando o telefone comeou a suar agora. Eu mal podia segurar o receptor de to molhada. "Que tipo
de perigo, Sra. Wagner?"No os poderes das trevas, eu implorei. Por favor no diga os poderes das trevas. O Sr. Morton a tinha dito tambm?A voz dela ficou desesperada.
"Oh," ela disse. "Oh, querida, eu sinto muito. Eu no queria - eu jurei que eu no iria chorar.  o Marco, sabe." Ela estava chorando abertamente agora, enquanto
Cavalier latia descontroladamente ao fundo. "Arthur- meu marido- disse para eu no me preocupar, mas eu no vejo como no... A caixa de suas armas est quebrada,
sabe. A caixa de armas do Arthur. E uma de suas pistolas est faltando. Eu acho que o Marco pode ter pego. Eu acho que o Marco pode estar planejando fazer alguma
coisa -" Mas eu nunca cheguei a escutar o que a Sra. Wagner achava que o Marco poderia estar planejando. Isso porque houve um outro raio brilhante, e a ligao
deu chiado agudo no meu ouvido. Eu deixei cair com um grito, e quando eu peguei o telefone de volta, a ligao tinha cado.
Capitulo 24
No leste o vento tempestuoso destrua,
As madeiras amarelas e plidas diminuam,
O crrego amplo nos seus bancos queixava-se,
Pesadamente o cu desabava
Sobre Camelot.
No que importasse. Sobre o fato da linha ter cado no meio da sentena da Sra. Wagner. Eu no precisava ouvir o resto. Sabia o que ela ia dizer. Justamente como
eu soube o que eu tinha que fazer. Porque sabia onde Will tinha ido. Se ele no estava nem na sua casa nem no seu barco, e ele no estava com Lance nem Jennifer
nem comigo.... Bem, s havia um lugar que ele podia estar. O problema era, eu no tinha nenhum carro para chegar. A chuva no tinha comeado ainda, mas o cu ficava
mais escuro cada segundo. Em segundos, no minutos, as nuvens estourariam.E o relmpago persistia. Se algo, os barulhos cresciam mais freqente. O trovo era um
barulho quase constante agora.Lampejo. Um mil. Boom.A tempestade estava uma nica milha longe. Mas ento o que? Pensei comigo, quando peguei meus sapatos de corrida.
Voc no  acar, Harrison. Voc no derreter. Caso o revolver do Almirante Wagner for disparado.O parque era duas milhas de distncia. Corro duas milhas todos
os dias - e dias e mais dias. T bom, no ao longo da estrada aberta, depois de uma refeio, e no meio de um temporal recorde. Mas o que mais eu podia fazer? Peguei
o primeiro casaco que estava na porta - um anorak  prova de gua de meu papai. Mesmo tendo um capus. Perfeito. Um revlver.  um revlver. Caso o revlver do
almirante Wagner for disparado.Estava quase saindo quando o relmpago estourou. Desta vez eu via a luz do relmpago atravs do cu como uma rachadura num prato
celestial gigante. Era ento fecho, pensei que bate na casa do vizinho. E ento, justamente como antes, o cu virou para um vermelho profundo. Que me fez piscar
com a mudana repentina da luz. Ento o cu era um lago cinzento mais uma vez. " s relmpago," repetia. "No as foras de mal conspirando contra voc.".
Ainda, minha voz tremeu quando eu disse. Quais as possibilidades de Marco ter ido atrs de Will depois de tanto tempo? Seguramente ele, logicamente, pensaria duas
vezes sobre sair no meio de uma tempestade. Ento me lembrei do revlver se Marco era suficientemente louco para roubar um dos revlveres do seu padrasto, ele no
ia deixar uma coisa pequena como a tempestade da dcada atrapalh-lo. Grande.Bem, no havia nada que eu pudesse fazer quanto ao tempo. Mas o revlver. O revlver
do Marco... Revlveres so inteis contra a ira do lado escuro, Sr. Morton tinha dito.E repentinamente tinha desviado da porta principal e estava em cima do segundo
degrau da escada, rumo ao cho."No vai roubar dele," respirei, apressando-me para baixo no corredor em direo ao escritrio do meu pai. "No vai roubar dele -
". Ele no tinha. Pensava que tivesse jogado fora, arremessado casualmente atravs de sua escrivaninha como uma caneta. Embrulhei a minha mo ao redor do cabo e
a levantei. Era muito mais pesada do que me lembrava. Mas no havia nada que eu pudesse fazer sobre isso agora.Embrulhei-a no casaco do meu pai. Eu vagamente me
lembrei que li em algum lugar que voc no pode, supostamente, molhar espadas. Embora isso pudesse ser um barbante de um arco - do tipo que voc atira flechas. Mas
eu no posso correr rua abaixo segurando uma espada, de qualquer jeito. O que os vizinhos diriam? Nossa Imagem seria totalmente destruda.O Cradling, espada de
anorak, ocupou meus braos, eu me apressei de volta para escada. Eu nem sequer pude dizer o que eu planejava fazer com a espada do meu pai. Quero dizer, eu realmente
ia usar para ameaar Marco? Uma espada - especialmente intil, enferrujado e da
Idade Mdia - contra um revlver? Sim. Isso vai dar trabalho. Ele provavelmente
se render no minuto que ele a vir.No. Mas eu tinha que fazer algo.
E eu adivinhei - se queria acreditar que a tempestade em Annapolis nesse momento era trabalho do lado escuro, e no, como o meteorologista tinha dito, uma coliso
de duas frentes do tempo - trazia a espada pelo corredor, desde que no muito cedo pisei na porta com ela que o cu foi rasgado em dois pelo barulho da tempestade,
cada vez mais prxima agora.Estava ento bem fechado, alis, isso por um segundo que eu pensei que tinha batido em mim, porque o cabelo nas costas do meu pescoo
tinha levantado. Guinchei, no ousando olhar para ver no que o cu tinha se transformado. Eu no posso olhar. Estava correndo muito ocupada. Corri diretamente para
baixo em direo a nossa garagem, ento sobre nossa rua, as minhas pernas parecendo querer me impedir e meu consciente constantemente apelando a elas.Agarrei a
espada ao meu peito, eu parei ao longo da estrada pavimentada, j respirando muito. Tinha pensado que a corrida pela umidade de Maryland August era ruim. Isso no
era nada, sada comparado com correr eletricamente cobrou com uma espada medieval nos meus braos.Quando cheguei  estrada principal, fiquei chocada com a via.
S ramos das rvores j tinham sido derrubadas pelo vento, e eles pontilhavam a estrada como obstculos da pista... ou cobras. Os postes que ainda estavam unidos
a
eles foram virados defensivamente de ponta cabea e brilhavam plida e cinzentamente que pouco iluminava devido s grossas nuvens cinzentas.Inspirei profundamente
e, nunca vacilando em minhas passadas largas, comecei a corrida ao redor dos obstculos, hediondamente ciente do fato que eu estava numa estrada que no  apropriado
para o trfego de pedestres. No havia nenhuma calada nem caminho de bicicleta. Corria ao longo da rodovia aberta, pulando ramos cados das rvores, segurando uma
grande espada, e orando que se um carro viesse ao longo da pista, ele me veria a tempo e
desviaria. Nenhuma sorte. Um carro vinha ao longo da pista.
Mas ia em to alta velocidade, no havia nenhum modo do motorista - uma me ansiosa por pegar suas crianas antes da violenta chuva que os encharcar - poder desviar
em tempo de evitar bater em mim. Veio direito a mim como se eu fosse uma barreira, s vendo-me no ltimo minuto, que foi quando ela buzinou e me atropelaria ao mesmo
tempo...O mal no ser qualquer obstculo para a Luz. Jogar obstculos inevitveis em nosso caminho - obstculos mortais....E pulei para fora da estrada, to rapidamente
quanto esse veado que eu tinha visto na borda da nossa garagem, e
comeou a se arrastar pelos gramados das pessoas em vez da beira da estrada. Este provou ser muito
mais conveniente que evadindo e desviando SUVs e de rvores cadas. Mais a grama era mais suave em meus sapatos que o asfalto...Os poderes de escurido - se existirem
- no pareceram gostar do fato de eu ter trazido a espada. Qualquer um isso, ou era simplesmente tempo para os cus se abrirem. Porque era certo que fizeram justamente
isso, desencadeando uma cortina repentina e dura, com chuva grossa, isso encharcou minha blusa e meu calo num instante e
amassou meu cabelo.Mantive a corrida,
agarrando a espada mais apertadamente ao meu peito, tentando ignorar o fato que a chuva caia to rpido, eu mal pude ver dois ps minha frente, e tirava a grama
embaixo dos meus ps num rio de barro. Eu tinha que estar, repetia, perto do Wawa agora. E o Wawa era perto do parque. S mais milha. S mais uma milha para percorrer.
E no eles no tinham mais nada para jogar em mim. O relmpago no tinha me parado. Trnsito prximo no me tinha parado. A Chuva no tinha me parado.Medo no
tinha me parado. Nada me podia parar. Ia chegar l - Isso at quando o granizo comeou.A princpio eu pensei que eu tinha chutado para cima uma pedra debaixo do
meu p. Ento outro golpe em mim. Ento outro. Logo bolinhas de gelo pulavam na minha cabea e ombros, nas minhas coxas e em todo o resto.
Mas me mantive firme. Levantei a espada - livre do grazino no anorak do meu pai - sobre a minha cabea, usando ela como um tipo de escudo contra o pior do granizo.
E comecei entrar embaixo de rvores enquanto corria, mesmo que o meteorologista na notcia tivesse dito que esse era o pior lugar para ficar durante uma tempestade.
E era provavelmente pior estar sob uma rvore enquanto carregava um objeto longo e de metal...Mas eu no me preocupei. Eu no era campe no distrito - no meu lar
antigo, de qualquer jeito - nos duzentos metros cronometrados feminino para nada. Era rpida demais para eles - rpida demais para o relmpago que destruiu o cu,
transformando-o em um doente verde fosforescente desta vez, em vez de vermelho. Rpida demais para a pancada ensurdecedora de trovo que se seguiu um segundo mais
tarde. Rpida demais para a chuva. Rpida demais para carros. Rpida demais para o granizo...A tempestade estava certa acima da minha cabea. E estava furiosa.O
granizo voltou para a chuva, mas ainda veio para baixo em torrentes. Estava toda molhada ento, eu nem sequer me importei. Especialmente quando, pela cortina cinzenta
grossa dele, o sinal de boas vindas para mim do Parque Anne Arundel - POR FAVOR, NO PISE NA GRAMA - apareceu. Estava l. Tinha chegado. Cambaleei em direo ao
sinal, nem sequer estava ciente, at aquele momento, que eu tinha chorado provavelmente desde que o granizo comeou. Eu, que nunca chorei.E ento a chuva parou.Justamente
como isso. Como se algum tivesse desligado um alarme. Parei s durante o tempo suficientemente longo para limpar a gua dos meus olhos. Ento comecei a corrida
outra vez - correndo com toda velocidade, realmente - para o bosque, enquanto a cabea pesava, o cu ribombou em protesto, como se houvesse gigantes l e, cima,
conversando entre si.Como passei pela quadra de tnis que gotejava e pelo campo inundado de lacrosse, eu via uma das vises mais bem-vindas que mesmo uma toalha
seca no teria sido melhor nesse momento: O carro de Will, o nico no estacionamento.
Estava aqui. Seguramente... Exceto que ele no estava no seu carro. Verifiquei. Estava trancado firmemente.E evacuei.Ele no podia ter passado todo o tempo da
tempestade no bosque. No quando tinha um carro seguro e confortvel para ficar. Estava tarde demais. Tinha que estar. Marco j tinha vindo e j tinha ido. Acharia
Will estendido e morto na sua pedra. Eu sabia disto.Mas seguramente, se estava morto, o lado escuro no teria trabalhado tanto em me manter longe daqui... Exceto
que tinha parado. A chuva tinha parado. Ento me surpreendi. O que eu pensava? Lado escuro? Era uma tempestade. S uma tempestade. Uma tempestade que tinha vindo
de parte nenhuma. Uma tempestade que tinha virado rvores e eletrificou uma rodovia e enviou meu gato para a segurana dos recantos do interior da casa. Uma tempestade
que tinha feito um co ladrar histericamente no telefone. Ladrar para mim. Aumentei o passo, correndo com todo vigor agora, agarrei o cabo da espada.Dentro do
bosque, que eu esperava estar uma desordem - ramos e mesmo algumas rvores no cho - tudo era precisamente como eu tinha visto da ltima vez. O aroma da chuva era
grosso no ar, mas claramente nenhuma chuva tinha cado aqui. A trilha estava seca, sopros de rosa de p para cima dos meus ps quando bateram contra ele.Como era
possvel, eu no tinha a mnima idia. Mas eu realmente no tinha tempo de pensar sobre isso, qualquer um. Porque finalmente estava na frente da ravina, amaldioando-me
por no tendo trazido uma lanterna, porque era escuro entre essas madeiras, com a escurido de nuvens de tempestade. Bati pela samambaia pesada, tentando dar uma
olhada no leito do riacho. Pensava que eu pudesse ver algum l embaixo, mas estava duro de segurar...E ento o vi. Will. Mas ele no estava sentado na sua pedra
favorita. Ele no estava em nenhuma delas, qualquer uma. Em vez disso, ele estava estendido atravs dela, sobre as suas costas, como... Bem, como um homem morto.
Capitulo 25
"Embaixo da torre e da sacada,
Pelo jardim murado e pela galeria,
Uma reluzente forma ela flutuou por,
Morta e plida entre os altos das casas,
Silncio sob Camelot."
Eu no gritei. Eu no acho que poderia ter feito um som mesmo se tentasse. Por um motivo, eu estava respirando dificilmente por causa da corrida.E por outro, o
penetrante medo gelado tinha envolvido o meu corao desde que eu tinha escutado a Cavalier latindo - mas que eu tinha recusado a me deixar acreditar - parecia repentinamente
explodir, cortando toda a circulao de sangue pelo resto do meu corpo.Eu no sei como eu cheguei ao topo da ravina. Eu acho que eu escalei at l de alguma forma.
Eu s sei que na hora em que eu alcancei o pedestal Will, minhas pernas foram cobertas com dolorosos arranhes de todos os espinheiros que eu aparentemente tinha
encontrado, mas no tinha sentido.Levantando o meu olhar de onde ele estava deitado, de olhos fechados, eu no pude detectar sinais de que Will estava respirando.
Mas eu no pude ver nenhuma mancha de sangue obvia. Ainda, ele tinha que ter me escutado chegando. E mesmo assim ele no tinha se mexido...Minhas pernas tremendo
descontroladamente - por emoo e o exerccio no teste que eu as tinha feito fazer - Eu andei ao redor do pedestal onde ele e coloquei a espada para baixo, ainda
seguramente embrulhada na jaqueta do meu pai. Ento eu coloquei a ponta do meu sapato no apoio que eu tinha usado da ultima vez para subir pedestal do Will da ultima
vez... E de repente seu rosto apareceu na frente do meu."Elle," ele disse. Ele retirou os fones de ouvido que ele estava escutando. "Voc veio. Eu sabia que voc
viria."Ento ele agarrou a minha mo e me puxou para o topo do pedestal...... onde eu fiquei desorientada. Minhas
pernas se tornaram gelia. Todo o sangue do meu
corpo, que segundos antes parecia estar congelado, parecia derreter ao seu toque, fazendo com que eu sentisse que eu no tinha nem ao menos fora para ficar em p.
Will deve ter percebido isso, quando eu senti os meus joelhos comeando a ceder, ele disse, "Ei-" e soltou a minha mo, colocando um brao ao redor da minha cintura
ao invs. Quando as minhas ainda lquidas pernas continuaram a tremer, ele me puxou contra si com uma risada que acabou abruptamente quando os nossos corpos se chocaram
e minhas mos pousaram em seu peito.Finalmente ele disse, "Ei," novamente - mas em uma diferente e muito mais suave voz.Encarando seus olhos azuis-piscina, a apenas
centmetros dos meus lacrimejosos olhos marrons, eu finalmente achei a minha voz."Eu achei que voc estivesse morto," eu murmurei."Longe disso," ele murmurou de
volta.E ento ele estava me beijando. E de repente, meus braos e pernas no pareciam mais gelia. Ao invs, eu me senti eletrificada - como se eu realmente tivesse
sido atingida por um raio... s que melhor.Muito, muito melhor. Porque voc no pode colocar seus braos ao redor do raio. Ou sentir os batimentos cardacos do
raio sob os seus. Ou sentir o gosto de caf que ele tinha bebido antes, ou sentir o agradvel e limpo
cheiro de sua camisa. Eu podia fazer todas essas coisas com
Will, e fiz......incluindo me pressionar o mais prximo possvel dele que eu pudesse, e no s porque eu estava com frio, depois da chuva. Mas tambm para provar
a mim mesma que ele estava vivo. Vivo.E ele estava me beijando.parecia estar gostando de me beijar. Muito, muito mesmo."Agora por que ns no fizemos isso antes?"
Will queria saber, quando ns finalmente paramos de nos beijar, e sua testa estava apoiada contra a minha."Porque voc j tinha uma namorada," eu o recordei. Eu
estava assustada de ainda ter a capacidade de falar. Eu teria achado que, depois de beijar daquele jeito, eu estaria completamente sem fala. Meus lbios ainda estava
cintilando do beijo.
"Oh yeah," ele disse, ainda me segurando. Ento ele inclinou a cabea. "Ei. Voc esta tremendo." Ele esfregou meus braos contra suas mos - suas grandes e quentes
mos. "Lgico. Voc est toda molhada. Como voc ficou to molhada?""Porque estava chovendo," eu disse. E como se fosse para confirmar, um relmpago iluminou nossas
cabeas. "No aqui," Will disse."Obviamente," eu disse. "Como pode ser isso?" Ele me largou, mas por apenas um segundo, enquanto ele abaixava para pegar uma jaqueta
jeans ao lado do iPod. Ele jogou a jaqueta sob os meus ombros, e ento me puxou para si. "Olha, me desculpa pelo que aconteceu antes. Na escola. Aquilo foi ruim.""Yeah,"
eu disse, amando o jeito que seus braos estavam ao meu redor. "Foi sim. Eu.. me desculpa tambm.""No h nada para voc se desculpar," ele disse. "Voc no fez
nada. Eu podia t-lo matado quando ele te empurrou.""Yeah," eu disse. "Sobre o Marco, Will." Eu engoli em seco e depois, colocando minhas duas mos em seus ombros,
eu o empurrei um pouco, para que eu pudesse olhar seu rosto. Estava to lindo como sempre, seus brilhantes olhos azuis piscando por espessos clios negros. "O que?"
ele perguntou, me encarando. "Ele no - voc no viu ele depois da escola,
ou viu? Eu o perdi fora da escola - eu dei umas voltas de carro por l, procurando por
ele, mas eu no consegui encontr-lo. Eu... eu no queria ir para casa." Ele olhou para longe de mim ento. "Eu tentei ligar para a sua casa algumas vezes, mas a
operadora ficava dizendo que todos os circuitos estavam ocupados. Eu pensei em aparecer por l, mas depois de tudo o que aconteceu, eu no tinha certeza - "Eu peguei
seu rosto com minhas duas mos e o virei para que ele tivesse que olhar dentro dos meus olhos."Voc no pode estar falando srio," eu disse. "Voc acha que eu no
ia querer ver voc?" S pelo que aconteceu na escola?"Ento a sombra que eu conhecia muito bem cruzou seu rosto, escurecendo seus traos, embora seus braos continuassem
me apertando.
"Deve estar espalhado por toda a cidade agora," foi tudo o que ele disse."Will, sua me me ligou. Ela est realmente preocupada..."Ele me largou ento. Ele me
largou e virou de costas, passando a mo por seu cabelo escuro."Olha," ele disse para as rvores. "Eu s preciso de um tempo longe dela. E do meu pai. Para entender
as coisas." Ele me olhou de volta, sua expresso forada. "No  todo dia que um garoto descobre que sua me no est realmente morta, voc sabe.""Eu sei," eu disse,
de novo. "Mas no  por isso que ela ligou."Ele estremeceu. "Eu sei porque ela ligou.  o Marco, no ?" Eu acenei, sem confiar na minha voz para falar. Por cima
de nossas cabeas, um relmpago estourou.Will suspirou. "O que o Marco fez agora?" Ele estava batendo os dentes, mas no como se ele achasse o assunto particularmente
interessante. "Bateu a Land Cruiser? Acabou com os licores do meu pai? No, ele j fez tudo isso. Alm do mais, nada disso iria me machucar, e sou eu que ele culpa
por tudo isso. Oh, espera, eu sei. Ele pegou a Pride Winn e fugiu com ela.""No," eu disse, e suspirei. "Ele roubou uma das armas do seu pai. E eu acho que ele
vai tentar te matar."
Captulo 26
"E enquanto a ponta do barco serpenteava ao longo
O salgueiro na colina e os campos ao redor,
Eles ouviram-na cantar sua ultima cano,
A Dama de Shalott."
"Isso  impossvel," Will disse abertamente. "Will.". Me senti uma miservel. Desci do alto, onde seus beijos tinham me mandado. Era quase como se eles nunca tivessem
acontecido. Tinha sonhado? Tudo que aconteceu anteriormente parecia um sonho, da tempestade a...bem, isto. "No  impossvel," eu disse. "Seu pai teve o revlver
roubado e Marco ainda no apareceu. Sei que voc no o pegou. Quem mais poderia ser?"."Oh, acredito que Marco pegou o revlver," Will disse. "Mas me matar? Jean
- quero dizer, Mame - reage excessivamente a coisas pequenas. Marco no  um assassino.". Isto era exatamente o que eu tinha dito ao Sr. Morton. Antes deu ter
descoberto o resto. "Um," disse. "Will. Isto pode ser um pouco mais complicado do que voc pensa."."Mais complicado que minha verdadeira me dar  luz enquanto
meu pai estava no estrangeiro, e me dando a um homem para me criar, ento seu marido no descobriria que ela tinha sido infiel? Mais complicado que tem sido minha
vida inteira desde que minha me estava morta, at hoje, quando me contaram que a mulher que se casou com meu pai  minha verdadeira me quando seu pai tinha um
cargo alto o suficiente para enviar seu amigo - seu marido - a sua morte?" A risada da vontade era seca. "Acredite, Elle, recebi o essencial."."Sim," disse. "Sobre
isso. Tenho algo pra te contar, e talvez soe um pouco estranho, mas sabe antes, quando me contava sobre a sensao de j ter estado aqui. Bem, h este grupo das
pessoas que realmente acreditam - "."Por que ele ia querer me matar?" Will me interrompeu como passou para cima e para baixo do comprimento da pedra. Acima das
nossas cabeas, sua pergunta foi respondida com outro barulho alto de trovo. "Meu papai o que fez. No eu. Eu no tive nada a ver com isso.".
"Sim," disse. "Bem, veja, lembra-se de quando Marco atacou Sr. Morton no ano passado? - ". "E no  como se meu pai tivesse feito de propsito," Will disse. "Quero
dizer, sim, enviou o rapaz numa rea de tenso. Mas no era como se ele tivesse derrubado esse helicptero. Estavam sob fogo de inimigo. Podia ter acontecido a qualquer
um.". "Will," eu disse, alcanando e agarrando pelos ombros ento desistiu de passear por um minuto. "No importa por que. O fato , Marco quer mat-lo. Agora,
voc no pensa que devo sair daqui, caso ele aparea?". "Aqui?" Sobrancelhas escuras de Will se inclinaram para baixo. "Mas ele nem sequer sabe sobre este lugar.
Eu nunca o trouxe aqui, muito menos falei sobre ele."."E a reunio hoje com Sr. Morton e sua me," eu disse. "Qualquer pessoa pode ter contado Marco sobre isso?
Ou ele adivinhou?". "No, ningum contou. Ele..." expresso de Will mudou de fria a confuso quando olhou para mim. "Como podia saber sobre o encontro? Ao menos
que...deve ter escutado na outra extenso quando Sr. Morton chamou."."Certo," disse. "Ou...bem, h uma outra explicao." Um lado da boca de Will se levantou. "O
que?
Ele pertence ao ESP?". "Isso, ou  agente para os poderes de escurido." Disse rapidamente, falei logo antes de pensar melhor e dar para trs. Eu ainda no acreditei.
Ao menos, no completamente. Mas pensei que eu tenho que dar lhe o aviso, desde que Sr. Morton obviamente no o tinha feito. "Os poderes de..." voz de Will arrastou-se
quando ele me olhou.Mas em vez dele rir, como eu meio que esperava, o olhar de Will se intensificou. "Antes o que quis dizer  que ele pode adivinhar que estou
aqui?" ele perguntou. "E o que era que o grupo de pessoas acredita... algo?"."Sabe o que?" Segurei seus ombros mais apertadamente que nunca. " uma espcie de histria
longa, e h uma boa possibilidade de nem sequer ser verdadeira. Mas verdade ou no, eu ainda penso que ns melhoraramos - no mnimo sair da chuva, se no longe
de Marco.".
Will olhou para cima nunca se esquecendo da ameaa das nuvens - o que ns
podamos ver delas, pelas brechas. Engraado como tinha chovido em toda parte menos aqui.
Mas no ha-ha engraado. "T bom," disse, e comeou a me seguir quando desci da sua pedra. "Mas onde quer ir?". A voz funda pareceu sair de em nenhuma parte.
"Posso recomendar o Taiti?".Congelei. O sangue que Will tinha descongelado com seus beijos gelados outra vez. Porque reconheci essa voz. Sabia quem era mesmo antes
deu virar e o ver no leito do riacho, a boca de um revlver preto feio apontado ao centro do peito de Will. "Dizem que as Ilhas Polinsias so adorveis nesta poca
do ano," Marco disse casualmente.Os dois irmos fitaram um ao outro, Marco, no leito do riacho, e Will no topo de sua pedra. Estava to ainda, pude ouvir ambos
respirando. Ao menos at o maldito relmpago atravs do cu, me fazer pular - mesmo antes de tudo virar um horizonte brilhante, cardinal vermelho. Ento trovo bateu,
e o vermelho desapareceu to rapidamente quanto tinha aparecido."Elle," Will disse, no silncio repentino que seguiu destes celestial pirotcnico. Ele nunca tirava
seu olhar de Marco. "Vai para casa.". "Sim, Elaine," Marco disse, numa voz com um toque de malcia. "V flutuar um pouco em casa. No h nada que voc possa fazer
aqui.". Ericei-me. Sabia o que Marco quis dizer. No havia nada que Elaine de Astolat possa fazer aqui. Mas isso era bom, porque eu no era Elaine de Astolat, nenhuma
questo do que ele talvez pense. E havia muita coisa que Elaine Harrison pudesse fazer aqui. "Eu no vou a qualquer lugar," eu disse. Marco fingiu que ficou tocado.
"Aw, como  doce," ele disse. "Permanecer defendendo seu homem.".
"No?" O Marco riu sem humor. "Grande, isso  grande vindo de voc, Will. Considerando que meu pai no matou seu pai, do modo que o seu o fez. O modo que eu o vejo,
h s um modo, a s uma diferena. Olho por olho.". "Se for olho por olho que voc quer Marco," disse, minha voz tremia, "mate o pai de Will, no Will.".Will me
mandou um olhar Permanea fora disto.Mas eu nem me importei."Pensei sobre isso," Marco disse. "Mas a coisa , quero v-lo sofrer. E o que pode machucar mais que
saber que seu precioso menino de ouro morreu por causa de algo que ele fez? Ter que viver at sua morte, justamente como eu terei que viver sem meu papai. Isso
 o que eu chamo de olho por olho.". "Mas qual  o ponto, Marco?" Will quis saber. "No trar seu pai de volta."."No," Marco disse, numa voz que soou inteiramente
razovel. "No vai. Mas ele me far sentir em um inferno muito melhor.". "E quando voc for para a cadeia?" Will perguntou regularmente. Se tinha medo, voc no
pode contar por olhar. Ficava diretamente e alto, e sua voz no tremeu nem um pouco. Olhou quase...bem, friamente. E aparentemente eu no era a nica pessoa que
o
pensou ento. Marco no pde encarar seu olhar. Que era uma coisa boa. Porque ele me deu a oportunidade de deslizar para baixo de volta a pedra e alcanar a espada
que eu tinha deixado em sua base. "Eu s irei me arrepender se for pego," Marco dizia. "E eu no planejo que isso acontea." "Oh, certo," Will disse, com uma risada.
"O que voc far, vai ao lam? Voc nem sequer tem qualquer dinheiro. Terminou o que tinha com seu Corvette estpido. Qual eu espero que voc no planeje usar com
carro de fuga, a propsito. Voc no chegar mais longe do que a Ponte da Baa. Eles j procuram-no, depois do que aprontou na escola.".
Eu no pude ver a expresso de Marco, desde que estava ocupada em abrir o anorak do meu pai e tirar a espada. Mas soou friamente e no interessado como nunca. "Acabo
e uso seu carro, ento," disse. "E qualquer dinheiro eu tiro da sua carteira depois que voc estiver morto. Agora desa da. E me d uma chave de pescoo.". "Voc
tem problemas, Marco," Will disse, numa voz sobrenaturalmente tranqila. "Necessita de ajuda. Ponha no cho o revlver e nos deixe conversar sobre isto."."Est
tarde demais para conversar." Marco comeava perder sua voz fria. Sua voz tinha se elevado, e no s porque os barulhos dos troves cresciam mais altos e mais ameaadores.
"Desa dessa pedra, Will, ou atirarei na cabea de sua namorada. O que ela faz de volta a, de qualquer jeito? Yo! Lily Maid! Saia da de trs. Eu no sou criana.
Farei um buraco nele, eu juro.".Subi de volta ao topo da pedra, arrastando a espada do meu pai atrs de mim. Ningum pareceu notar. "Marco." Will tinha aberto
suas mos, apelando para a melhor natureza do Marco... se Marco tivesse uma. "Venha. Somos irmos."."Aw, agora, v." Havia decepo real na voz de Marco. "Por que
voc teria que me lembrar? Vou atirar agora. E ia esperar e atirar na sua namorada primeiro, e o fez observar." E levantou o revlver, fechando um olho para alcanar
objetivo. "Oh, bem."."Will!" Chorei. "Aqui!" E quando Will me deu uma olhada, eu joguei a espada para ele.
Capitulo 27
Sobre a plataforma que eles vieram,
Cavaleiro e criado, senhor e senhora,
E viraram a proa e leram seu nome,
A Senhora de Shalott.
O revlver disparou. Um abafado estouro profundo na ravina que Will pareceu apenas notar. O disparo da bala tinha inofensivamente passado pela sua cabea, porque
ele tinha se abaixado para pegar a espada. Olhou para o que eu tinha passado a ele, confuso cobria seu rosto. "Uma espada?" Segurou a lmina para cima, ainda fitando
com confuso, como se perguntando, Como isto vai me ajudar? Tinha um ponto. Quero dizer que bom,  uma espada contra um revlver? Exceto... Exceto que quando os
dedos
de Will seguraram ao redor do cabo, algo pareceu a... mudana. Eu no posso pr o meu dedo nele, exatamente.Talvez porque nesse momento, tudo mudou. Era como se
algum
tinha batido no boto de autofocus no mundo. Porque repentinamente, tudo pareceu mais brilhante - mais agudo - mais colorido. As sombras escuras embaixo das razes
das rvores e na base das pedras pareciam... bem, mais escuras. E o verde dos troves parecia... mais verde.A espada na mo de Will parecia realmente brilhar, a
ferrugem
no estava to notvel quanto antes. Isso  quando via que os troves do cu tinham comeado a esclarecer. As nuvens pretas imensas iam longe, revelando o empoeirado
cor-de-rosa e macio da cor da alfazema de um ocaso de veranico...Ento essa era a razo pela qual. Quero dizer, por que os dedos de Will se fecharam ao redor desse
cabo de espada, tudo repentinamente pareceu to... mais brilhante. Embora bem no explicou por que Will parecia mais alto, seu cabelo mais lustroso e mais escuro
que nunca. Os seus ombros pareceram mais largos, seus olhos azuis mais brilhantes. Era como se irradiassem alguma espcie de interior... Bem, Luz. No havia outro
modo de coloc-lo. Sacudi a minha cabea. No. Isso no era possvel. Era s que a tempestade
passou. Ou meu amor por ele, colocava essa doce-camada nos meus
olhos.
Que  quando Marco, seu rosto to branco quanto o topo da gola que ele usava, caiu de joelhos, como se suas pernas tivessem parado de funcionar. Ou como se ele
repentinamente tivesse reconhecido quem era, exatamente, tinha cambaleado o revlver na frente. "N-no," disse de onde se ajoelhou.Eu fiquei atrs de Will. Quando
Marco finalmente levantou a sua cabea, olhava para mim com os olhos no cheios apenas de malcia, como antes, mas tambm com algo eu nunca tinha visto neles antes...Medo.
"Voc no  a Senhora de Shalott," ele respirou. Sacudi a minha cabea. Nada disto fazia sentido. Exceto isso, num modo estranho, ele tipo fazia. "Eu nunca disse
que eu era," lembrei a ele."Colocarei no cho a espada e voc coloca o revlver, Marco," Will disse nessa mesma formidvel voz de autoridade. "Ento podemos conversar
sobre isto. Como irmos."."Irmos!" Marco ecoou amargamente. Ento ele apontou o revlver - e seu olhar - para mim outra vez. "Por que voc teria que vir e teria
que lhe dar uma espada?" ele gritou. "S uma pessoa supostamente pode dar lhe uma espada. E no  voc. No pode ser voc! Isso  impossvel!". S os do crculo
mais prximo de Arthur podem acabar com o lado escuro do reino. "Largue o revlver, Marco," Will disse. "Agora - antes que algum se machuque.". Via os dedos de
Marco tirar o dedo do gatilho. Era quase como se ele no pudesse fazer como Will disse. Trabalhava. Abandonava.Que foi quando uma faixa azul-jeans de madeira estourou
ao lado dele. Um segundo mais tarde, Marco estava flutuando de costas no leito do riacho, Lance Reynolds alastrou-se ao topo dele. Os dedos de Lance fecharam sobre
a mo que agarrou o revlver... mas Marco teve de solta-lo antes de Lance nunca batesse nele."O homem disse - " Lance foi puxar o revlver da mo de Marco, e, vendo
mentindo inofensivamente numa moita prxima aos arbustos, pareceu desconcertado. "Oh. Grande. Bom." Um segundo mais tarde, Jennifer delicadamente selecionou seu
modo de entrada. Olhou Lance e Marco, ento Will e eu.
"Oh, bem," disse, a voz tilintarmente baixa encheu-se com satisfao. "Viemos em tempos. V Lance? Falei que eles estariam aqui.".Ao meu lado, Will lentamente abaixou
a espada, fitando a espada como se ele s agora tinha compreendido que estava l. Ento levantou seu olhar deslumbrado encontrar a mina, e eu via que seu peito
levantava e caa como quando se acaba de correr... ...Bem, duas milhas por corrida. Ento a prxima coisa que eu soube, tinha embrulhado um brao ao meu redor e
me
puxado contra si."Obrigada," murmurou em meu cabelo mido. "Eu no fiz nada," cochichei de volta. "Sim, fez," disse, segurando-me mais perto. Ento Jennifer
tinha a voz chorosa, "Oh, olhe, Lance! Eu no disse que fariam um casal fofo?".Ento seu tom mudou. "Espere um minuto. O que ele faz aqui?".E olhei at ver Sr.
Morton lutando para chegar a nossa direo ao lado da ravina, arrastou-se por entre vrios oficiais da Polcia de Annapolis.
Captulo 28
Quem  este? e o que est aqui?
E perto da Morte se acendeu no palcio a alegria real;
E cruzam cruzariam se para o medo,
Todos os Cavaleiros em Camelot:
"Eu achei que voc estivesse indo para o Taiti," eu disse acusatoriamente."Ellie," minha me disse em uma voz reprovadora."Bom, foi isso que ele me falou."Eu
olhei o Sr. Morton de onde eu estava sentada no sof, com um cobertor ao meu redor, mesmo que eu j tivesse mudado das minhas roupas molhadas ao meu pijama de flanela
mais velho, e bebido um galo de chocolate quente. Eu s no conseguia ficar aquecida, apesar da tempestade j ter acabado, e que o ar da noite estava relativamente
em torno de uns 25 C.Sr. Morton deu ao meu pai um olhar defensivo."Eu realmente disse a ela que eu estava indo para o Taiti," ele disse. Ele estava muito estranho,
sentado na nossa sala de estar. Eu acho que nunca eu vou me acostumar a ver professores fora da escola. "Foi incrivelmente arrogante da minha parte. Sabe, nem nos
meus sonhos mais incrveis, eu nunca imaginei - ""E como fazer com que a me do Will contasse a verdade sobre a relao deles iria ajudar?""Ellie," minha me disse,
novamente.Mas eu a ignorei."S piorou as coisas," eu disse. "Quero dizer, voc tinha que saber que o Marco ia descobrir.""Claro, claro," Sr. Morton disse. Havia
uma xcara intocada na sua frente. Ele agradecidamente aceitou a oferta dos meus pais de ch, quando ele chegou, apenas uns minutos depois dos meus pais e eu termos
chegado em casa da delegacia. Finalmente tendo conseguido atravessar o horrvel trafego na Beltway, minha me e meu pai chegaram em casa para encontrar uma mensagem
na secretaria eletrnica (o telefone e a energia tinham acabado de chegar quando eles chegaram) pedindo para eles me pegarem na delegacia.
O que no os tinha feito ficarem nervosos... muito.Eles me encontraram, tremendo em minhas roupas molhada, fora da sala onde eles tinham tomado o meu depoimento.
Will ainda estava l dentro, depondo. Eu no estava convencida de que eu no fosse que ficar l sentada em roupas molhadas que eu tinha tremores constantes sob o
olhar de pedra e indesculpvel do Almirante Wagner, que tinha aparecido com sua esposa depois de Marco ter usado a sua feito a sua ligao para ligar... bom a eles.O
que eu achei que foi meio irnico, considerando o fato que ele estava pronto pra destruir a vida deles a meia hora atrs.De qualquer forma, Lipton, que era o ch
que a minha me tinha feito ao Sr. Morton, aparentemente no estava de acordo com os seus padres, j que a xcara ficou gelada na sua frente."Mas depois que voc
saiu da minha casa esta tarde," Sr. Morton disse, "Eu no conseguia parar de pensar sobre o que voc disse, Elaine. Sobre com Arthur nunca iria me deixar a morte,
da forma que eu o estava deixando. Voc no consegue imaginar o efeito que essas palavras tiveram em mim. Eu passei a minha vida inteira, sabe, tentando manter os
valores que os Ursos nos ensinaram, e l estava eu, agindo covardemente como... bom, como Mordred. Eu achei que eu pudesse esclarecer as coisas com a famlia do
Arthur," Sr. Morton continuou, "havia uma chance que eles pudessem se acertar, e um com outro -""E quebrar o ciclo," minha me interrompeu avidamente. Eu no pude
evitar rolar os olhos. Sr. Morton, um verdadeiro membro da mstica Ordem dos Ursos, aparecendo na porta da nossa casa tinha sido como um sonho virando realidade
 minha me. Ela vinha continuando o que ele falava desde que ele tinha aparecido  porta e se apresentado para os meus pais.
"Mas eu devia saber que o lado negro nunca iria permitir," Sr. Morton continuou. "Devem ter demonstrado ao Marco de alguma forma que algo estava acontecendo na escola
- o ultimo lugar que eu esperaria v-lo, considerando seu desprezo pelo lugar... sem mencionar o mandado de proibio de entrar l.""Mas como voc sabia que ns
estvamos no arvoredo?" eu perguntei a ele."Muito simples, na verdade," Sr. Morton disse. "Os raios.""Os raios?" Eu o encarei. "Sobre o que voc est falando?""Voc
provavelmente no reparou, mas os raios estava concentrados em uma rea extremamente pequena... a distncia entre esta casa - a sua casa - e o parque, para ser exato.
Eu s tinha que seguir os raios para saber que logo eu acharia o Urso. Raio , claro, um obstculo do lado negro."Eu quase derrubei q minha quarta xcara de chocolate
quente. Eu relanceei meus pais, para ver se eles estavam ou no digerindo essa lorota. Mas minha me parecia fascinada - eu podia dizer que ela estava esperando
para entrar em seu escritrio e comear a escrever tudo isso em seu livro. E meu pai no parecia
incredulo, tambm.E eles que tinha Ph.D. Imagina."O que eu no entendo,"
meu pai disse, "  porque a espada teve tanto enfeito sobre Marco - e no Will tambm, se o que voc descreveu est correto. A
espada nem  do sculo certo para ser
a Excalibur. At onde eu posso dizer, o nico rei a quem ela pode ter pertencido  Ricardo Corao de Leo, mas -""Oh, no era a espada propriamente que importava,"
Sr. Morton disse brilhantemente. "Era a pessoa que a deu que fez toda a diferena." Todos os trs adultos viraram para me olhar. Eu pisquei de volta a eles."O
que?" eu perguntei astutamente."No diga o que` , Ellie," minha me disse. "Diga com licena.""EU no me importo sobre Imagem agora, me," eu disse. "Por que
todos vocs esto me encarando?"
"Eu errei sobre voc, Ellie," Sr. Morton disse, em sua voz profunda e ressoante. "Eu no a culpo nem um pouco por se sentir incomodada comigo. Eu erradamente assumi
que voc fosse Elaine de Astolat quando eu soube o seu nome e a sua conexo com os Ursos. Mas  claro que voc nunca foi a Dama de Shalott.""Eu sei," eu disse,
um pouco impaciente. "Eu te disse desde o comeo.""Eu devia ter visto que voc era algum muito, muito mais importante," Sr. Morton continuou. "E poderosa. Mas
em minha defesa, eu tenho que declarar que nunca na historia da Ordem foi relatado alguma apario da Dama do Lago - "Eu olhei para um pouco alarmada."Espera um
minuto," eu interrompi. "Dama do qu?""A Dama do Lado," Sr. Morton disse. "Eu realmente acho que eu posso ser perdoado pelo meu erro, entretanto, j que a Dama
- me desculpa, Elaine -  uma personagem to ambgua na Lenda de Arthur.""Completamente," minha me concordou. "Alguns historiadores acreditam que ela nunca existiu;
outros acreditam que ela era uma divindade Celta. A maioria acredita que ela era, ao menos, a sacerdotisa extremamente poderosa...""Meu nico conforto," Sr. Morton
disse, assentindo, " que a Escurido erraram colocando a sua filha como Lily Maid tambm. Se eles soubessem que eles estavam lidando com algum to poderosa quando
a Dama do Lago, eles teriam tentando elimin-la antes. At mesmo Marco, como eu entendi, ouviu o nome e juntou com sua apreciao por - " "Flutuar." Eu engoli em
seco. "Me. Pai. Escutem. Vocs no podem honestamente acreditar em toda essa... besteira."Mas meus pais me olharam do tipo, Voc deve estar brincando. Eles acreditaram,
comeo, meio e fim. O que, considerando o pouco que eles saem dessa casa, no deveria ser surpresa."Oh, no h duvida sobre isso, Ellie," Sr. Morton disse, com
um sorriso. "Eu entendo que vai demorar um tempo para se acostumar  idia. Mas no h questionamentos que voc , na verdade, a reencarnao da Dama do Lago.
Foi ela que deu a Arthur a arma que ele usou para defender a si mesmo e ao seu reino. E apenas ela poderia manter sua amizade com Lancelot e Guinevere de acabar,
deixando-o vulnervel ao ataque do seu inimigo mortal.""Eu no fiz isso," eu protestei. "Eu s disse ao Will que seria melhor ele dizer a Jannifer que no o incomodou,
sabe, para as pessoas no pensarem que ele estava chateado quando na verdade ele no estava - " "Como eu estava dizendo." Sr. Morton sorriu para os meus pais. "Vocs
tm uma filha impressionante, Professores Harrison."Minha me sorriu modestamente a ele de volta. "Eu sempre achei que ela estava destinada  grandeza."Parecia
ser uma boa idia mudar o assunto, que estava em torno de mim, ento eu perguntei a todos, "O que vai acontecer ao Marco, de qualquer forma?""Cadeia," minha me
disse, uma voz dura. Enquanto a lenda do Arthur a estava deixando excitada, a lance da arma no estava. "Esperanosamente pelo resto de sua vida." "Eu tenho medo
que no v ser tanto assim," Sr. Morton disse. "Ele acabou no machucando ningum. Mas quando ele sair, o que vai ser cedo, ele no vai oferecer perigo. O poder
das trevas o deixou quando Will triunfou."Oh, cara, Eu rolei os meus olhos novamente."Pobre menino," meu pai disse, com um suspiro. "Ele tem uma vida difcil.""Ele
ia atirar na nossa filha," minha me o lembrou. "Me perdoe se eu no chorar.""Com terapia e reabilitao apropriadas," Sr. Morton disse sinuosamente, "ele deve
se tornar um cidado funcional em algum tempo.""E..." Eu odeia ter que perguntar, j que os faria falar sobre a Dama do Lago novamente. Mas eu precisava saber.
Eu no o tinha visto desde que a policia nos tinha separado para interrogatrio. Eu no tinha idia sobre o que tinha acontecido a ele desde ento. "...Will?""O
Urso?" Sr. Morton olhou pensativamente. ", bom, Arthur est alm das possibilidades neste momento. Ele foi maltratado pelo irmo,  verdade. Mas tambm por seus
pais. Vai ser interessante ver -
"Will no se dava bem com os pais antes disso," eu interrompi. "Quero dizer, o Almirante Wagner queria que ele fosse para escola militar, e Will no queria." E agora
que ele sabe que o pai dele mentiu para ele durante todo esse tempo sobre a me deleeu no acho que ele ser to benevolente em fazer o que o pai fala. E voc poderia
no cham-lo a Arthur? Porque  totalmente ridculo.""Ah,"Sr. Morton disse. "Sim, desculpe. E ele mencionou isso a mim - sobre o pai, quero dizer - quando ns conversamos
na delegacia -""Voc falou a ele?" Eu praticamente gritei. "Voc contou a ele? Sobre o lance do Arthur?" "Bem,  claro, Elaine," o Sr. Morton disse, analisando,
considerando que h um minuto atrs eu supostamente era uma grande sacerdotisa de algum tipo. "O homem tinha o direito de saber dos seus direitos de bero.""Oh,
Deus," eu disse, tampando meu rosto com as mos. "O que ele disse?""No muito, na verdade," Sr. Morton disse. "Nada surpreendente, acho. No  todo dia que um
jovem homem houve que ele  a reencarnao de um dos maiores lideres de todos os tempo."Eu sufoquei meu gemido em minhas mos."Eu vou ficar em Annapolis, claro,"
Sr. Morton continuou, "para ajudar a guia-lo em seus prximos passos. E os membros da ordem estaro se amontoando aqui, tambm, para poder facilitar suas necessidades."
Era tudo o que a minha me mais queria, eu podia dizer, se apossar da dzias de membros da Ordem dos Ursos vindo a Annapolis... bem no tempo de dar um entrevista
para seu livro. "Faculdade  o prximo obvio passo, mas tem que ser a
faculdade certa. Com as notas do Arthur - desculpe, Elaine, quero dizer, do Will ele pode entrar
em qualquer uma, claro, mas a questo , qual universidade  realmente a melhor para moldar a mente do homem que certamente vai ser tornar um dos mais influentes
lideres na historia moderna?"Graas a Deus, a campainha tocou.
Eu joguei meus cobertores e disse, "Eu atendo," e ento me apressei para ver quem era, murmurando, " melhor no ser o poder das trevas... -" s para o Sr. Morton
dizer calmamente, "Oh, no se preocupe. Eles esto assustados, graas a voc.""timo," eu disse sarcasticamente. E escancarei a porta.Para achar o Will parado
l, segurando uma bolsa de ginstica em uma mo, e Cavalier, numa coleira, na outra.
Captulo 29
Mas Lancelot absorveu algum espao;
Ele disse, "Ela tinha um rosto adorvel;
Deus em Sua misericrdia emprestou-lhe graa,
A Dama de Shalott."
"Hey," disse calmamente, seus olhos parecendo mais azul que nunca na luz de alpendre - to azul, alis, que eu nadava neles antes deu mesma conseguir dizer uma saudao
prprio. "Hey," coaxei. As mariposas batiam na porta que eu segurava, tentavam entrar. Atrs de Will, a noite-escura, terreno que a chuva encharcou estava uma
orquestra de chiar de grilos e cigarras."Sinto muito por bater to tarde," Will disse. "Mas
Cavalier e eu... ns tipo precisamos de um lugar para ficar. Acha que seus
pais se incomodariam se ficssemos aqui alguns dias? Somente at que eu
ache um lugar prprio. As coisas em casa esto..." segurou a tira da sua sacola de ginsio
um pouco mais apertadamente. "No muito boas.".Teria lhe dado minha prpria cama para dormir, e alegremente dormiria no cho. Mas eu no admiti este em voz alta.
Nem deixei transparecer meu alivio imenso por ele estar fora de exposio em Annapolis. Se tinha estado na sua casa, eu no estou to segura que eu no teria arrumado
e partido, no querendo ver nunca, nunca outra vez qualquer uma das pessoas envolvidas no que s podia ter sido o momento mais doloroso da minha vida. Em vez disso,
eu disse to casualmente quanto eu podia, "entre, e verificarei.".Will entrou, seguido por Cavalier grudado aos seus calcanhares. "Quem  ele, Ellie?" Mame chamou,
da sala de estar. A posio na escurido do vestbulo, eu olhei para Will. "Sr. Morton est aqui," cochichei. Um lado de boca de Will contraiu-se para cima. Eu
no sabia se isto quis dizer que estava de acordo ou contrariado. "Eu exatamente no estou surpreso," ele disse."Posso tentar esconder voc no andar superior,"
ofereci. "No," disse. E desta vez ambos cantos da sua boca subiram. "Reis no se escondem."A minha boca caiu aberta. "Voc no me disse que acredita - ".
"Leve-o, Harrison," disse, e me tomando pelo brao, impeliu-me a entrar na sala de estar. "Uh, Mame, Papai," disse. "Will  esse aqui.". Por um segundo, tanto
meu pais como Sr. Morton fitaram Will como se fosse algum tipo de fantasma. Ento Sr. Morton finalmente abriu sua mandbula para cochichar, "naturalmente. Naturalmente
viria aqui," como se falassem entre si. Ignore-o, eu disse a minha me e para meu pai, "Will precisar de um lugar para permanecer alguns dias. Posso dar lhe o
quarto do Geoff?" Minha me olhou preocupada para Will. "Oh, querido," ela disse. Meu pai foi o que perguntou, "To ruim assim em casa, ?"Will, ainda segurando
a bolsa de ginstica, assentiu. Cavalier, ao seu lado, estava olhando a Tig, que levantou a pata e colocou no corao com seu rabo em p, ficando cinco vezes maior
que o tamanho normal. Nenhum dos animais, entretanto, emitiu algum som. Eles s ficavam se olhando."Eu no teria pedido, senhor," Will disse ao meu pai, "se no
estivesse... Bom, com a Jea - quero dizer, com a minha me est tudo bem.  o meu pai. Eu - " Will olhou rapidamente o Sr. Morton. "O problema, senhor,  que eu
meio que contei a ele que eu no iria entrar na Academia ano que vem, e ele pirou. Eu provavelmente no escolhi a melhor hora para dizer, com Marco.. bom, com Marco
estando onde ele est. Mas eu senti que era a hora - fazia tempo - de todos ns fossemos sinceros uns com outros. E - bom, pra encurtar a historia? Meu pai me ps
para fora de casa. Eu estava esperando que eu pudesse ficar aqui at encontrar um lugar para mim. Mas se isso  um problema-""Claro que voc pode ficar aqui," meu
pai disse, para o meu final alivio. "Enquanto precisar.""Voc deve estar exausto," minha me lamentou, ficando de p. "Eu estou, e eu no passei pela
metade do que voc
passou hoje. Ellie, mostre o quarto do Geoff a ele. Voc jantou Will? Quer que eu esquente algumas costelas? Voc est com fome, creio eu?"
O sorriso que o Will deu poderia ter iluminado toda a Bealtway inteira."Sim, senhora," ele disse. "Sempre.""Eu vou te fazer um prato de alguma coisa," minha me
disse, e se apressou para a cozinha, enquanto o meu pai a seguia, murmurando, em uma voz completamente audvel, "Crianas vo nos consumir para fora da casa e do
lar." (?)"Pai," eu disse, aterrorizada, "Ns podemos te escutar.""Eu sei," meu pai gritou de volta.Para o Sr. Morton, que ficou de p, e estava parado alguns
metros, parecendo solene e respeitoso, Will disse, "Olha novamente, senhor.""Senhooor," Sr. Morton disse... e na verdade fez uma pequena reverencia.Eu achei que
eu fosse rir ali mesmo na frente dele, mas Will agarrou o meu brao e me puxou de volta a entrada antes que eu pudesse."Ai, meu Deus," eu sussurrei, tentando parar
minha risada descontrolada. "Ele vai realmente te chamar assim toda vez que ele te ver agora? Como na escola e tudo?""Eu espero que no," Will disse. "Vamos logo,
me mostra onde eu devo jogar tudo isso."Ento eu levei ele - e um educado e questionador Cavalier - para o quarto do Geoff, o que era na verdade um quarto de hospedes
agora, j que o Geoff estava na faculdade.Tudo o que eu podia pensar enquanto eu subia q escada era, Ele vai ficar pela noite. Talvez mais do que uma noite. Talvez
algumas noites. Eu vou v-lo a ultima coisa todas as noites antes de dormir. E a primeira coisa todas as manhas quando eu acordar. Como a rosa que ele me deu. Nancy
vai morrer quando descobrir.Will jogou sua bolsa na cama sem ao menos olhar para ver se ele gostava ou no do quarto. Ao invs, ele s olhou para mim.E de repente
eu estava ciente de que nos estvamos completamente sozinhos. Bom, tirando
o Cavalier e a Tig, que pareciam ter subido atrs de nos. Os dois cuidadosamente tocaram
os narizes, e ento se afastaram para se encararem mais.
"H um banheiro ao lado," eu disse. "Meus pais usam o da sute, e eu uso o do meu quarto, ento voc vai t-lo todo para voc. J h toalhas limpas de convidados
nele." Eu estava falando descontroladamente. Eu sabia que estava, mas eu no conseguia fazer nada para me parar. "Ns normalmente temos s cereal de caf da manha,
mas a minha me faz panqueca em ocasies especiais, e, bom, isso  meio especial, ento talvez ela faa amanha se ns -""Elle," Will disse gentilmente.Eu pisquei
para ele. Bom, o que mais eu podia fazer? Toda vez que ele me chamava assim, meu corao parecia ficar duas vezes maior que o tamanho normal."Yeah?""Eu no me
importo com panquecas," ele disse.Eu pisquei mais um pouco."No," eu disse. "Eu no imaginei que voc no se importava. Desculpa. Eu s-"E ento ele me puxou
para si e comeou a me beijar.E ento eu percebi uma coisa enquanto ns nos beijvamos. Alguma coisa estranha. E que era eu estar feliz. Realmente feliz. Pela primeira
vez em... bom, um longo tempo.E no parecia que a sensao estivesse indo embora logo, tambm."Ei," eu disse, um minuto depois, quando ele finalmente me soltou
por um pouco de ar. "Esse no  o comportamento de um rei." Will disse algo muito anti-aristocrtico sobre reis, e me beijou mais."Alem do mais," ele disse, minutos
depois, quando seus beijos tinham posto um fim a minha tremedeira, "voc no acredita em toda aquela coisa do Morton estava falando, acredita?""Dificilmente," eu
disse, com ronco. Porque era fcil no acreditar em poder das trevas quando o Will estava me segurando em seus braos e a minha bochecha estava apoiada em seu ombro."Yeah"
ele disse. Eu amava o jeito que eu podia sentir sua voz ressoando atrs seu corpo quando ele falava. "Nem eu. Quero dizer, d pra acreditar que existe toda uma organizao
de pessoas que esto s esperando pela volta do Rei Arthur?"
"No," eu disse. "Embora haja coisas piores que ser venerado como um semi-deus por um grupo de pessoas aparentemente capazes de pagar a sua faculdade."" verdade,"
Will disse pensativamente. "O que eu no consigo evitar pensar ... quero dizer, voc no acha-"Eu levantei a minha cabea. "O que?" "Nada. S...bom, aquilo foi
estranho hoje no parque. Quando voc me deu aquela espada-""No tinha nada haver com a espada," eu disse, colocando a minha bochecha de volta no seu ombro. "No
pelo o que o Sr. Morton disse tambm. Eram s... as circunstancias. Sabe, de eu te entregar a espada bem na hora que o seu clareou, e o fato de que ns poderamos
ter sido mortos a qualquer hora. Amanha, quando a policia devolver a espada ao meu pai, voc vai dar um olhada e ver.  s uma espada comum, rstica e velha." "Eu
sei.  isso que torna ainda mais distante. Quero dizer, eu no estou dizendo que eu acredito. No que o Morton disse. Nem um pouco, de qualquer forma. Mas algumas
coisas - como o fato de eu conhecer voc. Pelo primeiro dia, na ravina, quando voc sorriu para mim. Eu nunca tinha te encontrado, mas mesmo assim eu... eu te conhecia""Voc
s queria me conhecer," eu disse, dando-lhe um aperto. "Porque eu era to linda, e tudo."Will balanou a cabea, seus olhos cintilando."Acha que tem todas as
respostas, no ?" ele perguntou. "Bom, soluciona essa, Batgirl. E quanto aos nomes simulares? Lance e Lancelot. Jennifer e Guinevere. Morton e Merlin-"Eu ofeguei
com esse."No! Voc no acha - no o Merlin.""Ei," ele disse. "Isso  mais louco que eu ser o Arthur ou voc ser a Dama do Lago?""Eu no sou a Dama do Lago,"
eu disse firmemente."Oh, no ?" Ele estava rindo agora. "Com todo o tempo que voc passa na gua?"" uma piscina," eu argumentei. "No um lago. E eu nem estou
no time de natao. Alem do mais, e se for verdade? Se voc  o Arthur, e eu sou realmente a Dama do Lago... bom, ento isso no deveria estar acontecendo, no ?
Com ns, quero dizer. Juntos. Assim."
"Agora ," ele disse, com uma risada. E me beijou de novo.E ento eu lembrei de uma coisa que eu tinha esquecido at aquele exato momento - algo que eu sabia que
o Sr. Morton tinha percebido, l embaixo. Uma coisa que eu decidi no contar ao Will: E era que, na lenda de Camelot, a Dama do Lago, no o traz apenas a espada.
No, ela faz outras coisas por ele tambm.Quando est tudo acabado, ela o traz para casa.Para Avalon.
